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pergunta:

"Até quando vamos ter que agüentar a apropriação da idéia de 'liberdade de imprensa', de 'liberdade de expressão', pelos proprietários da grande mídia mercantil – os Frias, os Marinhos, os Mesquitas, os Civitas -, que as definem como sua liberdade de dizer o que acham e de designar quem ocupa os espaços escritos, falados e vistos, para reproduzir o mesmo discurso, o pensamento único dos monopólios privados?"

Emir Sader

31.7.09

O maior drama humanitário contemporâneo


Todos são devolvidos para seus países. Nem sequer se têm a estatística de quantos chegaram, quantos morreram, o que passou com os que foram devolvidos a seus países.

A situação é clara: africanos, vitimas do colonialismo europeu e do imperialismo contemporâneo, buscam formas de sobrevivência nos países ricos, que se enriqueceram na base da exploração colonial e da escravidão. Países onde impera o racismo, que se consideram "civilizados", porque mais ricos, justamente porque exploraram os que consideram "bárbaros".

A mão de obra imigrante lhes interessa para as tarefas em que não há nacionais dispostos a trabalhar, especialmente a construção civil, a limpeza de ruas, o trabalho doméstico. Se interessam mais pelos latinoamerianos, porque brancos, católicos, que falam espanhol. Mesmo durante o período de crescimento da economia, rejeitavam os africanos. Agora, com a lei que Evo Morales chamou de "lei da vergonha", estabelecem cotas para expulsão de imigrantes.

A situação dos africanos é, de longe, a pior. Tentam formas de chegar a território europeu, em condições de extremo risco, com a esperança de conseguir formas de sobrevivência e poder mandar alguns recursos para as famílias. Quando não morrem, são tratados da pior forma possível, rejeitados e depositados nas costas da Africa de volta. Nem sequer há estatísticas sobre quantos chegam semanalmente, menos ainda sobre quantos e quais morreram. Não se sabe tampouco o que se faz com seus corpos – dos já milhares de cadáveres deste ano, por exemplo.

Acaba de suceder de novo algo similar com imigrantes haitianos, tentando chegar aos EUA. A precária embarcação afundou, varias dezenas morreram, em caso similar ao dos africanos na Europa.

Responsáveis pela miséria a que ficaram relegados os países africanos e vários da América Latina, os países do centro do capitalismo – todos ex-potências coloniais e atuais potências imperialistas e globalizadoras – continuam a exploração desses países, interessando-se apenas pelas riquezas naturais que possuam, sem fazer nada para que melhore substancialmente as condições de vida – emprego, habitação, saúde, saneamento básico – das suas populações que tentam emigrar para fugir das condições a que são submetidas nos seus próprios países.

Atualmente, a piora da situação dos trabalhadores imigrantes, aos que se tenta fazer passar como responsáveis pelo desemprego, é ainda mais injusta, porque a crise foi produzida justamente pelos países do centro do capitalismo, os que os utilizaram quando necessitavam de mais mão de obra e agora os rejeitam e expulsam. São tratados da forma que o capitalismo trata os trabalhadores – como mercadoria descartável.

Na Espanha e nos EUA, de forma mais direta, quem sustentou o boom econômico que desembocou na crise atual foi a indústria da construção, com mão de obra imigrante. A crise afeta particularmente o setor, que rejeita e expulsa quem sustentou o crescimento durante vários anos.

Países de onde vieram tantas levas de imigrantes para os países latinoamericanos, onde nunca foram rejeitados, que agora se interessam pela livre circulação de capitais e mercadorias, mas não de trabalhadores, aplicam aos originários dos países que foram colonizados por eles, a discriminação e a rejeição. Não se sentem responsáveis pela situação dos países que exploraram e ainda exploram.

Enquanto países como o Brasil legalizam a situação de milhões de estrangeiros, os países europeus e os EUA tomam atitude oposta, revelando o grau de desumanização a que seus governos e populações chegaram. Porque não é um caso de escândalo, de indignação e de medidas de emergência. Quem se identifica com eles são alguns governos dos países da periferia, que sabem o que foi o colonialismo, o que é o imperialismo e a globalização, o que é a discriminação e capitalismo.

