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"Até quando vamos ter que agüentar a apropriação da idéia de 'liberdade de imprensa', de 'liberdade de expressão', pelos proprietários da grande mídia mercantil – os Frias, os Marinhos, os Mesquitas, os Civitas -, que as definem como sua liberdade de dizer o que acham e de designar quem ocupa os espaços escritos, falados e vistos, para reproduzir o mesmo discurso, o pensamento único dos monopólios privados?"

Emir Sader

29.5.13

Assentamento em Minas inicia transição do café convencional ao orgânico | MST - Movimento dos Trabalhadores Sem Terra

Assentamento em Minas inicia transição do café convencional ao orgânico

29 de maio de 2013


Por José Coutinho Júnior
Da Página do MST

O assentamento Primeiro do Sul, localizado no município de Campo do Meio (MG), foi resultado de uma ocupação do MST em novembro de 1996. Um ano depois, a área foi desapropriada.

São 40 famílias assentadas, em uma área de 887 hectares.

Cada família tem em média 14 hectares de terra para cultivar.

A produção é bem diversificada, com as famílias produzindo café, feijão, milho, banana, frutas, leite, gado de corte.

Mas a principal atividade econômica é a cultura do café, por se tratar de um cultivo predominante na região. E no último período, as famílias iniciam um projeto de transição do cultivo do café convencional para o orgânico.
 
Segundo Roberto Carlos do Nascimento, do setor de produção do MST e membro da diretoria da cooperativa do assentamento, o café orgânico dará ao produtor independência econômica e um produto de maior qualidade.

“O produtor, na lógica de produção do café convencional, acaba trabalhando para a indústria e não tendo retorno nenhum. O cultivo de orgânicos possibilita a ele produzir a própria matéria-prima para atuar na adubação do café. Isso faz com que o capital dele gire em sua propriedade, sem depender da indústria externa”.

Confira a entrevista de Roberto Carlos para a página do MST sobre a produção de café do assentamento Primeiro do Sul:

Quantas sacas de café o assentamento Primeiro do Sul produz?

Este ano a produção está estimada em 2500 sacas de café. Temos em torno de 500 mil plantas de café plantadas, com diferentes idades, e acreditamos que daqui há dois, três anos estaremos colhendo de 3500 a 4 mil sacas de café.

Há alguma dificuldade na comercialização do café?

O café não tem dificuldade para ser comercializado. Você produziu, vende. A dificuldade que enfrentamos está no preço, porque é o mercado que determina o valor da saca, não o produtor. Mas independente do preço sempre tem um comprador.

Quem compra as sacas do assentamento?


Comercializamos nas cooperativas regionais. Ainda não temos nossa estrutura para comercializar toda nossa produção. Uma pequena parte do nosso café nós conseguimos torrar, empacotar, moer e comercializar, mas é uma porcentagem muito baixa se comparado à nossa produção geral.

Há planos para desenvolver o assentamento?


Estamos criando uma cooperativa camponesa na região. O processo de regulação dela está na junta comercial para aprovação do estatuto e ata. Dentro de dois meses teremos o CNPJ e a documentação em dia, para na prática começar a implementar as propostas.

Também participamos de um pré-projeto do Terra Forte (programa do governo que vai investir R$ 600 milhões em projetos de agroindústria para assentamentos da Reforma Agrária).Temos outro projeto na questão da industrialização do café, como montar um torrefação, que já há uma possibilidade bem real de sair em parceria com o Incra, com objetivo de podermos empacotar, moer e comercializar pelo menos 35% da nossa produção.

Por que o assentamento decidiu iniciar a produção de café orgânico?


Para ter um produto de melhor qualidade, tanto para as famílias que trabalham quanto para os consumidores, pois o orgânico reflete na questão da saúde de todos. Além disso, os insumos industrializados comprometem muito o resultado da produção do agricultor.

O produtor, na lógica de produção do café convencional, acaba trabalhando para a indústria e não tendo retorno nenhum. O cultivo de orgânicos possibilita a ele produzir a própria matéria-prima para atuar na adubação do café. Isso faz com que o capital dele gire em sua propriedade, sem depender da indústria externa.

Qual o lucro que os produtores obtêm do cultivo convencional do café?

No preço que está hoje para produzir, o produtor não tem lucro.  A saca de café na região custa em torno de R$ 300,00. Nesse valor o que o produtor ganha está praticamente empatando o custo de produção dele.
 
E que vantagens econômicas o café orgânico oferece?

Tem uma cooperativa na nossa região que exporta o café orgânico, e vende a saca 50% mais caro que o convencional. Eles exportam a saca do café a R$450, e recebem outros benefícios por fazer parte do comércio solidário. O café orgânico exige mais mão de obra para desenvolver. Nesse sentido é importante que ele seja desenvolvido na agricultura familiar, já que há essa disponibilidade de força de trabalho.

Como essa transição está sendo feita?

Conseguimos um projeto com o CNPQ de transição de 21 famílias que vai durar dois anos. A partir desses trabalhos assistidos, vamos ter bem mais facilidade em realizar a transição com outras famílias, pois teremos o exemplo prático de como se dá a transição do convencional para o orgânico.

