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pergunta:

"Até quando vamos ter que agüentar a apropriação da idéia de 'liberdade de imprensa', de 'liberdade de expressão', pelos proprietários da grande mídia mercantil – os Frias, os Marinhos, os Mesquitas, os Civitas -, que as definem como sua liberdade de dizer o que acham e de designar quem ocupa os espaços escritos, falados e vistos, para reproduzir o mesmo discurso, o pensamento único dos monopólios privados?"

Emir Sader

19.10.17

nesta quinta, 19h40, em Caxias!



Na última década, o Estado brasileiro começou a se abrir para políticas rumo a um país mais humano, solidário, democrático. Mas esse mesmo Estado ainda se mostra muito vulnerável à ditadura das elites. Da mesma forma, a economia do país ainda sofre com a hegemonia do capital especulativo, e o sistema tributário continua sendo injusto, recaindo sobre os assalariados e não sobre os ricos e os especuladores. 

Qual é então a revisão necessária – nas perspectivas, ações e prioridades dos setores e movimentos sociais? Essa é a reflexão sobre a qual se debruçaram diversos/as pensadores/as, líderes e especialistas no último ano, gerando propostas para setores estruturais do país, reunidas num livro recém-publicado: "O Brasil que queremos". É sobre essas propostas que Emir Sader vem a Caxias falar. 

~ O livro "O Brasil que queremos" foi publicado pelo Laboratório de Políticas Públicas (LPP) da UERJ. Reúne economistas, físicos, filósofos e diversos/as especialistas, tematizando:
. política industrial, agrária, externa, ambiental, energética, cultural
. crescimento, trabalho, emprego, renda e paz
. reforma tributária, reforma política
. novos desafios na educação e saúde públicas
. democracia de gênero, democracia nas comunicações
. sistema representativo, movimentos sociais
. combate à pobreza, projetos sociais

~ Emir Sader foi um dos idealizadores e organizadores do Fórum Social Mundial e é um dos cientistas sociais mais influentes da América Latina. É autor, co-autor e organizador de dezenas de livros, de editoras nacionais e estrangeiras. Já palestrou em Caxias em 2003, 2009, 2010 e 2012. Neste último, no Congresso Internacional de Direitos Humanos, falando sobre Conjuntura Internacional.

~ Evento dirigido a estudantes, professores/as e profissionais das Ciências Humanas, atuadores/as de movimentos sociais, entidades comunitárias e a todos/as profissionais e cidadãs/ãos entusiastas de "um outro mundo possível". 

~ Entrada franca

~ Inscrições: 
Para o evento "Dilemas e Perspectivas do Brasil Contemporâneo", a realizar-se nos dias 19 e 20 de outubro de 2017, às 19h40, no auditório do Bloco H. 
A inscrição é para ter acesso a certificado de 6 horas, válidas como atividades complementares, mediante participação nas duas atividades.
https://www.ucs.br/site/eventos/dilemas-e-perspectivas-do-brasil-contemporaneo/

~ Realização:
Associação de Microcrédito Popular e Solidário - Acredisol
Curso de Licenciatura em Sociologia - UCS
Sinpro Caxias do Sul

~ Apoio cultural: 
CAEH Bruno Segalla - Gestão Fazer História
Centro Acadêmico Sociologia Florestan Fernandes- Ucs - CASFF
Centro de Estudos, Pesquisa e Direitos Humanos - CEPDH
Graduação em Serviço Social - UCS
SINDISERV - Sindicato dos Servidores Municipais de Caxias do Sul 
Sindicato dos Bancários de Caxias do Sul e Região
DVN Comunicação, Planejamento e Conteúdo (Débora Nonemacher)

~ Mais informações e conteúdos na página do evento no facebook: https://goo.gl/9X3b6i. Acompanha! :)





16.10.17

O Brasil que queremos :: 19 de outubro



Na última década, o Estado brasileiro começou a se abrir para políticas rumo a um país mais humano, solidário, democrático. Mas esse mesmo Estado ainda se mostra muito vulnerável à ditadura das elites. Da mesma forma, a economia do país ainda sofre com a hegemonia do capital especulativo, e o sistema tributário continua sendo injusto, recaindo sobre os assalariados e não sobre os ricos e os especuladores. 

