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pergunta:

"Até quando vamos ter que agüentar a apropriação da idéia de 'liberdade de imprensa', de 'liberdade de expressão', pelos proprietários da grande mídia mercantil – os Frias, os Marinhos, os Mesquitas, os Civitas -, que as definem como sua liberdade de dizer o que acham e de designar quem ocupa os espaços escritos, falados e vistos, para reproduzir o mesmo discurso, o pensamento único dos monopólios privados?"

Emir Sader

31.3.11

Bolsonaro diz que tem imunidade para roubar

Estou preparando uma nova representação contra o Deputado Jair Bolsonaro.

Ele perdeu as condições de ser respeitado como parlamentar.

Se não bastassem as declarações racistas e homofóbicas, hoje, ao atacar o programa antidiscriminação desenvolvido pelo Ministério da Educação – um projeto que recebeu, inclusive, elogios da Unesco – Bolsonaro foi acima e além do que pode ser aceito pelo decoro parlamentar.

“Eu tenho imunidade para falar ou para roubar”, disse ele.

O senhor Bolsonaro tornou-se uma desmoralização para a Câmara. E seu comportamento está estimulando os grupos nazistóides, como o que invadiu o site da apresentadora e cantora Preta Gil, cuja pergunta sobre negros detonou a ira do deputado.

Os outros 512 deputados não podem aceitar que um parlamentar saia por aí dizendo que nossa imunidade parlamentar é “para roubar”.

Se ele acha que é para isso, não tem o direito de tê-la.

 

http://www.tijolaco.com/bolsonaro-seu-destino-e-a-comissao-de-etica/

 

Faltando duas semanas para as eleições presidenciais, Ollanta Humala assume a dianteira nas pesquisas eleitorais no Peru

o ex- militar Ollanta Humala, depois de crescer sustendadamente nas últimas semanas, subiu ao primeiro lugar nas preferências eleitorais e alcançou 21,2% de intenção de voto, à frente dos outros quatro competidores, segundo uma pesquisa de opinião difundida neste domingo, 27, pela radioemissora RPP.

 

A pesquisa da consultora CPI indica que Humala avançou do 4º ao primeiro lugar na última semana, ao subir de 15,7% a 21,2% e deslocou da ponta o ex-presidente Alejandro Toledo, que caiu paralugar ao baixar quase 2 pontos percentuais de 20,5% a 18,6%.

Emlugar se mantém a congressista Keiko Fujimori, que baixou um ponto, de 20% a 19%. Emlugar está o ex-ministro de economia Pedro Pablo Kuczynski, que subiu pouco mais de um ponto, de 14,9% a 16,1%.

Caindo para o 5º lugar se encontra o ex-prefeito de Lima, Luis Castañeda, que na última semana estava em terceiro caindo quase 2 pontos de 17% a 15,5%.

 

A sondagem aponta 27% de indecisos. Manuel Torrado, diretor da CPI, disse à RPP que os indecisos são "sinônimo de um voto mais pensado e informado e que espera recolher mais informação dos candidatos para decidir".

 

Acrescentou que o 1º lugar de Humala atemoriza os setores alto, médio e baixo ascendente, mas não aos setores pobres que não têm "medo da mudança, não se prejudicam porque nunca tiveram nada".

 

Humala comentou que "estamos levando propostas concretas no tema das pensões, da saúde, seguridade social, educação e infra-estrutura que resolvem os problemas concretos da população ‘de a pié (pobres)".

 

Na sexta-feira e no sábado o influente diário El Comercio, editado em Lima, estampou em suas manchetes: "Humala pretende estatizar empresas" e "Plano de governo de Ollanta Humala é estatista e autoritário", respectivamente.

 

Humala esteve em 2006 mais vinculado a Hugo Chávez, porém após perder as eleições diante de Alan García se mostrou mais próximo do ex-presidente esquerdista do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva.

 

De fato, Humala viajou ao Brasil quatro vezes nos últimos tempos, assistiu ao Congresso do Partido dos Trabalhadores em Brasília e durante a última visita oficial de Lula a Lima em fins de 2010, o brasileiro se reuniu por quase uma hora com o candidato.

 

Humala propõe gravar os "lucros extraordinários" das empresas do setor de mineração, cujas exportações constituem 60% do total. Suas propostas preocupam os inversionistas estrangeiros.

 

Em 2006 Humala ganhou as eleições no primeiro turno, mas perdeu no 2º turno ante o atual presidente Garcia que alcançou 52,62% dos votos contra 47,37% de Humala, porém conquistou o 1º lugar em 15 regiões – as mais pobres – das 25 que tem o país.

 

As eleições presidenciais serão em 10 de abril emturno

O principal coordenador do bloco progressista Ganha Peru, Daniel Abugattás, disse que é previsível a intensificação da guerra suja eleitoral contra Humala, depois de sua chegada ao 1º lugar nas preferenciais.

Referiu-se à campanha midiática que aterrorizou a população com notícias falsas ou distorcidas a fim de impedir a vitória de Humala contra Garcia em 2006, objetivo conseguido a duras penas.

A candidata Fujimori sustentou que a preocupa o avanço de Humala porque supostamente é “um perigoso lobo com pele de carneiro”, em alusão ao eficaz estilo persuasivo do postulante progressista.

Kuczynski disse que não acredita nos resultados da pesquisa e lançou ataques similares contra o líder nacionalista, o mesmo que Toledo, que alegou que a mudança constitucional anunciada por Humala é “um salto no escuro”.

Abugattás reiterou que o bloco Ganha Peru, que reúne os partidos nacionalista, socialista e comunista do Peru, recebe com humildade e serenidade o avanço de seu candidato e continuará na campanha para pedir o apoio do povo ao seu plano de reformas para uma redistribuição mais justa da riqueza com maior presença estatal na economia.