As famílias que participam do projeto vão ter um resultado que vai possibilitar a implantação desse cultivo em outras áreas. Acreditamos que dentro de três a quatro anos nós vamos ter pelo menos 50% das famílias produtoras já tendo uma área de seu lote com café orgânico.

Quais os desafios dessa transição?

Nosso solo no geral foi muito degradado, pois onde foram feitos os assentamentos, a terra já vinha sendo trabalhada há muitos anos com máquinas e uso de químicos. Outra dificuldade é o produtor conseguir a própria matéria prima para suprir a necessidade nutricional da planta. A família assentada ainda não tem condições de produzir insumos.

Também estamos numa região em que o café é uma monocultura, então há influência externa das cooperativas, que apresentam uma facilidade inicial ao produtor, mas que a médio e longo prazo todo o lucro acaba sendo direcionado para as cooperativas, e o produtor não recebe seu lucro.

Como funcionam estas cooperativas?

A maioria dos sócios destas cooperativas são pequenos produtores, mas quem dirige são os grandes. Não tem nenhum pequeno produtor que é parte da diretoria. Tem cooperativas lá com 2 mil sócios, sendo que 1800 são pequenos agricultores. O pequeno serve de escada para essa estrutura de cooperativa.

Por isso a importância de criarmos uma cooperativa do Movimento, diferente da convencional: ao final do ano, o que a cooperativa ganhar será distribuído para as famílias. Nas convencionais os produtores filiados nem sabem qual foi o lucro da cooperativa, muito menos fazem parte do rateio no fim do ano.

Como é a relação do assentamento com essas cooperativas?

No início, teve muito preconceito das cooperativas e foi difícil nos aproximarmos. Quando o assentamento começou a produzir, elas foram aproximando, e hoje há disputa de cooperativa dentro do assentamento pela filiação das famílias.

As famílias assentadas representam um grupo importante para as cooperativas. Nesse sentido a gente tem dificuldade de implementar a discussão do MST da importância de trabalhar com uma produção alternativa, sem degradar o meio ambiente. Tanto para pautar este tema como para melhorar a situação econômica das famílias é que estamos organizando a nossa cooperativa.
 
Existem outros assentamentos na região que vão se beneficiar da cooperativa do Movimento?

Estamos com dois assentamentos e um pré-assentamento na região, além de um acampamento em Campo do Meio que, se for desapropriado, pode assentar 350 famílias. Vai ser um potencial muito importante para a região quando tivermos definido o assentamento na área, já que teremos mais de 400 famílias produtoras.

http://www.mst.org.br/Assentamento-em-Minas-Gerais-inicia-transicao-do-cafe-convencional-ao-organico

Manifesto defende manutenção da maioridade penal em 18 anos de idade | Brasil de Fato

Manifesto defende manutenção da maioridade penal em 18 anos de idade

Texto com 150 assinaturas de cidadãos e organizações afirma que “reduzir maioridade penal é inconstitucional e representa decreto de falência do Estado"

28/05/2013

 

da Redação

 

Um conjunto de movimentos sociais, centrais sindicais, entidades estudantis, organizações da juventude, pastorais, organizações não-governamentais, intelectuais e especialistas na área do Direito divulgou, nesta terça-feira (28), um manifesto contra a redução da maioridade penal.

O documento, lançado com 150 assinaturas de cidadãos e organizações sociais, afirma que “reduzir a maioridade penal é inconstitucional e representa um decreto de falência do Estado brasileiro, por deixar claro à sociedade que a Constituição é letra-morta e que as instituições não têm capacidade de realizar os direitos civis e sociais previstos na legislação”.

Entre os signatários do manifesto estão o professor emérito da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), Fábio Konder Comparato; a filósofa Marilena Chauí; o desembargador Tribunal de Justiça de São Paulo, Alberto Silva Franco; o bispo emérito de São Félix do Araguaia, Pedro Casaldáliga; e o presidente do PT, Rui Falcão.

O documento é assinado também pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), União Nacional dos Estudantes (UNE), União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), Coordenação Nacional de Entidades Negras (CONEN) e Associação dos Juízes pela Democracia (AJD).

“Somos contrários à redução da maioridade penal e defendemos, para resolver os problemas com a segurança pública, que o Estado brasileiro faça valer o que está na Constituição, especialmente os artigos relacionados aos direitos sociais”, defendem no texto.

Os signatários denunciam ainda a postura dos grandes meios de comunicação para impor uma mudança na legislação. “A grande mídia tem feito uma campanha baseada na criação de um clima de medo e terror, para construir um apoio artificial das famílias brasileiras à liberação da prisão de seus filhos e netos como solução para a segurança pública. Autoridades aproveitam esse clima para, de forma oportunista, se colocarem como pais e mães dessas propostas”, afirma o documento.

O manifesto está aberto para adesões pelo endereço http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2013N40858.

 

Abaixo, leia o manifesto e saiba quem assinou:

 

Manifesto contra a redução da maioridade penal

 

Nós, cidadãos brasileiros e organizações sociais, manifestamos preocupação com as declarações de autoridades e com a campanha dos grandes meios de comunicação em defesa de projetos de lei que visam reduzir a maioridade penal ou prolongar o tempo de internação de crianças e adolescentes em medida socioeducativa.