Qual é então a revisão necessária – nas perspectivas, ações e prioridades dos setores e movimentos sociais? Essa é a reflexão sobre a qual se debruçaram diversos/as pensadores/as, líderes e especialistas no último ano, gerando propostas para setores estruturais do país, reunidas num livro recém-publicado: "O Brasil que queremos". É sobre essas propostas que Emir Sader vem a Caxias falar. 

~ O livro "O Brasil que queremos" foi publicado pelo Laboratório de Políticas Públicas (LPP) da UERJ. Reúne economistas, físicos, filósofos e diversos/as especialistas, tematizando:
. política industrial, agrária, externa, ambiental, energética, cultural
. crescimento, trabalho, emprego, renda e paz
. reforma tributária, reforma política
. novos desafios na educação e saúde públicas
. democracia de gênero, democracia nas comunicações
. sistema representativo, movimentos sociais
. combate à pobreza, projetos sociais

~ Emir Sader foi um dos idealizadores e organizadores do Fórum Social Mundial e é um dos cientistas sociais mais influentes da América Latina. É autor, co-autor e organizador de dezenas de livros, de editoras nacionais e estrangeiras. Já palestrou em Caxias em 2003, 2009, 2010 e 2012. Neste último, no Congresso Internacional de Direitos Humanos, falando sobre Conjuntura Internacional.

~ Evento dirigido a estudantes, professores/as e profissionais das Ciências Humanas, atuadores/as de movimentos sociais, entidades comunitárias e a todos/as profissionais e cidadãs/ãos entusiastas de "um outro mundo possível". 

~ Entrada franca

~ Inscrições: 
Para o evento "Dilemas e Perspectivas do Brasil Contemporâneo", a realizar-se nos dias 19 e 20 de outubro de 2017, às 19h40, no auditório do Bloco H. 
A inscrição é para ter acesso a certificado de 6 horas, válidas como atividades complementares, mediante participação nas duas atividades.
https://www.ucs.br/site/eventos/dilemas-e-perspectivas-do-brasil-contemporaneo/

~ Realização:
Associação de Microcrédito Popular e Solidário - Acredisol
Curso de Licenciatura em Sociologia - UCS
Sinpro Caxias do Sul

~ Apoio cultural: 
CAEH Bruno Segalla - Gestão Fazer História
Centro Acadêmico Sociologia Florestan Fernandes- Ucs - CASFF
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Graduação em Serviço Social - UCS
SINDISERV - Sindicato dos Servidores Municipais de Caxias do Sul 
Sindicato dos Bancários de Caxias do Sul e Região
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GRAMSCI: inscrições até 16 de outubro

GRAMSCI: UMA CHAVE PARA A COMPREENSÃO DA CRISE CONTEMPORÂNEA

18 de outubro a 29 de novembro de 2017
Caxias do Sul 
Aulas às quartas-feiras, das 16h30min às 19h30min, no Bloco H, sala 104 - Campus-Sede 
Carga horária de 24 horas - Válidas como atividades complementares 
Promoção: Área do Conhecimento de Humanidades 
Coordenação: Ramone Mincato, Universidade de Caxias do Sul 
Ministrante: Carlos Roberto Winckler, Universidade de Caxias do Sul

PÚBLICO-ALVO
Acadêmicos e profissionais das diversas áreas de conhecimento, militantes de movimentos sociais e virtuais, sindicais e integrantes de partidários políticos.

PROGRAMA
As formas de resolução dos conflitos em contextos históricos de crise: os contextos históricos da unificação italiana ao corporativismo fascista, do welfare state e do neoliberalismo
Conceitos explicativos: hegemonia, contra-hegemonia, sociedade civil, estado, intelectuais, cultura, crise orgânica, bloco histórico e revolução passiva
A função social dos intelectuais e a luta ideológica: mídia, educação e religião
O projeto gramsciano em um mundo globalizado
A revolução passiva à brasileira

INVESTIMENTO
Três parcelas de R$ 67,99; duas parcelas de R$ 100,99 ou à vista por R$ 200,00.