Postado por Emir Sader - 30/07/2009 às 05:53

cooperativas

Cooperativas se multiplicam e ganham incentivos em Canoas/RS.

CTMC - Foto: Claiton Dornelles/GES

"Município tem grupos de artesanato e de alimentação e até uma indústria" Por Liliam Patrícia do Diário Canoas.

Em Canoas, pelo menos 750 pessoas – divididas em 42 grupos – recebem apoio da Prefeitura para atuar de forma cooperativada. Os integrantes contam com orientações sobre o que é uma cooperativa, têm assessorias técnica e pedagógica e recebem dicas de como comercializar o que produzem. "E esta é a maior dificuldade. Por isso, disponibilizamos bancas em diversos eventos promovidos pela Prefeitura", comenta o coordenador do Departamento de Economia Solidária da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Pedro Giehl.

Mesmo sem o apoio direto do poder público, como nos casos acima, a Cooperativa dos Trabalhadores Metalúrgicos de Canoas (CTMC) é exemplo de como o temor do desemprego pode ser driblado com união. Oito anos depois de fundada, a CTMC quadruplicou o número de trabalhadores, superando os 450 associados. De 2001 até agora as conquistas foram muitas e o passar do tempo só a fortaleceu. Hoje a cooperativa tem uma filial e recebe encomendas do mundo todo.

Força
O vice-presidente da CTMC, João Henrique Barbosa da Silva, acredita que este tipo de empreendedorismo é uma alternativa para o mercado. "Muitas empresas no setor da metalurgia estão fechando no Brasil. E sei que pelo menos 200 delas foram transformadas em cooperativas. Isso demonstra que a tendência são as cooperativas."

Giehl concorda com Silva. "O cooperativismo é clássico, histórico e está em crescimento no Brasil", fala, mas lembra que no País este modelo enfrenta dificuldades para ser implantado. "Não temos uma lei nova do cooperativismo. A que existe é conflitante com a Constituição. Como a lei é vaga, estamos vivendo em um vácuo", comenta, sobre a disseminação de empresas que se denominam cooperativas, mas sem esse perfil.

http://www.brasilautogestionario.org/2009/07/cooperativas-se-multiplicam-e-ganham-incentivos-em-canoas/

 

'Múltiplas culturas, uma só humanidade'

Zigmunt Bauman, sociólogo

Um dos seus livros se chama 'Múltiplas culturas, uma só humanidade'. Neste conceito há uma visão "otimista" do mundo de hoje?

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22/07/2009 - Zigmunt Bauman, o sociólogo que sacudiu as ciências sociais com o seu conceito de "modernidade líquida" propõe reconhecer a situação planetária atual como um caso de interregno. "O velho está morrendo", diz ele, mas no novo ainda não nasceu. "Vivemos um lapso em que virtualmente tudo pode acontecer, mas nada pode realizar-se com plena segurança e certeza de sucesso", afirma o sociólogo. Uma das principais características desse interregno é o crescente divórcio entre o poder e a política. O poder se tornou global e a política não conseguiu transpor o local, afirma Bauman. O princípio trinitário território, estado e nação está em crise, destaca.

Residente em Londres e professor emérito de sociologia das Universidades de Leeds e de Varsóvia, Bauman concecedeu entrevista a Héctor Pavón do jornal Clarín, 18-07-2009. A tradução é do Cepat.

Eis a entrevista.

Um dos seus livros se chama 'Múltiplas culturas, uma só humanidade'. Neste conceito há uma visão "otimista" do mundo de hoje?