A grande mídia tem feito uma campanha baseada na criação de um clima de medo e terror, para construir um apoio artificial das famílias brasileiras à liberação da prisão de seus filhos e netos como solução para a segurança pública. Autoridades aproveitam esse clima para, de forma oportunista, se colocarem como pais e mães dessas propostas.

Dados da ONU apontam que uma minoria de países definem o adulto como pessoa menor de 18 anos. De acordo com a Unicef, de 53 países, sem contar o Brasil, 42 adotam a maioridade penal aos 18 anos ou mais, o que corresponde às recomendações internacionais de existência de um sistema de justiça específico para julgar, processar e responsabilizar autores de delitos abaixo dos 18 anos. Ou seja, a legislação brasileira é avançada por ser especializada para essa faixa etária.

Não existe uma solução mágica para os problemas na área de segurança pública que nosso País vivencia. A redução da maioridade penal ou o prolongamento do tempo de internação não passam de uma cortina de fumaça para encobrir os reais problemas da nossa sociedade.

A universalização da educação de qualidade em todos os níveis e o combate à violenta desigualdade social, somados a programas estruturantes de cidadania, devem ser utilizados como instrumentos principais de ação em um País que se quer mais seguro e justo.

Os dados do sistema carcerário nacional – em que 70% dos presos reincidem na prática de crimes - demonstram que essas mesmas “soluções mágicas” só fizeram aumentar os problemas. O encarceramento das mulheres cresce assustadoramente e, com relação às crianças e adolescentes, o que se vê são os mesmos problemas dos estabelecimentos direcionados aos adultos: superlotação, práticas de tortura e violações da dignidade da pessoa humana.

Reduzir a maioridade penal é inconstitucional e representa um decreto de falência do Estado brasileiro, por deixar claro à sociedade que a Constituição é letra-morta e que as instituições não têm capacidade de realizar os direitos civis e sociais previstos na legislação.

Às crianças, adolescentes e jovens brasileiros, defendemos o cuidado, pois são eles que construirão a Nação brasileira das próximas décadas. Cuidar significa investimento em educação, políticas sociais estruturantes e, sobretudo, respeito à dignidade humana.

Por isso, somos contrários à redução da maioridade penal e defendemos, para resolver os problemas com a segurança pública, que o Estado brasileiro faça valer o que está na Constituição, especialmente os artigos relacionados aos direitos sociais.

 

Cidadãos brasileiros:

Fábio Konder Comparato- Professor Emérito da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo

Marilena Chauí, Professora titular de Filosofia Política e História da Filosofia Moderna da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP)

Alberto Silva Franco - desembargador TJSP e membro-fundador do IBCRIM - Instituto Brasileiro de Ciências Criminais

Pedro Casaldáliga, bispo emérito de São Félix do Araguaia

Rui Falcão, presidente do PT

Altamiro Borges, jornalista e membro do Comitê Central do PCdoB

Eric Nepomuceno, jornalista e escritor

Dora Martins - Juíza de direito

José Henrique Rodrigues Torres - Juiz de Direito, Presidente da AJD

Kenarik Boujikian - Juíza de Direito

Severine Carmen Macedo, Secretária Nacional de Juventude.

Adriana Del Compari Maia da Cunha advogada

Aldimar de Assis, Presidente do Sindicato dos Advogados de São Paulo

Alessandro da Silva, Juiz do trabalho em Santa Catarina, membro da AJD

Alexandre Bizzotto - Juiz de Direito Criminal - Goiás

Alexandre Morais da Rosa. Professor Adjunto da UFSC. Membro da AJD.

Alexandre T. Mandi - especialista em Direito Constitucional pela PUC-Campinas e mestrando em Economia Social e do Trabalho na UNICAMP

Ana Paula Alvarenga Martins - Juíza do Trabalho - TRT

Ana Paula Costa Gamero – advogada

Andre Augusto Salvador Bezerra- Juiz de Direito da Comarca da Capital, São Paulo

André Vaz Porto Silva - Juiz da 1ª Vara Criminal de

Andreza Lima de Menezes – advogada

Ângela Konrath - Juíza do Trabalho - Santa Catarina

Antonio V. Barbosa de Almeida – Advogado

Arthur Henrique da Silva Santos- Presidente do Instituto de Cooperação da CUT e Diretor da Fundação Perseu Abramo.

Bruno Vinicius Stoppa Carvalho

Carlos Augusto Abicalil- Assessor Parlamentar e Deputado Federal PT-MT 2003-2011

Carlos Eduardo Oliveira Dias - Juiz do Trabalho - TRT,

Cassiana Tormin- Jornalista e Vereadora de Luziânia-GO

Célia Regina Ody Bernardes - Juíza Federal Substituta/SJDF

Claudia da Cruz Simas de Rezende – advogada

Comarca de Pedro Afonso -TO.