30.3.11

Feira Ecológica e os Desafios da Produção Orgânica

 

nota publicada no jornal pioneiro

30/03/2011 | N° 11016

3POR4 | CARLINHOS SANTOS

Pela importância desta manifestação artística, pelo caráter aglutinador, pela sua inserção na construção da cidadania, pela emergência deste movimento na cidade e região, a coluna manifesta seu apoio à criação da Semana do Hip Hop em Caxias do Sul.

 

O projeto da vereadora Denise Pessôa (PT) deverá ter nova rodada de discussões no Legislativo caxiense na próxima semana.

"O progresso da condição humana depende fundamentalmente de que exista gente que se sinta feliz em gastar sua vida a serviço do progresso humano." Pepe Mujica, Presidente do Uruguay

"Ser militante não é carregar uma cruz de sacrifício. É viver a glória interior de lutar pela liberdade em seu sentido transcendente" Pepe Mujica, Presidente do Uruguay

Pepe Mujica: O que seria do mundo sem os militantes?

29 09 2010

Ao fazer minha ronda diária pelos blogues nos quais busco oxigenar minha alma e alimentar o coração, me deparei no Cloaca News com esta preciosidade: um discurso de José Pepe Mujica – militante e presidente do Uruguai.
É de emocionar e nos induz a uma necessária reflexão e a uma natural conclusão: o que a direita brasileira, encastelada nos meios de comunicação e vivendo sob as sombras do obscurantismo de segmentos do Judiciário.

Eis a tradução – ainda que se perca o sentido poético e a densidade emocional que certas definições só consigam exprimir em sua língua de origem:
“Que seria deste mundo sem militantes?
Como seria a condição humana se não houvesse militantes?
Não porque os militantes sejam perfeitos, porque tenham sempre a razão, porque sejam super-homens e não se equivoquem. Não é isso.
É que os militantes não vem para buscar o seu, vem entregar a alma por um punhado de sonhos.
Ao fim e ao cabo, o progresso da condição humana depende fundamentalmente de que exista gente que se sinta feliz em gastar sua vida a serviço do progresso humano.
Ser militante não é carregar uma cruz de sacrifício.
É viver a glória interior de lutar pela liberdade em seu sentido transcendente”.

http://passelivreonline.wordpress.com/2010/09/29/pepe-mujica-o-que-seria-do-mundo-sem-os-militantes/

 

Trabalho, Subjetividade e Saúde

SENSACIONAL. ASSISTA E PARTICIPE AO VIVO EM TEMPO REAL E PARTICIPE DOS DEBATES

Acesse o endereço eletrônico à sua disposição e fique conectado com o evento que está sendo realizado na Fundacentro-SP

WORKSHOP "Trabalho, Subjetividade e Saúde"

 

www.livestream.com/mfts

 

Leia mais sobre o evento de grande sucesso que está sendo realizado na Fundacentro - SP, início 8h30, encerramento 18h.

 

IMPERDÍVEL

 

Entidades promovem em São Paulo eventopara debater busca da efetividade em saúde do trabalhador

 

14/02/201109:46:12

 

 

Será em São Paulo

 

WORKSHOP

 

"Trabalho, Subjetividade e Saúde"

 

Local:             Fundacentro-SP,  Rua Capote Valente, nº710, Térreo, Pinheiros, SãoPaulo-SP, próimo a Estaçã Clíicas do Metrô

 

Data:              30 de março de 2011

 

Coordenador Geral: Prof. Giovanni Alves da Unesp-Marília

 

Promoção:    RET - Rede de Estudos do Trabalho (http://www.estudosdotrabalho.org) e ADESAT - Associação para aDefesa da Saúde no Trabalho(www.adesat.org.br).

 

Apoio:            FUNDACENTRO (Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina doTrabalho), CC-OMS-SO ( Centro Colaborador da Organização Mundial da Saúde emSaúde Ocupacional, ALAL - Associação Latino-Americana de Advogados Laboralistas(www.alal.com.br)

 

Comissão Organizadora

 

Organização Geral: Giovanni Alves (UNESP/RET/ADESAT)

 

Organização Executiva: AndréLuí Vizzaccaro-Amaral (UEL/RET)

 

Organização Programática: Daniel Pestana Mota (ADESAT/RET)

 

Organização de Apoio ao Evento: Maria Maeno (FUNDACENTRO/MTE)

 

Natureza

 

Workshop Trabalho, Subjetividade eSaúde éuma reuniã de trabalho promovida pela Rede deEstudos do Trabalho (RET: www.estudosdotrabalho.org)e pela Associaçã para a Defesa da Saúe no Trabalho (ADESAT: www.adesat.org.br),com o apoio da Fundaçã Jorge Duprat Figueiredo de Seguranç e Medicina doTrabalho (FUNDACENTRO/MTE: www.fundacentro.gov.br),do Centro Colaborador da Organização Mundial de Saúe em Saúe Ocupacional(CC-OMS-SO) e da Asociació Latinoamericana de Abogados Laboristas (ALAL: www.alal.com.br),cuja programaçã foi dividida em dois momentos: (1º) uma programaçã aberta ao púlicointeressado em sua temáica, com uma mesa de debates e uma sessã de lançmento delivro; e (2º)programaçã restrita aos organizadores e ao grupo de trabalho para a elaboraçãdo planejamento de atividades para o ano de 2011.

 

Objetivo

 

Contribuirpara a promoção do diáogo multidisciplinar em torno do eixo temáico"Trabalho e Saúe", criando um espaç de interlocuçã entre as áeas dasciêcias sociais, da saúe e juríicas, e dar início a uma agenda de discussõs e deatividades, ao longo do ano de 2011, cujo propóito éfomentar empíica, ténica ecientificamente o debate acerca dos impactos do trabalho na saúe do trabalhadorneste iníio de séulo e de milêio.