Nem otimista, nem pessimista… É apenas uma avaliação sóbria do desafio que enfrentamos no umbral do século XXI. Estamos agora interconectados e somos interdependentes. O que acontece num lugar do planeta tem impacto em todos os demais, mas essa condição que compartilhamos se traduz e se reprocessa em milhares de línguas, de estilos culturais, de depósitos de memória. Não é provável que a nossa interdependência redunde em uma uniformidade cultural. O desafio que enfrentamos, é por assim dizer, o de que estamos no mesmo barco; temos um destino comum e a nossa sobrevivência irá depender da cooperação ou da luta entre nós. De todo modo, às vezes, diferimos muito em alguns aspectos vitais. Temos que desenvolver, aprender e praticar a arte de viver com as diferenças, a arte de cooperar sem que os cooperados percam sua identidade, beneficiarmo-nos uns dos outros, apesar de nossas diferenças.

É um paradoxo, mas enquanto se exalta a livre circulação de mercadorias, se fortalecem e se constroem fronteiras e muros. Como sobreviver nessa tensão?

Isso apenas parece ser um paradoxo. Na realidade, essa contradição era já esperada num planeta onde as potências que determinam as nossas vidas são globais e podem ignorar as fronteiras e as leis do estado, enquanto que a maior parte dos instrumentos políticos continua sendo local e de uma completa inadequação para as enormes tarefas a serem enfrentadas. Fortificar as velhas fronteiras e traçar outras novas, procurar separar "nós" em contraposição a "eles" são reações naturais, se bem que desesperadas, discrepantes. Se essas reações são eficazes é outra questão. As soberanias locais territoriais vão continuar desfazendo-se neste mundo em rápida globalização.

Há cenários comuns na Cidade do México, em São Paulo, em Buenos Aires: de um lado vilas miseráveis; do outro, condomínios fechados. Pobres de um lado, ricos do outro. Quem fica no meio?

Porque limitar-se às cidades latino americanas? A mesma tendência prevalece em todos os continentes. Trata-se de outra tentativa desesperada de separar-se da vida incerta, desigual, difícil e caótica que vem de "fora". Mas a cerca tem dois lados. Divide o espaço em um "dentro" e um "fora", mas o "dentro" para as pessoas que vivem de um lado do muro é o "fora" para os que estão do outro lado. Cercar-se em uma "comunidade fechada" significa também excluir os outros dos lugares dignos, agradáveis e seguros e fechá-los em seus bairros pobres. Nas grandes cidades, o espaço se divide em "comunidades fechadas" (guetos voluntários) e "bairros miseráveis" (guetos involuntários). O resto da população é levado a uma incomoda existencia entre esses dois extremos, sonhando em aceder os guetos voluntários e temendo cair nos involuntários.

Por que se acredita que o mundo de hoje padece de uma insegurança sem precedentes? Em outras épocas se vivia com maior segurança?
Cada época e cada tipo de sociedade têm os seus próprios problemas específicos e seus pesadelos, e cria suas próprias estratégias para lidar com os seus medos e angústias. Em nossa época, a angústia aterradora e paralisante tem as suas raízes na fluidez, na fragilidade e na inevitável incerteza da posição e da das perspectivas sociais. Por um lado, se proclama o livre acesso a todas as opções imagináveis (vem daí as depressões e as auto-condenações: "devo ter algum problema se não consigo o que os outros conseguiram"); por outro lado, tudo o que já se conquistou é uma espécie de "até o novo desafio". A angústia resultante permanece em nós enquanto a "liquidez" continua sendo a característica da sociedade. Nossos avós lutaram com valentia pela liberdade. Nós pareceremos cada vez mais preocupados com a nossa segurança pessoal… Tudo indica que estamos dispostos a entregar parte da liberdade que tanto custou em troca de maior segurança.

Isto nos leva a outro paradoxo. Como a sociedade moderna lida com a falta de segurança que ela mesma produz?

Por meio de todo tipo de estratégias, em sua maior parte através de substitutos. Um dos mais habituais é o deslocamento/transferência do terror da globalização inacessível, caótica, descontrolada e imprevisível a seus produtos mais imediatos: imigrantes, refugiados, pessoas que pedem asilo. Outro instrumento é as chamadas "comunidades fechadas", fortificadas contra estranhos, errantes e mendigos -incapazes de deter ou desviar as forças que são responsáveis pelo debilitamento de nossa auto-estima e atitude social que ameaçam nos destruir. Em linhas mais gerais: as estratégias mais utilizadas reduzem-se a substituição de preocupações sobre a segurança do corpo e da propriedade por preocupações sobre a segurança individual e coletiva sustentada ou negada em conceitos sociais.