Didi Viana, Vice-Prefeito de Luziânia-GO do Trabalho de Jaciara - MT

Douglas Belchior - Professor da Rede Pública Estadual de SP e Membro do Conselho UNEafro-Brasil

Eduardo Guimarães, blogueiro

Eduardo Manzano, médico, Presidente de honra da ONG Comsaúde, e vereador em Porto Nacional

Emiliano José, Bahia, jornalista e escritor

Erenay Martins, Professor da Rede Municipal de Educação de São Paulo

Erick Le Ferreira – advogado

Fabio Prates da Fonseca, juiz de direito, são Paulo

Fernanda Afonso - Juíza de Direito - São Paulo

Fernanda Menna Peres - Juíza de Direito - São Paulo

Fernando Antônio de Lima - juiz de direito no Juizado Especial de Jales-SP

Flora Vaz Cardoso Pinheiro – advogada

Gabriel Medina, coordenador de Juventude da Prefeitura de São Paulo

Geraldo Prado - Juiz de Direito - Rio de Janeiro

Gerivaldo Neiva - Juiz de Direito. membro da AJD e LEP-BR. - Bahia

Gilberto Maringoni - professor na Universidade Federal do ABC (UFABC)

Guilherme Panzenhagen – advogado

Igor Fuser - professor na Universidade Federal do ABC (UFABC)

Iole Ilíada, Vice-Presidente da Fundação Perseu Abramo

Isabel Teresa Pinto Celho - Juíza de Direito - Rio de

Ivani Martins Ferreira Giuliani _ Juíza do Trabalho

Jardel Lopes - Escola de Formação Política e Cidadania do Vale do Aço-MG

Jefferson Lima, Secretário Nacional de Juventude do Partido dos Trabalhadores

João Marcos Buch - Juiz de Direito - Joinville - Santa Catarina

Joaquim Palhares, diretor da Agência Carta Maior

Jorge Luiz Souto Maior, Juiz do trabalho, titular da 3ª. Vara do Trabalho de Jundiaí. Professor livre-docente da Faculdade de Direito da USP.

José dos Santos Costa - Juiz de Direito da Comarca de São Luís

Jose Edilson Caridade Ribeiro - Juiz de Direito - São Luiz – Maranhão

José Roberto Lino Machado - Desembargador do TJ de S.Paulo

Jose Ulisses Viana - Juiz de Direito - Recife/PE

Juliano Marold - Advogado OAB/PR 51.182

Lauro Gondim Guimarães - Advogado.

Leopoldo Antunes de Oliveira Figueiredo - Juiz da Vara

Ligia Maria de Godoy Batista Cavalcanti - Juíza de Direito – Natal/RGN

Liliane Mageste Barbosa - Servidora Pública

Lívia Martins Salomão Brodbeck – advogada

Luana Barbosa Oliveira – advogada

Luís Carlos Valois - Juiz da Vara de Execuções Penais do Amazonas

Marcelo Semer - Juiz de Direito - São Paulo, Ex-presidente da Associação Juízes para a Democracia

Marcio Sotelo - ex-procurador geral do Estado de São Paulo

Marcus Orione - Juiz de Direito - São Paulo

Margarida Cavalheiro, Secretaria Executiva da Comissão Regional de Justiça e Paz do Mato Grosso do Sul

Maria da Conceição Carneiro Oliveira, educadora, blogueira e mãe

Maria Guilhermina Cunha Salasário. Bibliotecária, conselheira do Conselho Nacional contra a Discriminação LGBT da SDH, Vice presidenta Lésbica - ABGLT. Conselheira do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Fpolis/SC

Mariana Martins Nunes - advogada

Martina Reiniger Olivero - advogada

Matilde Ribeiro, Secretária Adjunta da Secretaria Municipal de Igualdade Racial de São Paulo

Mauricio Brasil - Juiz de Direito - Salvador/Bahia

Milton Lamenha de Siqueira, Juiz da Vara Criminal da Comarca de Pedro Afonso-TO.

Monia Regina Damião Serafim RG 44.216.064-1 Advogada

Nize Lacerda Araújo Bandeira – advogada

Patrícia Mendes - advogada

Patrick Mariano Gomes- Rede Nacional de Advogados e Advogadas Populares-RENAP

Paulo Cinquetti Neto - advogado

Paulo Kliass, Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental, carreira do governo federal e doutor em Economia pela Universidade de Paris 10.

Pietro Dellova, Professor

Regina Novaes, Antropóloga, Rio de Janeiro

Reinaldo Cintra Torres de Carvalho - Juiz da Vara da

Renan Thomé de Souza Vestina

Renato Rovai - Revista Fórum

Renato Simões, secretário de movimentos sociais do PT

Rosivaldo Toscano Junior, juiz de direito,

Rubens R R Casara, juiz de direito do TJ/RJ e professor de processo penal do IBMEC/RJ.

