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pergunta:

"Até quando vamos ter que agüentar a apropriação da idéia de 'liberdade de imprensa', de 'liberdade de expressão', pelos proprietários da grande mídia mercantil – os Frias, os Marinhos, os Mesquitas, os Civitas -, que as definem como sua liberdade de dizer o que acham e de designar quem ocupa os espaços escritos, falados e vistos, para reproduzir o mesmo discurso, o pensamento único dos monopólios privados?"

Emir Sader

27.4.17

Lançamento do Manifesto Projeto Brasil Nação

Lançamento do Manifesto Projeto Brasil Nação

[AO VIVO] Lançamento do Manifesto – Projeto Brasil Nação


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#foratemer #foragolpistas #grevegeral #28deabril

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Intelectuais, artistas, profissionais liberais, estudantes, lideranças políticas e sociais lançam na quinta-feira, dia 27 de abril, o manifesto do Projeto Brasil Nação, que já colheu mais de 7 mil assinaturas. O ato será às 18h, na faculdade de direito da USP, no Largo São Francisco, em São Paulo.
O evento terá a participação de Luiz Carlos Bresser-Pereira, Celso Amorim, Raduan Nassar, Fábio Konder Comparato, Leda Paulani, entre muitos outros. Conta com o apoio do Centro Acadêmico XI de Agosto.
O manifesto, cuja íntegra está em www.bresserpereira.org.br, condena a destruição em curso no Brasil, os ataques a direitos e conquistas sociais, a desnacionalização, o desemprego, o esmagamento da indústria, o aumento da desigualdade.

"Privatizar e desnacionalizar monopólios serve apenas para aumentar os ganhos de rentistas nacionais e estrangeiros e endividar o país. O desmonte do país só levará à dependência colonial e ao empobrecimento dos cidadãos, minando qualquer projeto de desenvolvimento", afirma o texto, que segue recebendo adesões.
"Para voltar a crescer de forma consistente, com inclusão e independência, temos que nos unir, reconstruir nossa nação e definir um projeto nacional. Cabe a nós repensarmos o Brasil para projetar o seu futuro – hoje bloqueado, fadado à extinção do empresariado privado industrial e à miséria dos cidadãos", defende o documento.
O manifesto expõe os pilares do Projeto Brasil Nação: "autonomia nacional, democracia, liberdade individual, desenvolvimento econômico, diminuição da desigualdade, segurança e proteção do ambiente".

No campo da economia, o grupo propõe cinco pontos:
1 Regra fiscal que permita a atuação contracíclica do gasto público, e assegure prioridade à educação e à saúde
2 Taxa básica de juros em nível mais baixo, compatível com o praticado por economias de estatura e grau de desenvolvimento semelhantes aos do Brasil
3 Superávit na conta corrente do balanço de pagamentos que é necessário para que a taxa de câmbio seja competitiva
4 Retomada do investimento público em nível capaz de estimular a economia e garantir investimento rentável para empresários e salários que reflitam uma política de redução da desigualdade
5 Reforma tributária que torne os impostos progressivos.

26.4.17

Cem anos depois, o Brasil pode viver a maior greve geral da sua história


Cem anos depois, o Brasil pode viver a maior greve geral da sua história

Antes de escrever este post, para não confiar apenas na minha bolha visível das redes sociais, conversei com alguns dirigentes sindicais e partidários, falei com profissionais que monitoram redes e pedi para os meus amigos do Facebook e do Twitter enviarem suas avaliações. Depois disso tudo, estou cravando que falta muito pouco para que o Brasil viva na sexta-feira uma greve geral histórica. Uma greve com o simbolismo da de 1917, há exatos 100 anos, e que paralisou toda a indústria e o comércio.

A greve de 1917 foi resultado de uma aliança das organizações operárias, que naquele tempo tinham inspiração anarquista, aliada à imprensa mais alternativa. E de certa forma mostrou a força do novo segmento que nascia no Brasil, o operariado.

Pode-se dizer que aquela greve foi filha direta da primeira industrialização brasileira, provocada entre outros fatores pela I Guerra Mundial (14 a 18). E ao mesmo tempo pela elevação dos preços de alimentos causados pelo aumento da exportação agrícola para os países da chama Tríplice Entente (França, Inglaterra e Rússia).