Há futuro? Existe ao menos no imaginário dos jovens?

O filósofo britânico John Gray disse que "os governos dos estados soberanos não sabem de antemão como irão reagir os mercados (…) Os governos nacionais na década de 1990 estavam às cegas". Gray nos diz que o futuro não supõe uma situação muito diferente. Como no passado, podemos esperar "uma sucessão de contingências, catástrofes e sinais de paz e civilização", todos ele, permita-me agregar, inesperados, imprevisíveis que se farão com vítimas e beneficiários sem consciência e preparação. Há muitos indícios de que à diferença dos seus pais e avós, os jovens tendem a abandonar a concepção "cíclica" e "linear" do tempo e voltar a um modelo "pontilhista": o tempo se pulveriza em uma série desordenada de "momentos",

Fonte: Mercado ético

29.7.09

A cura natural: por que esse interesse ressurge?

Programa Projeto Popular

sextas-feiras
às 22h
TV Educativa do Paraná
 
Produzido, elaborado, e conduzido pelos movimentos sociais brasileiros, o programa se dispõe a debater os grandes temas da sociedade mundial, latino-americana e brasileira de forma interdisciplinar a partir do movimento social brasileiro com vistas à elaboração de um projeto popular de nação é o objetivo desse programa.

A iniciativa vem de uma parceria dos movimentos sociais brasileiros com a TV Educativa do Paraná (Canal 9 da TV aberta - somente naquele estado -, ou 115 da SKY).
 

Próxima edição: Dia 31 de julho - Washington Uranga (mov. social argentino) – em debate a integração latino-americana

Oposição reclama de rapidez na votação de mudança no Fundoprocultura de Caxias

Como a base aliada ao prefeito José Ivo Sartori
(PMDB) é maioria na Casa, o projeto deve passar

Quarta-feira, 29 de julho de 2009

Fundoprocultura com votação a toque-de-caixa

Para surpresa da oposição, a assessoria de imprensa da Câmara de Vereadores anunciou há pouco um complemento da pauta da sessão ordinária de hoje que inclui a votação do polêmico projeto que estipula mudanças no Fundoprocultura.

Nos bastidores da Casa, comenta-se também que o presidente Edio Elói Frizzo (PSB) convocará uma sessão extraordinária, que ocorrerá hoje mesmo, para encerrar o debate em torno da questão. Como a base aliada ao prefeito José Ivo Sartori (PMDB) é maioria na Casa, o projeto deve passar.

A oposição, é claro, está indignada com a votação a toque-de-caixa que teria sido arquitetada pelos governistas. 

- Eles vão convocar essa extraordinária para que não haja muito tempo de mobilização da classe artística e que não haja muito tempo para o debate - reclama o vereador Rodrigo Beltrão (PT), relator do projeto.

O projeto que estipula mudanças no Fundoprocultura prevê várias mudanças, entre elas a criação do pagamento de jetons para avaliadores de projetos culturais. A oposição reclama principalmente da mudança do nome do Fundoprocultura para Financiarte.

O secretário da Cultura, Antonio Feldmann, garantiu que o projeto seria votado até o fim de julho. Ele condicionou a aprovação do projeto ao lançamento do edital deste ano, que é aguardado com expectativa pela classe artística caxiense. 

Postado por Stefan Ligocki às 14h59
 
http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&uf=1&local=1&template=3948.dwt&section=Blogs&post=209064&blog=424&coldir=1&topo=4269.dwt

Eu te proponho

Aproveitando os 50 anos de carreira do Roberto Carlos, façamos propostas, como, por exemplo:

- A Petrobras deve abrir os arquivos de todos os patrocínios durante o governo de FHC, para que se possa comparar com os do governo Lula.