 

PROGRAMAÇÃO:

 

30.03.2011•QUARTA-FEIRA

 

08:30h às 09:00 h

 

MESADE ABERTURA

 

Coordenaçãoda Mesa:Daniel Pestana Mota (Membro Colaborador da RET e Assessor Juríico da ADESAT)

 

Representanteda RET: GiovanniAlves (Coordenador Geral da RET)

 

Representanteda ADESAT: IsmaelPaulo (Presidente da ADESAT)

 

Representanteda FUNDACENTRO:Eduardo A. Costa (Presidente da FUNDACENTRO)

 

Representanteda CC-OMS-SO:Eduardo Algranti (Coordenador do CC-OMS-SO)

 

Representanteda ALAL: LuizSalvador (Presidente da ALAL)

 

09:00 h às 12:00 h

 

MESA DE DEBATES: TRABALHO, SUBJETIVIDADE E SAÚDE

 

Expositor: Giovanni Alves (UNESP/RET/ADESAT)

 

Mediador: AndréLuí Vizzaccaro-Amaral (UEL/RET)

 

Debatedores: Herval Pina Ribeiro (UNIFESP)

 

MariaMaeno (FUNDACENTRO)

 

JorgeLuiz Souto Maior (USP)

 

Maria ElizabethAntunes Lima (UFMG)

 

LuizSalvador (ALAL)

 

MargaridaBarreto (PUC-SP)

 

12:00 h às 13:00 h

 

SESSÃO DE LANÇAMENTO DE LIVRO: DIÁLOGO COM O AUTOR

 

Coordenador: AndréLuí Vizzaccaro-Amaral (UEL/RET)

 

Livro: Trabalhoe Subjetividade. Sã Paulo: Boitempo, 2011.

 

Autor: Giovanni Alves (UNESP/RET/ADESAT) REDE DE ESTUDOS DO TRABALHO WORKSHOP"TRABALHO, SUBJETIVIDADE E SAÚDE" 30 Março 2011 •FUNDACENTRO •São Paulo •SP •Brasil http://www.estudosdotrabalho.org● www.adesat.org.br ● gessc@uol.com.br

 

PROGRAMAÇÃORESTRITA AO GRUPO DE TRABALHO

 

30.03.2011•QUARTA-FEIRA

 

14:30h às 17:30 h

 

REUNIÃO DE TRABALHO DO MOVIMENTO FÓRUM TRABALHO E SAÚDE

Nota de Rodapé: É melhor contar a verdade, Clarín

29 de março de 2011

 

É melhor contar a verdade, Clarín

 

O diário argentino resolve reescrever a verdade ao narrar o bloqueio feito por sindicalistas a sua gráfica,

e os jornais brasileiros embarcam na onda, cometendo uma falsificação indesculpável


O jornal argentino Clarín queixa-se que o governo da presidenta Cristina Kirchner incentiva ataques à imprensa ao não debelar o bloqueio feito na gráfica do diário. O piquete foi realizado entre sábado e domingo últimos pela Central Geral dos Trabalhadores (CGT) e teve a intenção, segundo a empresa, de impedir a circulação de matéria desfavorável ao presidente da CGT, Hugo Moyano.


O maior diário do país vizinho reclama que o governo não cumpriu a tempo ordem judicial que determinava que se garantisse a distribuição da edição dominical. A ministra de Segurança, Nilda Garré, afirma que deu conta do que foi solicitado pelo Judiciário e que a liberdade de expressão não foi afetada.

 

http://1.bp.blogspot.com/-K-JUySstTNs/TZIhSfr8srI/AAAAAAAACjA/Hql4mNeRZVI/s320/276920der3g56.jpg

Capa do Clarín mencionada no texto

 

Até aí, difícil dar fé à versão de qualquer uma das partes, dado que a política da Argentina é das mais complexas de que se tem notícia. Independentemente do que tenha ocorrido, infeliz a declaração do editor de Clarín, Ricardo Roa, de que o jornal nunca passou por esse problema, “nem mesmo nos tempos de ditadura” - a versão de Roa é apoiada por editorial do jornal O Estado de S. Paulo desta terça-feira, 29.

Oras, Clarín, oras, Estadão, vamos falar a verdade: o jornal nunca deixou de circular nos tempos de ditaduras porque sempre as apoiou.

Qualquer argentino se recorda ou viu na escola a fantástica capa de 4 de maio de 1982, que estampava “Já estamos ganhando”, numa alusão a um suposto triunfo na Guerra das Malvinas. “Porque lutamos por uma ideia grande, porque nossos soldados a estão defendendo, porque agora todos sabemos apertar os dentes”, estampava a edição daquele dia, um clássico do “jornalismo”, rapidamente desmentido pelas mortes de soldados que sequer tinham o que comer no gélido sul do país.

Antes disso, no dia do último golpe, em 24 de março de 1976, o Clarín contava em letras garrafais: “Novo governo”. Na sequência, informava que “a prolongada crise política que aflige o país começou a ter seu desenlace nesta madrugada com o afastamento de Maria Martínez de Perón como presidente da nação.” O país ficou menos aflito nos próximos sete anos: 30 mil mortes e centenas de milhares de torturados, centenas de crianças raptadas e adotadas ilegalmente. Entre essas crianças, investigam os argentinos, figuram os filhos da dona do Grupo Clarín, a Rede Globo vizinha. Então, Clarín, convém não falsear a realidade dos fatos.

Indignação seletiva

A indignação seletiva é um fenômeno interessante. A Associação Nacional de Jornais (ANJ), que deveria representar as publicações impressas brasileiras, está em polvorosa com os ataques a seu fraterno Clarín. Afirmou que a atitude dos sindicalistas é “intolerante e antidemocrática” e acusa cumplicidade de Cristina Kirchner. Em outubro passado, quando a Revista do Brasil foi impedida de circular por decisão do Judiciário a favor do PSDB, a ANJ não deu um pio a respeito de intolerância ou ataque à democracia. Não entendi.