INSCRIÇÕES
Inscrições até 16 de outubro de 2017. Vagas limitadas.
Preencha o FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO e escolha sua forma de pagamento. Se a opção for pelo boleto bancário, imprima-o e efetue o pagamento em qualquer agência bancária. Se após o envio do formulário, você não conseguir imprimir o boleto, ou, em caso de perda, outro poderá ser emitido. Faça aqui a REEMISSÃO DE BOLETO, preencha os dados, imprima-o e efetue o pagamento. .

INFORMAÇÕES
Central de Atendimento - Telefone: (54) 3218-2145 
Extensaocursos@ucs.br - Conheça a UCS - Endereço das Unidades Universitárias

https://www.ucs.br/site/extensao/ciencias-humanas/112/

La Revolución Rusa, según García Linera

Opinión
La Revolución Rusa, según García Linera

¿Qué visión puede tener un revolucionario del siglo XXI en América latina sobre la epopeya de los bolcheviques 100 años después? Nadie mejor que Alvaro García Linera para hacer una reelectura de la revolución bolchevique en su centenario.

En el libro ¿Qué es una revolución?, con el subtítulo De la Revolución Rusa de 1917 a la revolución de nuestros tiempos (Editorial Akal) García Linera rehace toda la trayectoria de las narrativas sobre la Revolución Rusa en un texto denso y lleno de elementos para pensar la contemporaneidad de la revolución.

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Antes que nada García Linera constata la dimensión del fenómeno en sus proporciones históricas: "La revolución soviética de 1917 es el acontecimiento político mundial más importante del siglo XX, pues cambia la historia moderna de los Estados, escinde en dos y a escala planetaria las ideas políticas dominantes, transforma los imaginarios sociales de los pueblos devolviéndoles su papel de sujetos de la historia, innova los escenarios de guerra e introduce la idea de otra opción (mundo) posible en el curso de la humanidad". 

La Revolución Rusa anunció el nacimiento del siglo XX, poniendo la revolución como "referente moral de la plebe moderna en acción".  "Revolución se convertirá en la palabra más reivindicada y satanizada del siglo XX". 

Por ello, "en los últimos 100 años morirán más personas en nombre de la revolución que en nombre de cualquier religión", con la diferencia de que "en la revolución la inmolación es a favor de la liberación material de todos los seres humanos".

Enseguida García Linera encara la revolución como "momento plebeyo", que es "la sociedad en estado de multitud fluida, autorganizada, que se asume a sí misma como sujeto de su propio destino", antes de definir el significado de la Revolución Rusa. Linera critica las visiones reduccionistas de la Revolución Rusa, las que la reducen a la toma del Palacio de Invierno y a la instauración de un nuevo gobierno. "La revolución no constituye un episodio puntual, fechable y fotografiable, sino un proceso largo, de meses y de años, en el que las estructuras osificadas de la sociedad, las clases sociales y las instituciones se licúan y todo, absolutamente todo lo que antes era sólido, normal, definido, previsible y ordenado se diluye en un 'torbellino revolucionario' caótico y creador". 

La combinación extraordinaria de una serie de eventos y factores es lo que hace posible la revolución: "Las revoluciones son acontecimientos excepcionales, rarísimos, que combinan de una manera jamás pensada corrientes de lo más disímiles y contradictorias, que lanzan a la sociedad entera, anteriormente indiferente y apática, a la acción política autónoma".

Una revolución, según García Linera, "es, por excelencia, una guerra de posiciones y una concentrada guerra de movimientos", acercando a Lenin y Gramsci. En la intensa lucha ideológica previa, los bolcheviques se van haciendo políticamente hegemónicos en las clases subalternas. "En realidad, la insurrección de octubre simplemente consagró el poder real alcanzado por los bolcheviques en todas las redes activas de la sociedad laboriosa", que "se presenta más que como 'dualidad de poderes', como 'multitud de poderes locales'".

Así, para García Linera, la contraposición entre revolución y democracia es un falso debate, porque una "revolución es la realización absoluta de la democracia". De la misma forma que es una interpretación equivocada considerar que las revoluciones son imposibles sin una "guerra de movimientos" que construye, a lo largo del tiempo, las condiciones del triunfo revolucionario. Por ello Lenin defiende el concepto de "frente único" en los debates de la Internacional Comunista, explicitado por Gramsci sobre las sociedades orientales y occidentales.