A questão é como este movimento cresceu tão rápido e se fortaleceu tanto apesar de uma industrialização ainda imberbe e de um nível baixo de conexão entre os trabalhadores. A resposta que muitos historiadores arriscam é que as condições de trabalho impostas aos operários daquela época foram o combustível da reação.

Cem anos depois, o governo Temer, seus aliados do mercado e a Rede Globo parecem ter desconsiderado este princípio básico. O marketing não se sobrepõe à experiência de vida. Principalmente quando se percebe que sua vida vai piorar e que seus parcos direitos serão retirados se nada for feito.

O governo Temer, ilegítimo, buscou sua validação a partir de reformas absolutamente impopulares, mas que poderiam lhe garantir a confiança dos seus fiadores golpistas internos e externos. Imaginou que os trabalhadores só iriam se revoltar contra isso lá na frente, quando não haveria mais com o que se preocupar. Enganou-se.

Pelos depoimentos que colhi, a greve já está na boca do povo. Literalmente. Nos bares, cabeleireiros, pontos de ônibus e escolas, as pessoas estão discutindo o que vai acontecer na sexta-feira.

Aliás, das escolas particulares (pasmem!) chegam as notícias mais surpreendentes. Colégios de classe média alta já avisaram pais e alunos que seus professores decidiram parar. E que o fazem para defender (pasmem, again) seus direitos.

Os aeroviários também estão falando em parar. Metroviários e motoristas de ônibus das principais capitais, idem.

Prefeitos progressistas já estão abonando o dia dos funcionários públicos que decidirem parar.
Quem conhece processo de mobilização em redes sabe no que isso pode vir a dar. A bola que desce da avalanche costuma crescer de maneira exponencial no processo final. Nos últimos dias do acontecimento alvo.

A greve geral desta sexta de 2017 pode repetir uma história de 100 anos e vir a recolocar o Brasil nos trilhos. Porque ao fim e ao cabo, o capitalismo só entende uma mensagem. A que lhe toca no bolso. E se os trabalhadores brasileiros não quiserem vir a ter uma qualidade de vida próxima aos de 1916, a hora de ir à luta é agora. E pelo jeito, boa parte já percebeu isso.


http://blogdorovai.revistaforum.com.br/2017/04/26/cem-anos-depois-o-brasil-pode-viver-a-maior-greve-geral-da-sua-historia/

Arcebispo de Porto Alegre defende greve geral: ‘reformas têm que considerar inclusão social’


Arcebispo de Porto Alegre defende greve geral: 'reformas têm que considerar inclusão social'

Dom Jaime Spengler, arcebispo metropolitano de Porto Alegre 
| Foto: Nelson S. Pereira/Divulgação

Da Redação

O arcebispo metropolitano de Porto Alegre, Dom Jaime Spengler, divulgou nota nesta quarta-feira (26) apoiando as paralisações da greve geral na próxima sexta. A greve em protesto contra reformas do governo federal na Previdência Social, na legislação trabalhista e com relação às terceirizações, já tem adesão de diversas categorias a nível nacional.

Na nota, Dom Jaime defende: "Diante das propostas que estão sendo apresentadas pelo governo federal, é fundamental que se ouça a população em suas manifestações. O povo tem o direito de ser ouvido. Reformas que incidem mais diretamente sobre a vida da maioria do povo precisam ser levadas adiante com muito discernimento. Importante que as reformas tenham sempre em consideração a inclusão social".

A Arquidiocese de Porto Alegre lembra ainda da posição que já havia sido assumida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), no final de março. A CNBB convocou então a população a aderir a greve do dia 28 de abril, especialmente contra a reforma da Previdência, defendo esta como a melhor forma de "buscar o melhor para o nosso povo, principalmente os mais fragilizados'".

http://www.sul21.com.br/jornal/arcebispo-de-porto-alegre-defende-greve-geral-reformas-tem-que-considerar-inclusao-social/#


Justiça do Trabalho da 4ª Região suspende expediente e prazos processuais no dia 28 de abril

26/04/2017 15:19 | 

Justiça do Trabalho da 4ª Região suspende expediente e prazos processuais no dia 28 de abril

A Justiça do Trabalho da 4ª Região (RS) suspenderá o expediente interno e externo de suas unidades administrativas e judiciárias, de primeiro e segundo grau, no dia 28 de abril de 2017. A decisão foi tomada pelo Órgão Especial do TRT-RS e leva em consideração o anúncio da greve geral programada para a data e a notícia de que o movimento paredista pode obstar o regular funcionamento dos serviços de transporte e segurança. 