João Peres é jornalista e colunista do NR

 

http://www.notaderodape.com.br/2011/03/e-melhor-contar-verdade-clarin.html

 

Tarso Genro decreta luto de três dias pela morte de José Alencar

Em um pronunciamento oficial, o governador Tarso Genro decretou luto oficial de três dias devido ao falecimento do ex-vice-presidente José Alencar, nesta terça-feira (29). Tarso lembrou que ao lado do Alencar passou por episódios políticos muito importantes, e que ele sempre agiu com serenidade e tranquilidade. A agenda do governador foi cancelada para que Tarso possa despedir-se do político, homem que cita como "fiel aos propósitos que o uniu ao presidente Lula".

O velório acontece nesta quarta-feira (30) no Palácio do Planalto, em Brasília. O ex-vice-presidente da República, José Alencar, 79 anos, morreu às 14h41 desta terça (29), no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, em razão de câncer e falência múltipla de órgãos, segundo informou o hospital.

Tarso cancela compromissos
Em função do falecimento do ex-vice presidente da República José Alencar, o governador Tarso Genro cancelou a agenda e estará em Brasília na manhã desta quarta-feira (30). 

Texto: Daiane Roldão
Edição Palácio Piratini (51) 3210.4305

 

http://www.estado.rs.gov.br/direciona.php?key=aW5jPSZpbnQ9bm90aWNpYSZub3RpZD05MDY5MA==

 

deputado jair bolsonaro mostra como pensa e como age a direita reacionária

Eu não assisto o CQC, porque esse programa não traz informações ou noticias importantes.

 

Mas, esse vídeo acho importante porque mostra como pensa e como age a direita reacionária.

 

Lamentável todas as declarações desse deputado jair bolsonaro, que em outras oportunidades já demonstrou o seu ranço ideológico direitista e reacionário.

 

 

 



http://verd.in/3a6

29.3.11

Valeu, Zé!

Uma mensagem a todos os membros de MobilizaçãoBR

http://api.ning.com:80/files/RbfeAjTbXKTCnFQi2RIwbafCggU5AScYEcCGbFFPlj0tryvlthK7OOTOrWh-IVoZmO7-tYKx8ciyccZjiCI2CN8ZEyP1hfiv/zalencar.jpg

Não podemos negar que José Alencar foi um vitorioso na vida. Ele saiu de Muriaé, no interior de Minas e, por 8 anos foi o segundo homem mais poderoso do Brasil. Tinha uma estrela que brilhava diferente e que não se importava em ser coadjuvante de Lula, o melhor presidente do Brasil. E fez esse trabalho muito bem.

 

Poderíamos escrever laudas e laudas sobre o empresário, sobre o político. Poderíamos destacar a sua luta contra o câncer que durou 13 anos e o submeteu a 20 cirurgias. E ele foi firme! Poderíamos destacar a sua simplicidade, sua mineiridade ou um sem número de qualidades que, certamente, ele trouxe consigo durante esses 79 anos.

 

Mas vão os homens e ficam os mitos. Que José Alencar seja lembrado por sua batalha pela vida, por ser aquele homem que não desiste e que vai até o fim. O homem que construiu impérios empresariais, que comandou importantes entidades de classe, que foi um político articulado mas que, sobretudo, trabalhou para fazer esse país melhor e mais justo.

 

Muito obrigado!

 

Equipe MobilizaçãoBR

 

www.twitter.com/mobilizacaobr

 

www.facebook.com/mobilizacaobr

 

NBR exibe, às 19h30, perfil de José de Alencar.

Ex-vice-presidente morreu nesta terça-feira em São Paulo.

 

TVNBR: http://www.info.planalto.gov.br/exec/inf_video.cfm

 

José Alencar a PHA: Não tenho medo da morte, mas da desonra | Conversa Afiada

Publicado em 29/03/2011

 

Em homenagem ao grande brasileiro José Alencar, o Conversa Afiada republica post de 29 de março de 2010:

 

José Alencar a PHA: Não tenho medo da morte, mas da desonra

29/março/2010 17:26


O Conversa Afiada re-exibe entrevista que o vice-presidente José Alencar deu a Paulo Henrique Amorim, para o programa Domingo Espetacular.

 

http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2011/03/29/jose-alencar-a-pha-nao-tenho-medo-da-morte-mas-da-desonra/?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

 

Morre o ex-vice-presidente José Alencar « CartaCapital

Redação Carta Capital

29 de março de 2011 às 14:45h

O ex-vice-presidente José Alencar,79, que lutava contra um câncer no intestino há mais de 10 anos, foi um empresário mineiro que aos sete já ensaiava os primeiros passos rumo aos mundo dos negócios

 

O boletim divulgado no fim da manhã desta terça-feira 29 informava que o ex-vice-presidente apresentava um quadro de oclusão (obstrução) intestinal e peritonite (inflamação do peritônio, uma membrana que reveste a cavidade abdominal), em condições críticas. Raul Cutait, médico integrante da equipe que cuidava de Alencar, havia dito que o tratamento é feito à base de medicamento para aliviar as dores. “Não tem mais condições de tratamento. Estamos dando suporte para ele não sofrer”, afirmou.

 

Com roupa de hospital, deitado numa maca, envolto por aparelhos e sempre com alguma personalidade do universo político ao lado. Essa é a lembrança mais marcante dos últimos dias de vida do ex-vice-presidente José Alencar. Seu delicado histórico médico sobressaiu sua trajetória profissional. Não é para menos, desde 2000, lutava contra um câncer na região abdominal pelo qual passou por inúmeras cirurgias e até tratamento experimental nos Estados Unidos.

 

Mas quem foi o homem de negócios que da pequena Itamuri, em Minas Gerais, ocupou um dos cargos mais importantes da política?