- O Obama pediu ao Lula que interceda junto ao Irã em função do tratado de controle de armamentos nucleares. O Lula poderia topar falar com o Adminejead, contanto que o Obama tope fazer o mesmo, para que Israel retire suas tropas dos territórios palestinos ocupados, aceitando a resolução das Nações Unidas e reconheça o direito dos palestinos de ter um Estado, como Israel já tem há mais de 50 anos.

- O Luis Nassif diz que o Otavinho sabe das razões pelas quais a FSP (Força Serra Presidente) calou sobre os casos de corrupção de Sarney durante o governo FHC e agora bota a boca no trombone. Que o Otavinho revele as razões dos dois pesos, duas medidas.

- Aproveite para confirmar que a empresa dos Frias emprestou carros para que a Oban atuasse disfarçadamente em suas operações terroristas durante a ditadura.

- Que o Senado vote definitivamente o ingresso da Venezuela no Mercosul. (O argumento sobre o sistema político, além de falso, não valeu para o Paraguai, em plena ditadura do Partido Colorado.)

- Que a Igreja Católica brasileira, que se pretende tão avançada em temas sociais, apóie efetivamente o direito ao aborto.

Postado por Emir Sader / 28/07/2009 - 08:18

28.7.09

PANDEMIA DE LUCRO

PANDEMIA DE LUCRO

 

Que interesses econômicos se movem por detrás da gripe porcina???

 

No mundo, a cada ano morrem milhões de pessoas vitimas da Malária que se
podia prevenir com um simples mosquiteiro.

Os noticiários, disto nada falam!

 

No mundo, por ano morrem 2 milhões de crianças com diarréia que se poderia
evitar com um simples soro que custa 25 centavos.

Os noticiários disto nada falam!

 

Sarampo, pneumonia e enfermidades evitáveis com vacinas baratas, provocam a morte de 10 milhões de pessoas a cada ano.

Os noticiários disto nada falam!

 

Mas há cerca de 10 anos, quando apareceu a famosa gripe das aves…
…os noticiários mundiais inundaram-se de noticias…

Uma epidemia, a mais perigosa de todas…

Uma Pandemia!

Só se falava da terrífica enfermidade das aves.

Não obstante, a gripe das aves apenas causou a morte de 250 pessoas, em 10 anos… 25 mortos por ano.

 

A gripe comum, mata por ano meio milhão de pessoas no mundo. Meio milhão contra 25.

 

Um momento, um momento. Então, porque se armou tanto escândalo com a gripe das aves?

Porque atrás desses frangos havia um "galo", um galo de crista grande.

A farmacêutica transnacional Roche com o seu famoso Tamiflú  vendeu milhões de doses aos países asiáticos.

Ainda que o Tamiflú seja de duvidosa eficácia, o governo britânico comprou 14 milhões de doses para prevenir a sua população.


Com a gripe das aves, a Roche e a Relenza, as duas maiores empresas farmacêuticas que vendem os antivirais, obtiveram milhões de dólares de lucro.

- Antes com os frangos e agora com os porcos.

- Sim, agora começou a psicose da gripe porcina.

E todos os noticiários do mundo só falam disso…

 

- Já não se fala da crise econômica nem dos torturados em Guantánamo…

Só a gripe porcina, a gripe dos porcos…


- E  eu me pergunto: se atrás dos frangos havia um "galo", atrás dos porcos… não haverá um "grande porco"?


A empresa norte-americana Gilead Sciences tem a patente do Tamiflú. O principal acionista desta empresa é nada menos que um personagem sinistro,
Donald Rumsfeld, secretario da defesa de George Bush, artífice da guerra contra Iraque…


Os acionistas das farmacêuticas Roche e Relenza estão esfregando as mãos, estão felizes pelas suas vendas novamente milionárias com o duvidoso
Tamiflú.

A verdadeira pandemia é de lucro, os enormes lucros destes mercenários da saúde.