Também estão suspensas no dia 28 de abril a realização de audiências e sessões, bem como o curso de todos os prazos processuais e regimentais, inclusive do sistema PJe, nas unidades administrativas e judiciárias de primeiro e segundo graus da Justiça do Trabalho da 4ª Região. Os prazos que venceriam nessa data ficam prorrogados para o primeiro dia útil seguinte. As medidas judiciais urgentes serão atendidas em regime de plantão. 

A decisão do Órgão Especial também considera as manifestações do Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do Sul (OAB-RS), da Associação Gaúcha dos Advogados Trabalhistas (AGETRA), da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 4ª Região (AMATRA IV), do Fórum Interinstitucional de Defesa do Trabalho e Previdência Social (FIDS) e do Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal no Rio Grande do Sul (SINTRAJUFE-RS).

Clique aqui para acessar o texto completo da Resolução Administrativa nº 09/2017, que dispõe sobre a suspensão do expediente.


Nota das Escolas Católicas de Caxias do Sul



As escolas católicas de Caxias do Sul se posicionaram oficialmente sobre a Greve Geral de 28/04. 
O Sinpro/Caxias parabeniza a postura e os motivos alegados. 
Nesta sexta-feira, todos para a praça! 
Haverá mobilização desde às 8h30min e atos às 14h e 16h. 


Convocações para a greve geral

https://www.facebook.com/IgrejaPovodeDeusemMovimento/videos/1656446587716027/

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Posicionamento do Senhor Bispo Dom Celso Antonio Marchiori a favor das manifestações contra as reformas do governo atual. #dioceseonline

https://www.facebook.com/dioceseonline/videos/1330508450336250/

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CONFERÊNCIA DOS FRANCISCANOS CONVOCA FIÉIS PARA GREVE GERAL

Depois de bispos e arcebispos de vários estados brasileiros convocarem os seguidores do catolicismo a participar da greve geral, agora a Conferência Franciscana também se posicionou, convocando os fieis a se manifestarem nesta sexta-feira contrários às reformas de Michel Temer; "Convocamos os cristãos e pessoas de boa vontade, particularmente nossas comunidades, a se mobilizarem ao redor da atual Reforma da Previdência, a fim de buscar o melhor para o nosso povo, principalmente os mais fragilizados", diz divulgado pelos franciscanos

25 DE ABRIL DE 2017 ÀS 14:39 // 247 NO TELEGRAM Telegram // 247 NO YOUTUBE 

247 - A Igreja Católica se mostra cada vez mais integrada em participar da greve geral que deverá paralisar o País nesta sexta-feira, 28, em protesto contra as reformas trabalhista e da Previdência, propostas pelo governo de Michel Temer. 

Depois de bispos e arcebispos de vários estados brasileiros convocarem os seguidores do catolicismo a participar da greve geral, agora a Conferência Franciscana também se posicionou, convocando os fieis a se manifestarem nesta sexta-feira contrários às reformas de Michel Temer. 

"Convocamos os cristãos e pessoas de boa vontade, particularmente nossas comunidades, a se mobilizarem ao redor da atual Reforma da Previdência, a fim de buscar o melhor para o nosso povo, principalmente os mais fragilizados", diz divulgado pelos franciscanos. 

Leia na íntegra a convocação: 

"Conferência da Família Franciscana do Brasil

Sinfrajupe – Serviço Inter-Franciscano de Justiça, Paz e Ecologia

Juventude Franciscana do Brasil

CONVOCAÇÃO FRANCISCANA PARA AS MOBILIZAÇÕES DE 28 DE ABRIL:

NENHUM DIREITO A MENOS!

'Convocamos os cristãos e pessoas de boa vontade, particularmente nossas comunidades, a se mobilizarem ao redor da atual Reforma da Previdência, a fim de buscar o melhor para o nosso povo, principalmente os mais fragilizados'.