 

José Alencar Gomes da Silva nasceu em 17 de outubro de 1931, num povoado à margem do rio Glória, chamado Itamuri, município de Muriaé, Minas Gerais, é o décimo primeiro descendente do casal Antonio Gomes da Silva e Dolores Peres Gomes da Silva, de um total de 15 filhos. Cedo, aos sete anos, já ensaiava os primeiros passos para os negócios atrás do balcão da loja do pai. Aos 14 anos, decidiu que era hora de ir mais longe. E em Muriaé, ainda no interior de Minas, foi trabalhar numa loja de tecidos. Em 1948, Alencar mudou-se para Caratinga onde trabalhou com vendedor.

 

De vendedor a empresário. Aos 18, com a ajuda do irmão mais velho Geraldo Gomes da Silva, depois de ser emancipado pelo pai, abriu as portas de sua primeira empresa: “A Queimadeira”, em Caratinga.

Ele chegou a morar na própria loja, “atrás da prateleira”, e comer de marmita fazia parte do esforço para baixar os custos e tornar competitiva a lojinha que vendia quase de tudo: tecidos, calçados, chapéus, guarda-chuvas, sombrinhas, armarinhos, etc.

 

Pouco tempo depois, aos 20, casou-se com Mariza Gomes da Silva, com quem teve duas filhas Maria da Graça e Patrícia e um filho Josué, que, atualmente, controla as empresas do pai.

 

Com a morte do irmão Geraldo, Alencar é chamado para assumir os negócios que o mais velho havia iniciado em Ubá. A empresa era a União dos Cometas, de Geraldo Gomes & Cia. Com a reestruturação societária, em homenagem ao principal fundador, adotou a razão social Geraldo Gomes da Silva, Tecidos S.A.

Em 1963, José Alencar construiu a Cia. Industrial de Roupas União dos Cometas, que mais tarde ganharia outro nome, Wembley Roupas S.A.

 

Em 1967, em parceria com o empresário e deputado Luiz de Paula Ferreira, da área de beneficiamento de algodão – fundou, em Montes Claros, a Companhia de Tecidos Norte de Minas, Coteminas, que hoje é uma das maiores empresas do setor têxtil. Com 15 fábricas no Brasil, cinco nos Estados Unidos, uma na Argentina e uma no México, emprega mais de 15 mil trabalhadores.

 

De empresário a vice-presidente. José Alencar quis mais e em 1994 candidatou-se a deputado estadual, ficando em terceiro lugar com 10,71% dos votos válidos. Esse era apenas o começo de sua carreira política. Depois de sua estreia no meio político, Alencar candidatou-se, em 1998, a senador, obtendo quase 3 milhões de votos. Foi durante esse mandato que defendeu o empresariado brasileiro e fez duras críticas ao governo da época pela não realização das reformas política e econômica.

 

Mas um cargo mais alto ainda estava por vir e em 2000, ao comemorar os 50 anos de sua carreira como empresário, numa celebração com a presença de familiares, figuras políticas entre governadores, líderes de partidos, prefeitos e ministros, seu discurso encantaria uma das mais emblemáticas personalidades do cenário político brasileiro, o líder sindical Luiz Inácio Lula da Silva. Na época, ainda não havia sido confirmada sua participação, pela quarta vez, como candidato às eleições para a presidência em 2002, mas saiu daquela festa já sabendo quem era seu vice.

 

Lula não resistiu à figura lutadora, cativante e com espírito nacionalista, que construiu um império, e agora estava no topo do mundo empresarial. Um homem chave para dialogar com o setor empresarial ao lado do governo petista.

 

Mesmo sendo um empresário milionário, Alencar sempre buscou manter sua simplicidade, e aceitou a missão de ser vice do metalúrgico para junto promoverem o desenvolvimento do Brasil, principalmente nas áreas sociais, que mais marcaram o governo Lula.

 

Muito disputado por sua desenvoltura política, Alencar foi assediado por três partidos: o PTB, PSD, mas acabou se desfiliando do PMDB para ingressar no PL que depois mudou o nome para PRB.

 

Antes já havia sido presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais e diretor da Associação Comercial de Minas, além da Câmara de Dirigentes Lojista de Belo Horizonte. No governo Lula, já como vice-presidente, em 2002, se tornou um dos interlocutores do governo com o setor empresarial, como era esperado. Uma aliança partidária histórica, das mais difíceis já realizadas, entre dois partidos com ideologias tão diferentes. Mas o senador Eduardo Suplicy tratou de citar José Alencar, num momento de saudação da aliança, como um empresário de visão social, que emprega 15 mil pessoas. “Juntos, [PT e PL] podem fazer a justiça social que este governo, o governo de Fernando Henrique Cardoso, não fez”, disse Suplicy em junho daquele ano.

 

Alencar e o câncer. Apesar de ter descoberto o câncer em 2000, José Alencar resistiu aos compromissos de vice-presidente. Em sua longa batalha contra o câncer, submeteu-se a um tratamento experimental nos Estados Unidos, com resultado inconclusivo.

 

No final de seu mandato como vice, em 2010, sua saúde estava delicada, sendo necessário inclusive a interrupção do tratamento contra o câncer. Desde então, o estado de saúde de Alencar começou a se agravar.

 

Em janeiro deste ano ele voltou a ser internado na Unidade de Tratamento Intensivo do Hospital Sírio-Libanês com perfurações no intestino, mas recebeu alta para ser homenageado com a comenda de Cidadão Paulistano no dia 25, data do aniversário da cidade. Ele recebeu a Medalha 25 de Janeiro entregue pela presidenta Dilma Rousseff que, no discurso, destacou que participava da cerimônia como Presidenta da República, mas sobretudo como cidadã brasileira “para homenagear uma pessoa de tão profunda dimensão humana que todo o nosso povo aprendeu a respeitar, admirar e amar sem limites [...]nosso eterno vice-presidente da República, José Alencar”, afirmou. Nesse dia, integrantes de vários partidos, tanto de oposição quanto da situação, como o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) e o prefeito Gilberto Kassab (DEM) deixaram de lado as diferenças ideológicas para apertar as mãos do ex-vice.