Não nego as necessárias medidas de precaução que estão sendo tomadas pelos países. Mas, se a gripe porcina é uma pandemia tão terrível como anunciam os meios de comunicação;


Se a  Organização Mundial de Saúde se preocupa tanto com esta enfermidade, porque não a declara como um problema de saúde pública mundial e autoriza a
fabricação de medicamentos genéricos para combatê-la?


Prescindir das patentes da Roche e Relenza e distribuir medicamentos genéricos a todos os países, especialmente aos pobres, essa seria a melhor solução!

PASSEM ESTA MENSAGEM POR TODOS LADOS, COMO SE TRATASSE DE UMA VACINA, PARA QUE TODOS CONHEÇAM A REALIDADE DESTA "PANDEMIA".

Monsanto impede distribuição de cartilha sobre agroecologia

Uma cartilha produzida pelo Ministério da Agricultura sobre agroecologia teve sua distribuição impedida.

A cartilha "O Olho do Consumidor", que conta com ilustrações de Ziraldo, foi lançada para divulgar a criação do "Selo do SISORG" (Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade Orgânica) que pretende padronizar, identificar e valorizar produtos orgânicos, orientando o consumidor.

O livreto, que teve tiragem de 620 mil cópias, foi objeto de uma liminar de mandado de segurança, fruto de ação movida pela transnacional Monsanto, que impediu sua distribuição.

A proibição se deu por conta do item 5 da página 7 (imagem ao lado), onde se lê: "O agricultor orgânico não cultiva transgênicos porque não quer colocar em risco a diversidade de variedades que existem na natureza. Transgênicos são plantas e animais onde o homem coloca genes tomados de outras espécies".

cura natural | palestra

"La dignidad no se mide por el tamaño de los patrimonios, sino por aquellos benditos esperanzados que caminan a través de los siglos detrás de la utopía."

27.7.09

Governador Jackson lago, se solidariza com Honduras

Golpe em Honduras
 

 

Depois de amanhã, 28, o golpe militar contra o governo de Honduras, chefiado por Manuel Zelaya, completa um mês. O golpe interrompeu quase 30 anos de ordem constitucional, iniciada em 1981, com a eleição pelo voto popular de Roberto Suazo Córdova, primeiro presidente civil em mais de um século.

 

A quebra do governo constitucional mereceu condenação unânime da comunidade internacional (inclusive do governo brasileiro) e, internamente, fez surgir a Frente Nacional Contra o Golpe de Estado, que vem coordenando as lutas pelo restabelecimento da normalidade constitucional no pequeno país centro-americano.

 

Como democrata, defendo a continuidade do governo de Zelaya, cujo mandato deve se estender até o ano que vem. E saúdo os novos tempos que vêem na atitude golpista dos militares e civis hondurenhos (capitaneados pelo ex-presidente Roberto Micheletti) como um anacronismo nesta América Latina que caminha pela trilha democrática, após derrotar as experiências autoritárias das décadas de 60 e 70.

 

O povo hondurenho tem se comportado de forma exemplar, enfrentando com destemor os golpistas e denunciando as violações dos direitos humanos, que geraram quatro assassinatos e 1.158 detenções ilegais (até ontem), número que deve se elevar com a repressão aos apoiadores da tentativa de Zelaya de voltar ao país, na última sexta-feira.

 

O golpe significou, também, a perseguição a representantes do movimento social, os atentados à liberdade de expressão, que alcançaram 14 meios de comunicação e quatro organizações sociais, a militarização de instituições públicas e o ressurgimento dos esquadrões da morte, desativados desde o fim dos anos 70.

 

O movimento popular desmoralizou os argumentos dos golpistas de que Zelaya se preparava para se perpetuar no poder, ao querer mudar a Constituição do país, com a convocação de uma Assembleia Constituinte.

 

Ao contrário do que alega o governo 'de fato', a Assembleia Constituinte não iria beneficiar Zelaya, já que seria votada durante as eleições presidenciais e beneficiaria somente o próximo presidente.