Sayonara Grillo Coutinho Leonardo da Silva - Juíza de Direito - TRT 1 e UFRJ

Sérgio Mazina Martins, Juiz de Direito da 2a Vara, Especial da Infância e Juventude de São Paulo, Prof. de Direito Penal na UNIFIEO/SP, Membro da AJD

Silvio Luiz de Almeida - presidente do Instituto Luiz Gama

Silvio Mota - Juiz de Direito - Fortaleza/CE

Siro Darlan Oliveira - Desembargador do TJ Rio de Janeiro

Wagner Hosokawa - Mestre em Serviço Social pela PUC/SP e Coordenador de Juventude da Prefeitura de Guarulhos

Wisley Rodrigo dos Santos - advogado

Yasmin Oliveira Mercadante Pestana - advogada

 

Organizações:

Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra - MST

Central Única dos Trabalhadores - CUT

Força Sindical

Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC)

UNE

UBES

CONEN - Coordenação Nacional de Entidades Negras

AJD - Associação dos Juízes pela Democracia

ABEEF - Associação Brasileira dos Estudantes de Engenharia F' lorestal

ABGLT - Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais

Abong- Associação Brasileira de Ongs

Ação Educativa

ADERE-MG - Articulação dos Empregados Rurais do Estado de Minas Gerais

Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs)

AMPARAR -Associação de Amigos e Familiares de Presos de São Paulo

ANPG

APIB - articulação dos povos indígenas do brasil

Articulação Popular e Sindical de Mulheres Negras do Estado de São Paulo-APSMNSP

CAPINA – Cooperação e Apoio a Projetos de Inspiração Alternativa

CEBI - Centro de Estudos Bíblicos;

CENARAB- Centro Nacional de Africanidade e Religiosidade Afro-Brasileiro

Centro de Ação Cultural - CENTRAC

Centro de Estudos Barão de Itararé

CESE - Coordenadoria Ecumênica de Serviço;

CIMI - Conselho Indigenista Missionário

Círculo Palmarino

Comunicação e Cultura

CONAQ - coordenação nacional das comunidades quilombolas

Conselho Latino-Americano de Igrejas (CLAI)

Consulta Popular

Enegrecer- Coletivo Nacional de Juventude Negra

FASE

FEAB - federação nacional dos estudantes de agronomia do brasil

Fora do Eixo

Fórum Ecumênico ACT Brasil;

Fórum Nacional de Democratização das Comunicações

Fundação Fé e Alegria do Brasil

Fundação Luterana de Diaconia (FLD)

Fundo Brasil de Direitos Humanos

INESC

Instituto Paulo Freire-IPF

Instituto Terra, Trabalho e Cidadania- ITTC

KOINONIA Presença Ecumênica e Serviço

Levante Popular da Juventude

MAM - Movimento dos Atingidos pela Mineração

MNU - Movimento Negro Unificado

Movimento Camponês Popular - MCP

Movimentos dos Atingidos Por Barragens

MPA- Movimento dos Pequenos Agricultores

MPP, Movimento dos Pescadores e Pescadoras

Nação Hip-Hop Brasil

Núcleo Cultural Niger Okan

Pastoral Carcerária Nacional

Pastoral da Juventude - PJ

PJR - Pastoral da Juventude Rural

PÓLIS - Instituto de Estudos, Formação e assessoria em Políticas Sociais

Rede Ecumênica da Juventude- REJU

Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde

SINPAF - Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário

UJS- União da Juventude Socialista

UNEfro-Brasil

UNEGRO

Via Campesina Brasil


http://www.brasildefato.com.br/node/13053


Por não instalar fábrica no RS, Ford é condenada,a ressarcir o Estado em mais de R$ 160 milhões

Por não instalar fábrica no RS, Ford é condenada
a ressarcir o
Estado em mais de R$ 160 milhões



O Caso Ford: um desagravo a Olívio Dutra

Marco Weissheimer

“A Ford não estava sequer cumprindo o acordo que havia feito com o governo anterior”

Ainda cabe recurso, é certo, mas a decisão da juíza Lilian Cristiane Siman, da 5ª Vara da Fazenda Pública do Foro Central de Porto Alegre, condenando a Ford a ressarcir o Rio Grande do Sul em mais de R$ 160 milhões por ter recebido recursos públicos e desistido de instalar uma filial em Guaíba, repercute intensamente desde terça-feira à noite nas redes sociais, tomando a forma, entre outras coisas, de um desagravo ao ex-governador Olívio Dutra (PT). Como se sabe, o governo Olívio Dutra comeu o pão que o diabo amassou por ter ousado questionar os termos do contrato firmado pelo governo Antônio Britto (PMDB) com a montadora.

A Ford acabou trocando o Rio Grande do Sul pela Bahia em um processo que envolveu, entre outras decisões, a edição de uma Medida Provisória pelo governo Fernando Henrique Cardoso estabelecendo vantagens muito maiores para a empresa se instalar em Camaçari. Na época e nos anos seguintes, Olívio Dutra qualificou o episódio como um desrespeito ao pacto federativo. “Uma unidade da Federação, com um governo eleito, com um programa, buscou sentar com uma empresa do porte da Ford para tentar renegociar um acordo com um custo menor para o Estado. A União se atravessou no caminho, se sobrepondo a essa negociação, possibilitando que a Ford saísse da mesa”, disse o ex-chefe do Executivo gaúcho em uma entrevista concedida à Carta Maior em 2006.