Dentre as inúmeras visitas que recebeu enquanto internado, Alencar sempre fazia alguma declaração que repercutia na imprensa. Uma delas, em dezembro de 2010, Alencar reclamou ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, sobre a alta dos juros. Algo recorrente em seu mandato. Com o jornalista Ricardo Kotscho, em fevereiro deste ano, falou sobre a aposentadoria do jogador Ronaldo. Ao lado do deputado federal Albano Franco (PSDB-SE), chegou a dizer que estava “preparado para morrer”, mas que pretende “viver até quando for digno”. Em entrevista a Jô Soares no ano passado, José Alencar repetiu mais uma vez a frase que sempre dizia: “Se Deus quiser me levar, ele não precisa do câncer para isso. E se ele não quiser que eu vá, não há câncer que me leve”. O homem resistiu bravamente, e todos os brasileiros foram testemunhas disso.

 

http://www.cartacapital.com.br/politica/um-homem-forte

 

Trabalho Interno | Documentário | Trailer Legendado

28.3.11

.: Mulheres e Mercado de Trabalho :. dia 31, às 17h

Repasso convite do enviado pelo professor Moisés Waismann,

coordenador do Observatório do Trabalho da UCS, para apresentação

do Boletim Mulheres Trabalhadoras em Caxias do Sul, no período de 1999 à 2009.

Convite Lancamento 2 Boletim Especial UCS-DIEES.bmp

26.3.11

SOMOS TODOS ÁRABES > 250 MIL NAS RUAS DE LONDRES CONTRA O ARROCHO

A maior passeata da história de Londres, equivalente talvez às manifestações de 2003 contra a invasão do Iraque, aconteceu neste sábado e paralisou a capital inglesa.

Os manifestantes protestavam contra o arrocho orçamentário decretado pelo primeiro-ministro David Cameron, uma espécie de Tatcher sem laquê.

A exemplo dos demais países ricos, a Inglaterra depois de salvar instituições financeiras imersas na orgia especulativa decidiu que é hora de socializar os custos da operação.

Mr Cameron anunciou o prato principal deste cardápio: cortes de US$ 130 bilhões no orçamento, com os complementos de praxe, ou seja, redução na oferta de serviços públicos, paralisação de obras etc.

Os sindicatos ingleses rejeitam a sugestão do chefe e revidam: porque não aumentar os impostos da banca e eliminar facilidades fiscais das grandes corporações?

Cameron não tem tempo para as ruas.

Está ocupado em bombardear a Líbia, em defesa dos direitos humanos.

LEIA nesta pág. Wallerstein, Krugman, a rebelião também na Islândia e os protestos nos EUA)

 

(Carta Maior; Domingo, 27/03/2011)

 

http://www.cartamaior.com.br/templates/index.cfm

 

OAB: Fundação parece seguir direitos humanos aplicados em Guantánamo

Brasília, 25/03/2011 - O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, afirmou hoje (25) que a crítica feita à OAB pela Fundação Bring Sean Home (Tragam Sean para Casa), criada por amigos do norte-americano David Goldman, pai biológico do menino Sean, é injusta, desmedida e reflete um preconceito em relação à defesa dos direitos humanos.

Na avaliação de Ophir Cavalcante, o conceito de direitos humanos dessa fundação parece ser similar aos praticados em Guantánamo ou aos destinados aos presos cubanos nos Estados Unidos, ou ainda aos de civis mortos em guerras no Oriente Médio.

"Para a entidade, é necessário que, independentemente de onde esteja o menor, os familiares possam exercer o seu direito de visitação livremente, sem ter que se submeter a regras ou imposições desarrazoadas que visam a impedir que haja um simples contato entre a família brasileira e o menor", afirmou o presidente da OAB, destacando que a entidade não ingressa no mérito da questão e, em momento algum, defendeu família A ou B, uma vez que o embate já está judicializado.  

As críticas à OAB foram, feitas no site da Fundação porque Ophir solicitou à presidenta Dilma Rousseff que intercedesse junto ao presidente dos EUA, Barack Obama, para viabilizar que os avós maternos do menino - que vive nos Estados Unidos - pudessem visitá-lo. Sean Goldman foi alvo de disputa desde que sua mãe, a brasileira Bruna Bianchi, o trouxe para o Brasil sem a permissão de David Goldman, em 2004. Bruna morreu em 2008 e o Supremo Tribunal Federal concedeu liminar para que Sean voltasse aos EUA para viver com o pai. A Justiça dos EUA vem negando os pedidos de visitação dos avós brasileiros.

A seguir a íntegra da declaração feita pelo presidente nacional da OAB:

"A OAB não ingressa no mérito da questão, que já se encontra judicializada e em momento nenhum está defendendo família A ou a B, o direito do pai biológico ou pai do brasileiro. O que a Ordem defende é que a família de Sean Goldman no Brasil, com quem o menor passou toda a sua infância, possa ter contato com ele. A crítica feita pela fundação à OAB é injusta, desmedida e reflete um preconceito em relação à defesa dos direitos humanos. Nos parece que o conceito de direitos humanos dessa fundação é similar aos direitos humanos que se pratica em Guantánamo ou aos destinados aos presos cubanos nos Estados Unidos, ou ainda aos de civis mortos em guerras no Oriente Médio. A Ordem sempre defendeu e defende a instituição família. Para á entidade, é necessário que, independentemente de onde esteja o menor, os familiares possam exercer o seu direito de visitação livremente, sem ter que se submeter a regras ou imposições desarrazoadas que visam a impedir que haja um simples contato entre a família brasileira e o menor, que, atualmente, vive nos Estados Unidos".