 

O próprio Micheletti já tentou mudar a Constituição em 1985, dois anos depois de ela ser criada. Na época presidente, ele pediu uma Constituinte para mudar os artigos 373, 374 e 375, mecanismos de reforma e defesa da Constituição que o seu governo 'de fato' usa hoje em dia para defender o golpe.

 

Na verdade, o que explica a deflagração do golpe militar é a mudança de orientação do presidente Zelaya, cujo mandato teve início em 2006, mesmo ano em que entra em vigor em Honduras um acordo de livre comércio com os Estados Unidos.

 

Em 2007, o presidente Manuel Zelaya visita Cuba, na primeira visita oficial de um mandatário hondurenho à ilha em 46 anos. No ano seguinte, Honduras une-se à Alternativa Bolivariana para as Américas (Alba) – uma aliança de líderes latino-americanos chefiada pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez. Zelaya disse que a falta de apoio internacional para combater a pobreza forçou-o a buscar a ajuda  venezuelana.

 

Aí, o golpe começou a ser tramado.

 


 

Nota do distribuidor:

O governador do estado do Maranhao, Dr.Jackson Lago, sofreu tambem um golpe semelhante ao de Honduras, aqui, articulado pela camarilha da familia Sarney, que a cada dia sofre denuncias da Policia Federal Brasileira, e recolocaram no poder a sua filha ROSEANA SARNEY, em março de 2009.

Esse mesmo senador Sarney é que articula a não entrada da venenzuela no Mercosur, e passado mais de um ano, o senado brasileiro ainda nao votou sua entrada.

Infelizmente aqui a imprensa silenciou.  O poder central foi solidario à camarilha (como esta sendo o pentagono..em Honduras).   

26.7.09

alguns filmes interessantes

LINHA DE PASSE
 
Sinopse:     São Paulo. 19 milhões de habitantes. 200 quilômetros diários de engarrafamento. 300 mil motoboys. No coração de uma das maiores metrópoles do mundo, quatro irmãos tentam reinventar suas vidas. Reginaldo, o mais novo, procura obstinadamente seu pai, que nunca conheceu. Dario, prestes a completar 18 anos, sonha com uma carreira como jogador de futebol profissional. Dinho, frentista em um posto de gasolina, busca na religião o refúgio para um passado obscuro. Dênis, o irmão mais velho, já é pai de um filho e ganha a vida como motoboy. No centro desta família está Cleusa, 42 anos, grávida do quinto filho. Ela trabalha duro como empregada doméstica enquanto luta para manter os filhos na linha. Para sobreviver à brutalidade de uma cidade onde as oportunidades se afunilam, eles só podem contar um com o outro.
 
Mais informações e o trailer do filme em: http://www.paramountpictures.com.br/linhadepasse/
 

 
TERRA VERMELHA
 
Sinopse:     Mato Grosso do Sul, Brasil, 2008. O suicídio de duas meninas Guarani-Kaiowá desperta a comunidade para a necessidade de resgatar suas próprias origens, perdidas pela interferência do homem branco. Um dos motivos do desaparecimento gradual da cultura reside no conflito gerado pela disputa de terras entre a comunidade indígena e os fazendeiros da região. Para os Kaiowás, essas terras representam um verdadeiro patrimônio espiritual e a separação que sofreram desse espaço é a causa dos males que os rodeia. Uma disputa metafórica é criada. A compreensão e o diálogo buscam espaço nesse antigo conflito. Enquanto isso, o jovem Osvaldo, que vive um terrível embate contra o desejo de morrer, vai furtivamente buscar água no rio que corta a fazenda e conhece a filha do fazendeiro. Um encontro em que a força do desejo transpassa e ao mesmo tempo acentua o desentendimento entre as civilizações.
 