“O acordo era uma insanidade”

“Quando assumimos o governo”, relatou ainda Olívio, “vimos que a Ford não estava sequer cumprindo o acordo que havia feito com o governo anterior”. Havia um acordo de 30 cláusulas, sendo que 29 eram de responsabilidade do Estado e uma era da responsabilidade da Ford. “Pois nem esse acordo a empresa estava cumprindo. Era um acordo que estava fora da realidade do Rio Grande então, que não tinha dinheiro para pagar os seus funcionários e tinha que repassar uma soma volumosa para aquela multinacional poderosa. A Ford tinha na época um faturamento de 382 bilhões de reais. O PIB do Rio Grande na época era de 92 bilhões de reais. A arrecadação do Rio Grande na época era de 8,5 bilhões de reais. Como é que um Estado que tem essa estrutura de carência pode estar repassando recursos volumosos para a Ford, que tem esse faturamento de 382 bilhões. Era uma insanidade”, definiu o ex-governador.

O governo gaúcho iniciou então uma negociação direta com a Ford. “Estávamos em plena negociação com a empresa quando se atravessou o governo federal de então, instigado por parlamentares e bancadas aqui do Rio Grande e da Câmara Federal, para impedir que nós prosseguíssemos com a negociação, que estava andando”, relata Olívio.

Mas o estrago político estava feito. O ex-secretário de Desenvolvimento, Zeca Moraes, já falecido, foi outro a ser crucificado em praça pública por discursos raivosos no parlamento e na mídia, que repetiam incansavelmente críticas e xingamento aos “inimigos do progresso”. Os veículos da RBS, em especial, passaram anos a fio, construindo uma narrativa que transformava a empresa e o desenvolvimento do Rio Grande do Sul em vítima de um “governo sectário e estreito”. O governo Olívio havia “mandado a Ford embora”. Era isso que importava. E a expressão virou bordão de muitas e muitas campanhas eleitorais.

A operação para levar a Ford para a Bahia

A operação para levar a Ford para a Bahia foi pesada. Somente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a empresa recebeu R$ 691 milhões. O empresário Antônio Ermírio de Moraes disse, em julho de 1999, que “não teria coragem de pedir tantos incentivos porque seria imoral da minha parte”. “A Ford é uma empresa suficientemente rica e não precisa do dinheiro do contribuinte brasileiro para montar fábricas. Não tenho nada contra. A Ford é bem-vinda, mas que traga o seu dinheirinho”, acrescentou, na época, o empresário.

No dia 29 de junho de 1999, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei de conversão a MP 1740, prorrogando, ate 31 de dezembro daquele ano, incentivos fiscais para a instalação de montadoras no país. A decisão beneficiou diretamente a Ford, que decidiu levar para a Bahia a montadora que seria instalada inicialmente no Rio Grande do Sul. A Medida Provisória, que estava na 32ª edição, previa apenas a prorrogação de incentivos fiscais para o Nordeste e a Amazônia. Porém, o projeto de lei de conversão apresentado pelo deputado federal Jose Carlos Aleluia (PFL/BA), incluiu a extensão dos benefícios a montadoras, que haviam expirado em maio de 1997.

Conforme reportagem publicada no jornal O Globo (10/07/1999), o Palácio do Planalto teve influência direta na decisão da Ford ir para a Bahia. O texto da Medida Provisória 1.740/32, que concedeu incentivos para a instalação da montadora, foi escrito no Gabinete da Casa Civil do Palácio do Planalto, depois de negociações que envolveram o então ministro Clóvis Carvalho, técnicos da área econômica, o então secretário da Indústria e Comércio da Bahia, Benito Gama, e os deputados baianos José Carlos Aleluia (PFL) e Manoel Castro (PFL). A reunião ocorreu no dia 29 de junho de 1999, mesmo dia da aprovação da MP.

“É uma aberração”, protestou Mário Covas

O PT e os demais partidos de oposição ao governo Fernando Henrique Cardoso votaram contra o projeto por entender que ele constituía destinação indevida de recursos públicos para o setor privado. O então governador paulista Mario Covas (PSDB) considerou uma “aberração” a concessão de benefícios para a instalação da fabrica da Ford na Bahia. Em entrevista ao jornal Estado de São Paulo (10/07/1999), Covas disse que “com a instalação, a Bahia produziria automóveis com um custo muito mais barato do que em outros Estados”. “A concessão pode acabar prejudicando todo o pais, alem de ser ruim também para os outros Estados: seria uma concorrência predatória absolutamente descabida”, acrescentou Covas.

O Estadão, em um editorial intitulado “Bom para a Bahia, ruim para o Brasil” (03/07/2000), também criticou a alteração do regime automotivo que possibilitou a ida da empresa para a Bahia. O prazo estava esgotado desde 31 de maio de 1997 e o governo federal tinha se comprometido com o Mercosul e a Organização Mundial do Comércio (OMC) a não reabri-lo.

O editorial aponta os incentivos que seriam concedidos à montadora caso a alteração do regime automotivo fosse aprovada, como de fato foi: isenção do imposto de importação para máquinas e equipamentos, redução de 90% para matérias-primas, peças e componentes e redução de até 50% para importação de veículos; isenção do IPI na compra de máquinas e equipamentos e redução de 45% na compra de matérias-primas; isenção do adicional de frete da Marinha Mercante; isenção do IOF nas operações de câmbio para importação; e isenção do imposto de renda sobre o lucro do empreendimento. Os benefícios oferecidos pelo governo da Bahia eram bem menores, envolvendo isenções de ICMS e empréstimos diretos e indiretos. Diante desse quadro, o editorial do Estadão concluiu: “Se o projeto não for vetado, os empregos e as receitas ficarão na Bahia, mas a conta irá para todos os brasileiros”.