Hay un aspecto universal de la revolución soviética que radica "en la victoria cultural, ideológica, política y moral de las corrientes bolcheviques en la sociedad civil". Enseguida García Linera retoma los términos en que él caracterizó las etapas de la revolución boliviana, al enfocar las relaciones entre el momento jacobino leninista y el momento gramsciano hegemónico. El se refiere al momento jacobino como "el punto de bifurcación de la revolución", que no tiene que ver con un momento de ocupación de instalaciones del viejo poder, ni del desplazamiento de las viejas autoridades. "Las revoluciones del siglo XXI muestran que esto último llega a realizarse por vía de elecciones democráticas".

"El punto de bifurcación o momento jacobino es este epítome de las luchas de clase que desata una revolución", es "un tiempo donde los discursos enmudecen, las habilidades de convencimiento se repliegan y la lucha por los símbolos unificadores se opaca". 

En la revolución cubana fue la batalla de Girón, en el gobierno de Allende el golpe de Pinochet, en Venezuela el paro de actividades de Pdvsa y el golpe de Estado en 2002, en Bolivia el golpe de Estado cívico-prefectural de septiembre de 2008. La importancia de ese momento "jacobino-leninista" radica en instituir "de forma duradera, el monopolio de la coerción, de los impuestos, de la educación pública, de la liturgia del poder y de la legitimidad político-cultural". Esa combinación inseparable de los momentos "hace que una revolución con un momento gramsciano sin un momento leninista sea una revolución trunca, fallida". 

El libro desemboca en la discusión de lo que es el socialismo. García Linera incorpora la idea de que si una revolución no se propaga a otros países termina agotándose. Frente a esa y a otras dificultades, observa: "Uno desearía hacer muchas cosas en la vida, pero la vida nos habilita simplemente a hacer algunas. Uno desearía que la revolución fuera lo más diáfana, pura, heroica, planetaria y exitosa posible  –y está muy bien trabajar por ello– , pero la historia real nos presenta revoluciones más complicadas, enrevesadas y riesgosas. Uno no puede adecuar la realidad a las ilusiones, sino todo lo contrario: debe adecuar las ilusiones y las esperanzas a la realidad a fin de acercarla lo más posible a ellas, enriqueciendo esas ilusiones a partir de lo que la vida real nos brinda y enseña".

En el análisis concreto da la dinámica de la Revolución Rusa, García Linera advierte de que "ninguna revolución tiene un contenido predeterminado", lo que fue generando el carácter de la Revolución Rusa fue la forma en que  los bolcheviques fueron encarando las trasformaciones revolucionarias. "El socialismo no es la estatización de los medios de producción", sino, en términos leninistas: "no es más que el monopolio capitalista del Estado puesto al servicio de todo el pueblo y que, por ello, ha dejado de ser monopolio capitalista". 

"... el socialismo jamás podrá ser la socialización o la democratización de la pobreza, porque fundamentalmente es la creciente socialización de la riqueza material". "A contracorriente de lo que la izquierda mundial creyó durante todo el siglo XX, la estatización de los grandes medios de producción, de la banca y del comercio no instaura un nuevo modo de producción ni instituye una nueva lógica económica –mucho menos el socialismo– , porque no es la socialización de la producción". "En otras palabras, uno de los fetiches de la izquierda fallida del siglo XX: 'la propiedad del Estado es sinónimo de socialismo', es un error, una impostura. Incluso hoy se tiene un izquierdismo edulcorado que, desde la cómoda cafetería en la que planifica terribles revoluciones a partir de la espuma del capuchino le reclama a los gobiernos progresistas más estatizaciones para instaurar el socialismo inmediatamente". 

En la parte final del libro García Linera se detiene en una de sus (justas) obsesiones actuales: el rol del tiempo en la resolución de los problemas económicos. En el se demuestra el fracaso total del comunismo de guerra y como Lenin justifica e introduce a la NEP (Nueva Política Económica) para organizar la economía soviética en las condiciones de enorme retroceso social provocado por las devastaciones del país. 