NOTA DA CNBB SOBRE A PEC 287/16 – 'REFORMA DA PREVIDÊNCIA'

24 de abril de 2017

Queridas irmãs, queridos irmãos,

Paz e Bem!

Diante da atual conjuntura de retirada de direitos sociais da população e em resposta à convocação da CNBB para nos mobilizarmos contra a Reforma da Previdência, convocamos as irmãs e os irmãos a se juntarem na Greve Geral e nas mobilizações que ocorrerão na sexta feira, dia 28 de abril, em todo o Brasil.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC 287/2016), o Projeto de Lei (PL 4.302/98) e a Reforma Trabalhista atingem diretamente a população brasileira através da Reforma da Previdência e da liberação da terceirização para todas as atividades. Tais reformas infringem os Art. 6º e 7º da Constituição Federal de 1988[i] e atacam os direitos sociais conquistados com muita luta pela sociedade civil.

Desta forma, em consonância com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB), a Conferência dos Frades Menores do Brasil (CFMB) e a diversas outras entidades, instituições e organizações, também nos posicionamos com a população brasileira, em proteção dos direitos sociais e dos mais pobres e vulneráveis. Animem suas Comunidades e Fraternidades para discutirem e agirem acerca desta temática, pronunciando nas Celebrações, realizando momentos de jejum e oração, e participando dos atos públicos.

Consideramos as palavras do Papa Francisco: 'O amor [...] é também civil e político, manifestando-se em todas as ações que procuram construir um mundo melhor. O amor à sociedade e o compromisso pelo bem comum são uma forma eminente de caridade, que toca não só as relações entre os indivíduos, mas também as macro-relações como relacionamentos sociais, econômicos e políticos[ii]'.

Que neste tempo Pascal possamos superar todas as realidades de morte que ameaçam nossas vidas, cumprindo a nossa missão profética de fé cristã, nos unindo na construção de uma sociedade justa e fraterna.

Fraternalmente,

Frei Éderson Queiroz,OFMCap

Presidente da Conferência da

Família Franciscana do Brasil

Frei José Francisco,OFM

Diretor Executivo do Sinfrajupe

Washington Lima dos Santos,JUFRA/OFS

Secretário Fraterno Nacional da Jufra do Brasil

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil: título II

Dos Direitos e Garantias Fundamentais, Capítulo II

Dos Direitos Sociais: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm

PAPA FRANCISCO. Carta Encíclica Laudato Si': Sobre o Cuidado da Casa Comum p. 173
Juventude Franciscana JUFRA) do Brasil

http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/292118/Confer%C3%AAncia-dos-Franciscanos-convoca-fi%C3%A9is-para-greve-geral.htm

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Arcebispos convocam católicos para a greve geral


"A Igreja se posiciona firme e profeticamente contra as reformas que vão contra o nosso povo", diz mensagem veiculada pelo comitê católico de BH. Líderes de outros estados também estão convocando a população a parar contra a reforma da previdência e o governo Temer

Por Brasil 247

Arcebispos em diversos estados têm convocado os brasileiros para a greve geral do dia 28 de abril. O movimento é organizado por centrais sindicais e movimentos sociais em todo o País em protesto contra as reformas impostas pelo governo Temer, que retiram direitos dos trabalhadores, especialmente os mais pobres.

Uma publicação do Comitê das Igrejas de Belo Horizonte convoca a população para a paralisação. "A Igreja se posiciona firme e profeticamente contra as reformas que vão contra o nosso povo", diz o título da mensagem.

O texto destaca ainda que as reformas da Previdência e Trabalhista, além da Lei da Terceirização, já aprovada, "desmontam direito sociais conquistados com muita luta pelo povo brasileiro", mas que "infelizmente, a maioria dos nossos governantes não escuta e não enxerga a realidade do nosso povo, e sem qualquer diálogo com a sociedade impõe um conjunto de mudanças que afetarão a todos, especialmente os mais pobres".

"É preciso reagir", convocam ainda. Os arcebispos da Paraíba e de Maringá (PR) também aderiram à greve. O folheto de BH traz uma imagem do papa Francisco, com a mensagem: "Nenhuma família sem casa, nenhum camponês sem terra, nenhum trabalhador sem direitos".