 

 

http://www.oab.org.br/noticia.asp?id=21623

 

TeleSURtv.net .: Uruguay y Paraguay resaltan importancia de Mercosur en su vigésimo aniversario

El Gobierno de Uruguay destacó la importancia del Mercado Común del Sur (Mercosur), apropósito de cumplirse este sábado su vigésimo aniversario. La celebración de la fecha se efectuará en la clausura del II Encuentro de la Nación Guaraní, en Paraguay.

A través de un comunicado, la Cancillería uruguaya recordó la creación de este organismo, que partió del Tratado de Asunción firmado por Argentina, Brasil, Paraguay y Uruguay.

El texto agrega que luego del establecimiento del organismo se profundizó el diálogo entre los países de la región, así como también se intensificó la cooperación entre los países.

También señala que gracias al ente, el comercio en la región tuvo ganancias   por unos 45 mil millones de dólares, es decir, 10 veces más de lo obtenido en el año fundacional.

"Un ejemplo contundente de esa madurez es el Fondo de Convergencia Estructural del Mercosur (Focem), que tiene hoy casi mil millones de dólares volcados a reducir las diferencias de desarrollo entre los socios", agrega el comunicado.

El mensaje de la Cancillería uruguaya recalcó la necesidad de continuar perfeccionando el organismo, así como también de reflexionar "sobre el sólido patrimonio acumulado a lo largo de este proceso".

Este sábado, el presidente paraguayo, Fernando Lugo asistirá acompañado del vicepresidente de Bolivia, Álvaro García Linera, a un lugar sagrado del pueblo guaraní para los actos conmemorativos de los 20 años de existencia del Mercosur.

El Mercosur fue creado el  26 de marzo de 1991 luego de que los mandatarios de  Argentina, Brasil, Paraguay y Uruguay del momento, firmaran el Tratado de Asunción.

La celebración del aniversario del organismo se realizará este sábado durante  la clausura del II Encuentro Nacional Guaraní, que reúne a originarios de la mencionada etnia de los países que integran el Mercosur.

En la reunión del pueblo nativo, que comenzó el 24 de marzo y culmina este sábado, se debaten temas sobre la territorialidad, el libre tránsito de los originarios por regiones consideradas de la Nación Guaraní dentro de los países del Mercosur y la creación de una instancia permanente para los indígenas, dentro del bloque regional.

El encuentro se efectuará en la región de los Paî Tavyterâ, entre los cerros Jasuka Venda en el departamento de Amambay (centroeste de Paraguay), lugar sagrado para las etnias, donde surgió su Dios Creador.

 

teleSUR - Prensa latina - Rt - Noticias nevada /jl -LD

 

http://www.telesurtv.net/secciones/noticias/90823-NN/uruguay-y-paraguay-resaltan-importancia-de-mercosur-en-su-vigesimo-aniversario/

 

Nota sobre a intervenção militar estrangeira na Líbia

Notícias / Internacional | 14:29        26/03/2011

 

O Partido dos Trabalhadores manifesta seu repúdio e condenação aos ataques militares estrangeiros que estão sendo perpretados contra o território líbio, considerando-os uma verdadeira afronta aos princípios da soberania nacional e da autodeterminação dos povos.

 

Tais ataques, supostamente respaldados pela resolução 1973 do Conselho de Segurança da ONU -- que não contou com o apoio do Brasil --, só poderão resultar em mais perdas de vidas e mais destruição naquele Estado.

 

A garantia dos Direitos Humanos é fundamental, mas não pode servir de pretexto para o uso da força militar e para ações intervencionistas, que tendem a tornar ainda mais penosas as condições de vida das populações locais.

 

O PT soma-se assim aos que exigem a interrupção imediata da intervenção armada na Líbia, e reitera seu apoio às iniciativas que visam construir uma saída política pacífica e negociada para o conflito ali instalado.

 

O PT expressa ainda sua solidariedade ao povo líbio, convicto de que somente a ele deve caber o direito de decidir autonomamente sobre o futuro político daquele país.

 

Rui Falcão

Presidente Nacional (em exercício) do PT

 

Iole Ilíada

Secretária de Relações Internacionais do PT

 

 

http://www.pt.org.br/portalpt/noticias/internacional-1/nota-sobre-a-intervencao-militar-estrangeira-na-libia-50601.html

25.3.11

Sul 21 > Tarso confirma Eduardo de Lima Veiga como novo Procurador-Geral de Justiça do RS

Eduardo Lima Veiga, novo procurador-geral de Justiça - Divulgação/MP

Rachel Duarte

O governador Tarso Genro confirmou o nome de Eduardo de Lima Veiga como Procurador-Geral de Justiça do Estado. Veiga foi escolhido entre os nomes de uma lista tríplice encaminhada ao Piratini pelo Ministério Público estadual. Tarso informou, via assessoria de imprensa, que, após ouvir diversos setores da sociedade, definiu-se por Eduardo de Lima Veiga, que ficou em segundo em segundo lugar, com 305 votos de promotores e procuradores gaúchos. A mais votada, com 426 votos, foi Simone Mariano da Rocha, atual procuradora-geral. O governador ressaltou que os demais integrantes da lista tríplice são, também, qualificados técnica e juridicamente.

Segundo o divulgado pelo Palácio Piratini, para definir o nome do novo procurador-geral, Tarso levou em conta a disposição de cada um em construir um diálogo institucional, envolvendo governo, Ministério Público e prefeitos, e de firmar uma parceria entre Ministério Público Estadual, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Ministério Público Federal, Ministério Público de Contas, Polícia Civil e Brigada Militar para combater o crime organizado e a corrupção. A decisão de fortalecer a integração entre os órgãos de investigação e de realizar ações conjuntas, bem como o apoio dado à constituição do Pacto Republicano Gaúcho foram dois outros fatores que pesaram na escolha do nome.