"La regla básica del marxismo de que la base material de la sociedad influye las otras esferas no siempre es tomada en cuenta por los revolucionarios, que pueden llegar a sobredimensionar la voluntad y la acción política como motores de cambio". Sin embargo, "sin base material, no existen potencialidades revolucionarias que espolear y, por tanto, devienen en impotencia discursiva". La NEP derrumba buena parte de las ilusas concepciones pre-constituidas acerca de la construcción del socialismo, ayuda a precisar lo que el socialismo es en realidad y fija con claridad las prioridades que una revolución en marcha debe resolver.

"El socialismo como construcción de nuevas relaciones económicas no puede ser una construcción estatal ni una decisión administrativa; sino, por encima de todo, una obra mayoritaria, creativa y voluntaria de las propias clases trabajadoras que van tomando en sus manos la experiencia de nuevas maneras de producir y gestionar la riqueza".

Así, "la lucha por un nuevo sentido común y estructuras organizativas de las clases trabajadoras son las tareas fundamentales en el proceso revolucionario". "La economía y la revolución mundial representan entonces las preocupaciones post insurreccionales".

"En síntesis, el socialismo es un larguísimo período histórico de intenso antagonismo social, en el que, en lo económico, las relaciones capitalistas de producción y la lógica del valor de cambio siguen vigentes, pero que, en su interior, desde sus entrañas, en el ámbito local, nacional, surgen una y otra vez incipientes, intersticiales y fragmentarias formas de trabajo comunitario, asociado, que pugna por expandirse a escalas regionales y nacionales". "El socialismo no es pues un modo de producción ni un destino. Es un espacio histórico de intensas luchas de clases..."

¿Por qué fracasó la revolución soviética? Porque no ha logrado ensamblarse con otras revoluciones. Y porque el Estado ha asumido el protagonismo de los cambios y las decisiones sociales, lo cual es un camino rápido al fracaso. Pero quedó de esa revolución la experiencia más prolongada de una revolución social. 

"Hoy recordamos la revolución soviética porque existió, porque por un segundo despertó en los plebeyos del mundo la esperanza de que era posible construir otra sociedad..." "Pero también la recordamos porque fracasó de manera estrepitosa, devorando las esperanzas de toda una generación de clases subalternas."

Aunque cito a García Linera ampliamente para darle la palabra de forma textual, aunque sea un libro relativamente pequeño –cerca de 100 páginas–, estoy seguro de que hay muchos otros argumentos que vale la pena que  consideremos hoy. Pero bastan esos para que se reafirme que la mejor fuente para encarar el pasado, el presente y el futuro es la práctica revolucionaria, que permite a García Linera extraer ese conjunto de extraordinarias lecciones. En comparación con seminarios tristes, encerrados en claustros académicos, que celebran los cien años de 1917, lejos de la realidad histórica y política contemporánea este texto reafirma a García Linera como el intelectual latinoamericano contemporáneo más importante.

https://www.pagina12.com.ar/45597-la-revolucion-rusa-segun-garcia-linera



13.10.17

O BRASIL QUE QUEREMOS



Na última década, o Estado brasileiro começou a se abrir para políticas rumo a um país mais humano, solidário, democrático. Mas esse mesmo Estado ainda se mostra muito vulnerável à ditadura das elites. Da mesma forma, a economia do país ainda sofre com a hegemonia do capital especulativo, e o sistema tributário continua sendo injusto, recaindo sobre os assalariados e não sobre os ricos e os especuladores. 

Qual é então a revisão necessária – nas perspectivas, ações e prioridades dos setores e movimentos sociais? Essa é a reflexão sobre a qual se debruçaram diversos/as pensadores/as, líderes e especialistas no último ano, gerando propostas para setores estruturais do país, reunidas num livro recém-publicado: "O Brasil que queremos". É sobre essas propostas que Emir Sader vem a Caxias falar. 

~ O livro "O Brasil que queremos" foi publicado pelo Laboratório de Políticas Públicas (LPP) da UERJ. Reúne economistas, físicos, filósofos e diversos/as especialistas, tematizando:
. política industrial, agrária, externa, ambiental, energética, cultural
. crescimento, trabalho, emprego, renda e paz
. reforma tributária, reforma política
. novos desafios na educação e saúde públicas
. democracia de gênero, democracia nas comunicações
. sistema representativo, movimentos sociais
. combate à pobreza, projetos sociais

~ Emir Sader foi um dos idealizadores e organizadores do Fórum Social Mundial e é um dos cientistas sociais mais influentes da América Latina. É autor, co-autor e organizador de dezenas de livros, de editoras nacionais e estrangeiras. Já palestrou em Caxias em 2003, 2009, 2010 e 2012. Neste último, no Congresso Internacional de Direitos Humanos, falando sobre Conjuntura Internacional.