Tudo isso foi noticiado muito discretamente na época aqui no Rio Grande do Sul, ou simplesmente omitido. Mesmo que a decisão final ainda vá levar alguns anos, a sentença dessa semana serve ao menos para lembrar de um governo que ousou questionar a voracidade de uma grande empresa multinacional sobre os recursos públicos do Estado.

Almoço ecológico em Antonio Prado


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28.5.13

Vuelta al mundo
Martes 28 de Mayo de 2013, 05:56 pm

Aumenta el número de suicidios entre militares de EE.UU.

En la última década ha aumentado el número de militares con problemas psicológicos (Foto: Archivo)

Un total de 161 suicidios potenciales fueron registrados durante el 2013 dentro de las filas armadas de los Estados Unidos, según un nuevo estudio publicado este martes por el presstv, el cual ha revelado que las cifras han aumentado de manera alarmante.

Un total de 161 suicidios potenciales fueron registrados durante el 2013 dentro de las filas armadas de los Estados Unidos, según un nuevo estudio publicado este martes por el medio internacional Press TV, el cual ha revelado que las cifras han aumentado de manera alarmante.

El ejercito militar de los Estados Unidos está pasando por un grave problema y es el tema del suicidio entre las tropas en servicio activo, reservistas y miembros de la Guardia Nacional, pues según el informe en ese país se registra un suicidio cada 18 horas.

Según datos revelados por The Associated Press, el Pentágono registró 349 suicidios de soldados en servicio activo en el 2012, mientras que en el 2011 la cifra fue de 301). Analistas consideran que la tasa se incrementará aún más en los próximos años, a medida que más soldados regresen de Afganistán.

Un estudio realizado por un grupo médico-científico para el Pentágono en el 2011 indica que hay una serie de factores socioculturales de riesgo que inducen al suicidio y están vinculados a la problemática en las Fuerzas Militares. Identidad étnica, estatus marital, falta de apoyo social, soledad, pobre sentido de pertenencia, pérdida de seres queridos, problemas financieros, dilemas personales y religiosos, son solo algunos.

En la última década ha aumentado el número de militares con problemas psicológicos tras la implicación de este país en dos guerras, Afganistán e Irak, en donde los efectivos han cometido crímenes horribles.

Según el reporte, casi el 90% de los 557 suicidios en las Fuerzas Armadas entre el 2004 y el 2009 tuvieron evidencias de algún nivel de estrés. Entre ellos, 40% reportó cinco o más factores de estrés.

No obstante, el Departamento de Defensa del país norteamericano, el Pentágono, ha puesto en marcha una serie de iniciativas, en un intento de frenar la "epidemia".

Sustentabilidade, solidariedade, democracia, autonomia.

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Conversa sobre habitação cooperativa, em Caxias

Cooperativa habitacional:
O que é? Por que e pra que existe?
Qual sua proposta? Como funciona?

Participações:
• Coohabras
• Cooperativas da Serra Gaúcha
• Sesampe - RS (Secretaria Estadual da Economia Solidária e Apoio à Micro e Pequena Empresa)

No Anfiteatro da Câmara de Vereadores
(Rua Alfredo Chaves, 1323 – Bairro Exposição)
Dia 01/06/2013, sábado, à tarde
Das 13h30 às 17h30

Entrada franca

Venha, divulgue, convide!

Mais sobre o evento aqui.
Mais sobre cooperativas de habitação: neste vídeo, neste saite e neste perfil.

Realização: Coohabras e voluntários locais
Apoio e fotos: dvn comunicação 

democratização da comunicação: esta semana, na TVE




Jornal da TVE 2ª Edição destaca série de reportagens
sobre a democratização da comunicação

Quatro matérias abordando o tema irão ao ar a partir desta terça-feira

O Jornal da TVE 2ª Edição exibe uma série de quatro reportagens sobre a democratização da comunicação.

A primeira, que será exibida nesta terça-feira, 28 de maio, a partir das 19h30 aborda a regulação da mídia no Brasil e na América Latina. Na segunda reportagem, quarta-feira (29) destaque para o papel do jornalista Daniel Herz na democratização da comunicação. A terceira reportagem, que vai ao ar na quinta-feira (30) destaca a situação das concessões de TV no país. Por fim, na última reportagem, sexta-feira (31) serão apresentados os limites e possibilidades da democratização da mídia no Brasil. As matérias são comandadas por Leandro Olegário com produção de Silvia Dinelli e edição de texto de Marcelo Coelho.



http://www.tve.com.br/?model=conteudo&menu=83&id=1546

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Criador do Le Monde Diplomatique Brasil é o convidado
do Frente a Frente inédito desta quinta-feira > 30 de maio, às 22h


Antônio Martins
Foto: Divulgação TVE

“É preciso resgatar o jornalismo numa época em que os jornais estão entrando em declínio e destinar verba pública para a produção de informação e para a comunicação”, afirmou o convidado do Frente a Frente desta semana, o jornalista Antônio Martins, durante a gravação do programa. Martins é o criador do periódico Le Monde Diplomatique Brasil e do site Outras Palavras, meios de acesso à informação focados no jornalismo colaborativo. Ele esteve em Porto Alegre na semana passada participando como palestrante do evento Conexões Globais.