Nessa semana, o papa negou, por meio de carta a Temer, um convite do governo brasileiro para visitar o País, e cobrou o presidente para evitar medidas que agravem a situação da população carente. "Sei bem que a crise que o país enfrenta não é de simples solução, uma vez que tem raízes sócio-político-econômicas, e não corresponde à Igreja nem ao Papa dar uma receita concreta para resolver algo tão complexo", disse.

Francisco acrescentou que não pode, porém, "deixar de pensar em tantas pessoas, sobretudo nos mais pobres". O papa também lembrou a Temer que não se pode "confiar nas forças cegas e na mão invisível do mercado".

Na Paraíba, o arcebispo dom Manoel Delson Pedreira da Cruz, que foi anunciado pelo Vaticano no início do mês passado como novo arcebispo do estado, gravou uma mensagem convocando a população para participar das manifestações contra a reforma da Previdência. "Sabemos que esta reforma implica em tirar direitos adquiridos dos trabalhadores e assegurados na Constituição de 1988", diz com Manoel. "Convocamos todos os trabalhadores a participarem desta grande manifestação, dizendo a palavra que o povo não aceita a reforma da Previdência nos termos que estão anunciando", afirmou o arcebispo

http://www.revistaforum.com.br/2017/04/24/arcebispos-convocam-catolicos-para-a-greve-geral/

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Arcebispo da Paraíba convoca Greve Geral: Vamos parar o Brasil!

Depoimento de dom Manoel Delson Pedreira da Cruz mostra o apoio da Igreja Católica à Greve Geral

Escrito por: Brasil 247 • Publicado em: 24/04/2017 - 12:51 • Última modificação: 25/04/2017 - 20:07ebook Twitter Google Plus Telegram

A Greve Geral que deve paralisar o Brasil próxima sexta-feira, 28, ganhou reforço de membros da igreja Católica. Na Paraíba, o arcebispo dom Manoel Delson Pedreira da Cruz, que foi anunciado pelo Vaticano no início do mês passado como novo arcebispo do estado, gravou uma mensagem convocando a população para participar das manifestações contra a Reforma da Previdência. 


"Sabemos que esta reforma implica em tirar direitos adquiridos dos trabalhadores e assegurados na Constituição de 1988", diz com Manoel. "Convocamos todos os trabalhadores a participarem desta grande manifestação, dizendo a palavra que o povo não aceita a reforma da Previdência nos termos que estão anunciando", afirmou o arcebispo.

Em março, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), chegou a emitir uma nota aprovada em seu Conselho Permanente sobre a reforma da Previdência. O documento afirma que a seguridade não é uma concessão governamental, mas sim direitos sociais conquistados com intensa participação democrática.

"Em nossa opinião, trata-se do desmonte da Previdência Pública e da retirada dos direitos trabalhistas garantidos pela CLT. Por isso, conclamamos todos, neste dia, a demonstrarem o seu descontentamento, ajudando a paralisar o Brasil", diz trecho de nota conjunta divulgada por entidades.

Além de Dom Delson, quem também está engajado nos preparativos do "Vamos parar o Brasil", é Dom Genival Saraiva de França, atual administrador apostólico da Arquidiocese da Paraíba. Na última quarta-feira (20), ele esteve reunido com integrantes da Frente Brasil Popular na Paraíba, discutindo detalhes do protesto.


http://cut.org.br/noticias/arcebispo-da-paraiba-convoca-greve-geral-vamos-parar-o-brasil-0c8f/

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A iniciativa, segundo o bispo, é das paróquias de Juazeiro do Norte, Caririaçu e Barbalha. A concentração será a partir das 16 horas, na Praça Padre Cícero, de onde a caminhada seguirá até a Paróquia de São Francisco das Chagas, em Juazeiro do Norte, onde haverá uma celebração eucarística.