~ Evento dirigido a estudantes, professores/as e profissionais das Ciências Humanas, atuadores/as de movimentos sociais, entidades comunitárias e a todos/as profissionais e cidadãs/ãos entusiastas de "um outro mundo possível". 

~ Inscrições: https://goo.gl/z1CpVz

~ Realização:
Associação de Microcrédito Popular e Solidário - Acredisol 
Curso de Licenciatura em Sociologia - UCS
Sinpro Caxias do Sul

~ Apoio cultural: 
Centro Acadêmico Sociologia Florestan Fernandes- Ucs - CASFF
Centro de Estudos, Pesquisa e Direitos Humanos - CEPDH
Graduação em Serviço Social - UCS
SINDISERV - Sindicato dos Servidores Municipais de Caxias do Sul 
Sindicato dos Bancários de Caxias do Sul e Região
DVN Comunicação, Planejamento e Conteúdo (Débora Nonemacher)

~ Mais informações e conteúdos na página do evento no facebook: https://goo.gl/9X3b6i. Acompanha! :)

O BRASIL QUE QUEREMOS



Na última década, o Estado brasileiro começou a se abrir para políticas rumo a um país mais humano, solidário, democrático. Mas esse mesmo Estado ainda se mostra muito vulnerável à ditadura das elites. Da mesma forma, a economia do país ainda sofre com a hegemonia do capital especulativo, e o sistema tributário continua sendo injusto, recaindo sobre os assalariados e não sobre os ricos e os especuladores. 

Qual é então a revisão necessária – nas perspectivas, ações e prioridades dos setores e movimentos sociais? Essa é a reflexão sobre a qual se debruçaram diversos/as pensadores/as, líderes e especialistas no último ano, gerando propostas para setores estruturais do país, reunidas num livro recém-publicado: "O Brasil que queremos". É sobre essas propostas que Emir Sader vem a Caxias falar. 

~ O livro "O Brasil que queremos" foi publicado pelo Laboratório de Políticas Públicas (LPP) da UERJ. Reúne economistas, físicos, filósofos e diversos/as especialistas, tematizando:
. política industrial, agrária, externa, ambiental, energética, cultural
. crescimento, trabalho, emprego, renda e paz
. reforma tributária, reforma política
. novos desafios na educação e saúde públicas
. democracia de gênero, democracia nas comunicações
. sistema representativo, movimentos sociais
. combate à pobreza, projetos sociais

~ Emir Sader foi um dos idealizadores e organizadores do Fórum Social Mundial e é um dos cientistas sociais mais influentes da América Latina. É autor, co-autor e organizador de dezenas de livros, de editoras nacionais e estrangeiras. Já palestrou em Caxias em 2003, 2009, 2010 e 2012. Neste último, no Congresso Internacional de Direitos Humanos, falando sobre Conjuntura Internacional.

~ Evento dirigido a estudantes, professores/as e profissionais das Ciências Humanas, atuadores/as de movimentos sociais, entidades comunitárias e a todos/as profissionais e cidadãs/ãos entusiastas de "um outro mundo possível". 

~ Inscrições: https://goo.gl/z1CpVz

~ Realização:
Associação de Microcrédito Popular e Solidário - Acredisol 
Curso de Licenciatura em Sociologia - UCS
Sinpro Caxias do Sul

~ Apoio cultural: 
Centro Acadêmico Sociologia Florestan Fernandes- Ucs - CASFF
Centro de Estudos, Pesquisa e Direitos Humanos - CEPDH
Graduação em Serviço Social - UCS
SINDISERV - Sindicato dos Servidores Municipais de Caxias do Sul 
Sindicato dos Bancários de Caxias do Sul e Região
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11.10.17

PRIVATIZAÇÕES: A DISTOPIA DO CAPITAL



PRIVATIZAÇÕES: A DISTOPIA DO CAPITAL

O filme de Silvio Tendler ilumina e esclarece a lógica da política em tempos marcados pelo crescente desmonte do Estado brasileiro. A visão do Estado mínimo; a venda de ativos públicos ao setor privado; o ônus decorrente das políticas de desestatização traduzidos em fatos e imagens que emocionam e se constituem em uma verdadeira aula sobre a história recente do Brasil. Assim é Privatizações: a Distopia do Capital.