Por fim, o governador Tarso Genro ressaltou que a autonomia da instituição será respeitada e fortalecida para o pleno desempenho das atribuições constitucionais de seus integrantes.

* Com informações do Governo do RS

 

http://sul21.com.br/jornal/2011/03/tarso-confirma-eduardo-de-lima-veiga-como-novo-procurador-geral-de-justica-do-rs/

 

Cabem 500 pessoas ai???

Caxias do Sul

Presidente do Mariani reúne assinaturas para defender área de lazer

Carregando um documento com 560 assinaturas, colhidas na última semana, o presidente da Associação de Moradores (Amob)...

“Em 2008, na reunião do Orçamento Comunitário, mais de 500 pessoas...”

http://ocaxiense.com.br/

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Essa é a foto do centro comunitário do bairro Mariani.

Cabe lembrar que o espaço para “auditório” é apenas a metade do centro comunitário.

Cabem 500 pessoas ai???

Os 35 anos do golpe argentino > do Blog do Emir Sader

23/03/2011

 

O golpe militar na Argentina fechou o cerco dos regimes de terror no cone sul latino-americano, que havia sido iniciado com o golpe brasileiro de 1964. Diante do governo nacionalista de Velasco Alvarado no Peru e do socialismo cubano, o Brasil era a expressão mais clara da Doutrina de Segurança Nacional, que combinava “ordem” – quando “desordem” era identificado com grupos guerrilheiros – com expansão econômica – mesmo se concentrada de renda e marginalizadora socialmente.

A atração do modelo brasileiro era potencializado pela ação desestabilizadora dos EUA. Henri Kissinger tinha declarado que eles tinham “que salvar o povo chileno das suas próprias loucuras”, quando Allende recém havia sido eleito. Socialismo era questão de “loucura” e devia ser extirpado como uma infecção, na concepção da Doutrina de Segurança Nacional, para a qual as divergências, os conflitos, eram quistos que tinham que ser extirpados.

Depois do Chile e do Uruguai em 1973, a Argentina – onde o primeiro golpe, de 1966, tinha fracassado – se somou ao circulo de ferro do terror, em 24 de março de 1976 – há 35 anos. Da mesma forma que os outros golpes, com o espantalho de que a democracia estava em perigo, que se tratava de movimentos organizados do exterior, que se dava um golpe para salvar a democracia, mas instalaram brutais ditaduras militares.

Como o campo popular era mais forte que no Brasil, a repressão foi também muito mais forte. Se apropriou das experiências acumuladas especialmente no Brasil e no Chile, para a tortura e o fuzilamento dos detidos. Não houve Estádio Nacional, como no Chile, mas desaparecimentos e fuzilamentos maciços. Saíam, às quartas e aos sábados, os vôos da morte, com presos, que eram sedados, acompanhados de capelães do Exército e os corpos eram jogados no mar e no Rio da Prata. As vitimas são calculadas em várias de dezenas de milhares.

Também para a Argentina se fechava um ciclo, aquele iniciado em 1955, com o golpe que derrubou a Perón (que criou o nome “gorila”), o fracassado de 1966 e, finalmente, o de 1976, que implantou as políticas liberais de desregulamentação e de financeirização (época chamada de “plata Dulce”), destruindo o movimento popular e preparando o campo para a década neoliberal de Menem.

Só na década passada a Argentina foi se recuperando, lentamente, dos traumas que sofreu. Um país traumatizado pelo regime de terror, por duas crises de hiperinflação e pela implosão da paridade, que fez com que a Argentina tivesse um brutal retrocesso. (Hobsbawn disse que o maior retrocesso civilizatório da década de 90 se deu na Rússia; em seguida, se deu na Argentina).

O governo dos Kirchner teve uma política clara de resgate da memória das vitimas e dos desaparecidos, de processos contra os responsáveis e de construção de espaços de memória para tudo o que tinha passado. O dia 24 de março ficou reservado para a reflexão sobre o que o país tinha vivido, para que nunca mais volte a ocorrer. Hoje, há 35 anos.

Postado por Emir Sader às 10:27

 

http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=1&post_id=685

24.3.11

Presidente da AMOB Mariani confirma que a decisão no OC 2009 foi para a construção da escola infantil no bairro Mariani

por Valquíria Vita

 

 

 

Avelino mencionou, entretanto, que a creche que está programada para ser construída no bairro Cidade Nova na segunda metade do ano era para ser feita no Mariani, mas o destino teria mudado por causa de um equívoco de digitação.

 

“Eles (da prefeitura) pediram para não comentar isso. Essa creche (no Mariani) foi definida na plenária regional do OC em 2009, mas houve algum erro”, diz o presidente.

 

Feldmann alegou não saber do suposto erro e afirmou que, por enquanto, está mantida a construção de uma creche no Cidade Nova:

 

“Mas pode ser rediscutido onde vai ser. O que não temos condições é de fazer uma creche por bairro.”

 

 

http://ocaxiense.com.br/2011/03/presidente-do-mariani-reune-assinaturas-para-defender-area-de-lazer/

 

Cancion con todos

Salgo a caminar
Por la cintura cosmica del sur
Piso en la region
Mas vegetal del viento y de la luz
Siento al caminar
Toda la piel de america en mi piel
Y anda en mi sangre un rio
Que libera en mi voz su caudal.

Sol de alto peru
Rostro bolivia estaño y soledad
Un verde brasil
Besa mi chile cobre y mineral
Subo desde el sur
Hacia la entraña america y total
Pura raiz de un grito
Destinado a crecer y a estallar.

Todas las voces todas
Todas las manos todas
Toda la sangre puede
Ser cancion en el viento
Canta conmigo canta
Hermano americano
Libera tu esperanza
Con un grito en la voz