Antes do grande evento da tarde, os movimentos sociais e os sindicatos deverão realizar uma primeira atividade, a partir das 8 horas da manhã, na Praça do Giradouro, no Crajubar, rotatória que demarca a confluência dos municípios de Crato, Juazeiro e Barbalha e ao final do dia, partidos políticos de oposição e os trabalhadores se agregarão à caminhada que está sendo organizada pela igreja.

http://www.brasil247.com/pt/247/ceara247/291845

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Homilia de Dom Angélico Sândalo Bernardino na Missa de 07 de Setembro de 2016 no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida.

Original em: https://youtu.be/N6DoRD1i5Vk


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Em nota, a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) assumiu sua posição contrária à reforma que, além da idade mínima de 65 anos, exige 49 anos de contribuição para o benefício integral, num país que, ontem, decidiu matar a CLT e precarizar de vez as relações de trabalho (leia aqui).

Na nota, os bispos lembram que a previdência "não é uma concessão governamental ou um privilégio", mas sim um direito assegurado na Constituição de 1988.

No mesmo documento, o cardeal Sergio da Rocha, o arcebispo Murilo Krieger e o bispo Leonardo Steiner convocam os "cristãos e pessoas de boa vontade" a se mobilizarem.

"Deus nos abençoe", diz ainda o documento.

No último dia 15, mais de 1 milhão de brasileiros foram às ruas contra o fim das aposentadorias.

Confira a íntegra:

https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/286590/CNBB-declara-guerra-%C3%A0-reforma-da-Previd%C3%AAncia-de-Temer-e-Meirelles.htm









10 motivos para você defender a aposentadoria e participar da greve geral

Em 1917 a classe trabalhadora brasileira fez sua primeira greve geral. Cem anos depois repetirão o gesto, agora para evitar que os direitos retrocedem ao ano de 1900.

https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=777935502356719&id=100004208291342&pnref=story

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Entrevista com Jorge Luiz Souto Maior, Juiz do Trabalho, sobre a reforma trabalhista e terceirizações

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Sonegação fiscal, o esporte predileto das elites

No debate sobre a austeridade, o combate à sonegação – que, no Brasil, passa de R$ 400 bilhões ao ano – é alternativa pouco lembrada
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CUT divulga materiais sobre reformas que destroem direitos trabalhistas
Os materiais servem para mostrar à população os projetos de retrocessos dos golpistas
Escrito por: CUT Nacional • Publicado em: 20/04/2017 - 12:16 • Última modificação: 24/04/2017 - 14:23witter Google Plus Telegram

Arte: MGiora/CUT

A CUT (Central Única dos Trabalhadores) preparou diversos materiais que alertam os trabalhadores e trabalhadoras sobre os verdadeiros riscos embutidos nas reformas da previdência e trabalhista. Organizado pela Secretaria de Comunicação Nacional da CUT, diversos materiais como: cards para redes sociais, folhetos, banner para sites, adesivos e spots de rádio estão sendo produzidos e servem para divulgar massivamente a população sobre os projetos de retrocessos.

A Central convoca toda a classe trabalhadora a dar uma dura resposta ao governo golpista com uma greve geral no próximo dia 28. Dentre os ataques promovidos pelo governo golpistas estão a terceirização sem limites, que já foi aprovado na Câmara Federal no dia 22 de março, as reformas trabalhista e da previdência.

A CUT lutará incansavelmente contra todas essas mudanças que precarizam ainda mais as relações de trabalho e a população pobre, rurais, indígenas, mulheres e negros.

 

Você pode baixar todos os materiais da campanha clicando aqui ou diretamente nos links abaixo:

● SPOT Reforma Trabalhista

 SPOTs para Greve Geral

● Folheto

● Praguinha/adesivo

● Cards para redes sociais

● Banner para sites



 

Cancion con todos

Salgo a caminar
Por la cintura cosmica del sur
Piso en la region
Mas vegetal del viento y de la luz
Siento al caminar
Toda la piel de america en mi piel
Y anda en mi sangre un rio
Que libera en mi voz su caudal.

Sol de alto peru
Rostro bolivia estaño y soledad
Un verde brasil
Besa mi chile cobre y mineral
Subo desde el sur
Hacia la entraña america y total
Pura raiz de un grito
Destinado a crecer y a estallar.

Todas las voces todas
Todas las manos todas
Toda la sangre puede
Ser cancion en el viento
Canta conmigo canta
Hermano americano
Libera tu esperanza
Con un grito en la voz