Em 56 minutos de projeção, intelectuais, políticos, técnicos e educadores traçam, desde a era Vargas, o percurso de sentimentos e momentos dramáticos da vida nacional. A perspectiva da produtora e dos realizadores é promover o debate em todas as regiões do país como forma de avançar "na construção da consciência política e denunciar as verdades que se escondem por trás dos discursos hegemônicos", afirma Silvio Tendler.

Vale registrar, ainda, o fato dos patrocinadores deste trabalho, fruto de ampla pesquisa, serem as entidades de classe dos engenheiros. Movido pelo permanente combate à perda da soberania em espaços estratégicos da economia, o movimento sindical tem a clareza de que "o processo de privatizações da década de 90 é a negação das premissas do projeto de desenvolvimento que sempre defendemos".

Caliban Cinema e Conteúdo - publicado em 09/10/2014
Filme: https://www.youtube.com/watch?v=A8As8mFaRGU&feature=youtu.be




10.10.17

Gramsci: inscrições até 16/10

GRAMSCI: UMA CHAVE PARA A COMPREENSÃO DA CRISE CONTEMPORÂNEA

18 de outubro a 29 de novembro de 2017
Caxias do Sul 
Aulas às quartas-feiras, das 16h30min às 19h30min, no Bloco H, sala 104 - Campus-Sede 
Carga horária de 24 horas - Válidas como atividades complementares 
Promoção: Área do Conhecimento de Humanidades 
Coordenação: Ramone Mincato, Universidade de Caxias do Sul 
Ministrante: Carlos Roberto Winckler, Universidade de Caxias do Sul

PÚBLICO-ALVO
Acadêmicos e profissionais das diversas áreas de conhecimento, militantes de movimentos sociais e virtuais, sindicais e integrantes de partidários políticos.

PROGRAMA
As formas de resolução dos conflitos em contextos históricos de crise: os contextos históricos da unificação italiana ao corporativismo fascista, do welfare state e do neoliberalismo
Conceitos explicativos: hegemonia, contra-hegemonia, sociedade civil, estado, intelectuais, cultura, crise orgânica, bloco histórico e revolução passiva
A função social dos intelectuais e a luta ideológica: mídia, educação e religião
O projeto gramsciano em um mundo globalizado
A revolução passiva à brasileira

INVESTIMENTO
Três parcelas de R$ 67,99; duas parcelas de R$ 100,99 ou à vista por R$ 200,00.

INSCRIÇÕES
Inscrições até 16 de outubro de 2017. Vagas limitadas.
Preencha o FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO e escolha sua forma de pagamento. Se a opção for pelo boleto bancário, imprima-o e efetue o pagamento em qualquer agência bancária. Se após o envio do formulário, você não conseguir imprimir o boleto, ou, em caso de perda, outro poderá ser emitido. Faça aqui a REEMISSÃO DE BOLETO, preencha os dados, imprima-o e efetue o pagamento. .

INFORMAÇÕES
Central de Atendimento - Telefone: (54) 3218-2145 
Extensaocursos@ucs.br - Conheça a UCS - Endereço das Unidades Universitárias

https://www.ucs.br/site/extensao/ciencias-humanas/112/

Cancion con todos

Salgo a caminar
Por la cintura cosmica del sur
Piso en la region
Mas vegetal del viento y de la luz
Siento al caminar
Toda la piel de america en mi piel
Y anda en mi sangre un rio
Que libera en mi voz su caudal.

Sol de alto peru
Rostro bolivia estaño y soledad
Un verde brasil
Besa mi chile cobre y mineral
Subo desde el sur
Hacia la entraña america y total
Pura raiz de un grito
Destinado a crecer y a estallar.

Todas las voces todas
Todas las manos todas
Toda la sangre puede
Ser cancion en el viento
Canta conmigo canta
Hermano americano
Libera tu esperanza
Con un grito en la voz