Para entrevistá-lo estarão no Frente a Frente: Vivian Eichler, editora de Mundo do jornal Zero Hora; Celso Schröder, presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e da Federação de Jornalistas da América Latina e Caribe (Fepalc); e Clarissa Barreto, jornalista da Agência Cartola de Conteúdo.

O programa, que será apresentado por Carlos Machado, também é transmitido pela rádio FM Cultura, pela frequência 107,7 ou pela internet acessando o site www.fmcultura.com.br.

O Frente a Frente tem produção executiva de João Brites e Lucas Guarnieri e pode ser assistido inédito na quinta-feira, 30 de maio, às 22h, e em horário alternativo no domingo, 2 de junho, às 21h, apenas pela TVE.


http://www.tve.com.br/?model=conteudo&menu=83&id=1548
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Palestina


Ramallah, (PIC)

O Centro de Pesquisas da Terra Palestina disse que os palestinos perderam 92% de suas terras desde a ocupação britânica em 1917.

Centro de Pesquisa da terra (LRD) emitiu no domingo, durante uma conferência de imprensa em Ramallah seu relatório anual sobre violações israelenses dos direitos dos palestinos em 2012.

Jamal al-OmlA, o diretor do centro, afirmou que 2012 testemunhou uma escalada israelense na construção de assentamentos e expansão à custa de terras e casas palestinas.

Durante a conferência, al-OmlA confirmou através de mapas e gráficos que área controlada pelos palestinos diminuiu para chegar a 8% de todo o território histórico da Palestina (27.000 km 2) desde a colonização britânica através de sucessivos governos israelenses até agora.

Durante 2012, as autoridades israelenses destruíram 189 casas e 415 instalações. Quase 1.215 palestinos foram deslocados como resultado, observou o relatório.

Além disso, 772 casas e 590 instalações estão ameaçadas de demolição, enquanto 27.710 dunums(1 dunum=1.000m²) foram confiscados.

O relatório confirmou que 64 mil árvores, incluindo 52.122 oliveiras foram danificados.

Até o final de 2012, 240 barreiras israelenses foram relatadas, incluindo 46 postos de controle estabelecidos ao longo de 2012, além de estabelecer mais de 14 novas estradas de ligação entre os assentamentos israelenses.

O Centro de Pesquisa Terra afirmou que 86 mesquitas e 24 igrejas foram atacadas por colonos israelenses durante 2012.

O diretor do centro chamou para processar a ocupação israelense por suas violações dos direitos humanos e pediu para expor as práticas israelenses contra os direitos legítimos palestinos.



RAMALLAH, (PIC)

The Palestinian Land Research Center said that Palestinians have lost 92% of their land since the British occupation in 1917.
Land Research Center (LRD) has issued on Sunday during a press conference in Ramallah its annual report on Israeli violations of Palestinian rights for 2012.

Jamal al-Omla, the director of the center, stated that 2012 had witnessed an Israeli escalation in settlement construction and expansion at the expense of Palestinian lands and houses.

During the conference, al-Omla confirmed through maps and charts that Palestinian controlled area has decreased to reach 8% of the whole Palestinian historical territories (27,000 km 2) since the British colonization through successive Israeli governments till now.

During 2012, the Israeli authorities have demolished 189 houses and 415 facilities. Almost 1215 Palestinians were displaced as a result, the report noted.

In addition, 772 houses and 590 facilities are threatened with demolition while 27,710 dunums were confiscated.

The report confirmed that 64 thousand trees including 52,122 olive trees were damaged.

By the end of 2012, 240 Israeli barriers were reported including 46 checkpoints established during 2012 in addition to establishing more than 14 new roads to link between Israeli settlements.

The Land Research Center affirmed that 86 mosques and 24 churches were attacked by Israeli settlers during 2012.

The center’s director called for prosecuting the Israeli occupation for its human rights violations and called for exposing the Israeli practices against Palestinian legitimate right.

Fonte: http://www.facebook.com/SomosTodosPalestinos


Cancion con todos

Salgo a caminar
Por la cintura cosmica del sur
Piso en la region
Mas vegetal del viento y de la luz
Siento al caminar
Toda la piel de america en mi piel
Y anda en mi sangre un rio
Que libera en mi voz su caudal.

Sol de alto peru
Rostro bolivia estaño y soledad
Un verde brasil
Besa mi chile cobre y mineral
Subo desde el sur
Hacia la entraña america y total
Pura raiz de un grito
Destinado a crecer y a estallar.

Todas las voces todas
Todas las manos todas
Toda la sangre puede
Ser cancion en el viento
Canta conmigo canta
Hermano americano
Libera tu esperanza
Con un grito en la voz