 

 
CHE
 
Sinopse:     26 de novembro de 1956. Fidel Castro (Demián Bichir) viaja do México para Cuba com oito rebeldes, entre eles Ernesto "Che" Guevara (Benicio Del Toro) e seu irmão Raul (Rodrigo Santoro). Guevara era um médico argentino, que tinha por objetivo ajudar Castro a derrubar o governo de Fulgêncio Batista. Ao chegar ele logo se integra à guerrilha, participando da luta armada mas também cuidando dos doentes. Aos poucos ele ganha o respeito de seus companheiros, torna-se um dos líderes da revolução que está por vir.
 
Trailer disponível em: http://www.che-movie.co.uk/

24.7.09

Carta Aberta a Governadora Yeda Crusius

        Exma. Sra. Governadora do Estado do Rio Grande do Sul,

Yeda Crusius


O Movimento Pela Abertura dos Arquivos da Ditadura toma a iniciativa de escrever-lhe esta carta, em referência ao cartaz que a senhora escreveu ontem pela manhã, dia 16 de julho de 2009, e apresentou aos fotógrafos de órgãos de imprensa de todo o país. A sua declaração, de que aquelas pessoas que ali estavam não eram professores, mas "torturadores", atinge não somente aqueles professores, que estão em seu pleno direito de reivindicar melhores salários e condições de trabalho, mas também todos os cidadãos brasileiros, vítimas diretas ou indiretas dos crimes cometidos por torturadores ao longo da história do Brasil. A utilização deste termo é uma prova da total falta de conhecimento histórico da senhora, e mais: um grande desrespeito à memória do país, que recentemente passou por um período de ditadura, não só militar, mas com contribuição de muitos civis, muitos hoje acusados de terem, esses sim, torturado pessoas. Com sua declaração, a senhora ignorou totalmente a carga histórica que o conceito de "torturador" carrega. A senhora já ouviu o depoimento de alguém que tenha sofrido, verdadeiramente, uma tortura? Estas pessoas merecem o nosso respeito, o que não observamos na sua atitude.

 

Isso corrobora para o que estamos chamando atenção há tempos: a utilização inadequeada de adjetivos, sem conhecer seu teor histórico, sem valor explicativo, e usado de forma pejorativa e impune. Isso acontece, também, com o conceito de "terrorista", que é utilizado para a luta armada brasileira, mas nunca atribuído às ações do aparato repressivo do Estado - ainda não desmontado, julgado e condenado - e com grupos para-militares, como o CCC, sigla que ainda hoje circula na sociedade brasileira, e é lembrada como o grande grupo que combatia o comunismo, sem saber de fato o que aquele grupo fez no Brasil.

 

A sua atitude se assemelha à dos torturadores e repressores, na medida em que, assim como as balas, as palavras ferem, e vêm justamente do lugar que deveria tomar conta de todos os cidadãos, independente de posicionamento político: o Estado. A senhora comparou uma classe trabalhadora, que exercia um direito que fora suprimido por mais de 20 anos, àqueles responsáveis pela supressão do mesmo. Comparou-os a pessoas que cometeram crimes, e que estão por aí, impunes. Isto, senhora governadora, é considerado calúnia, segundo as leis do Estado que a senhora representa.

 

 A senhora sentiu-se intimidada pela manifestação que impediu o direito de ir e vir de seus netos. A senhora sabe que durante os anos 1960, 1970 e 1980, vigoraram no Cone Sul ditaduras civil-militares que sequestraram, torturaram, desapareceram, mataram e apropriaram-se de crianças? Na Argentina, por exemplo, há mais de 500 crianças desaparecidas. Apenas 91 tiveram sua identidade restituída. A senhora sabe como isto foi feito? Através de lutas, confrontos, manifestações, como esta, que se realizava em frente a sua residência.

 

 Seus netos, senhora governadora, provalvemente não saibam o estado em que se encontra a educação pública no Rio Grande do Sul, pois devem frequentar os melhores e mais caros colégios em Porto Alegre. Seus netos não devem fazer idéia do que seja passar trimestres, às vezes anos, sem uma disciplina, por falta de professor; ou estudarem em turmas com 50 alunos, por causa do enturmamento promovido pela senhora; ou enfrentarem as condições precárias em que se encontram muitas escolas; ou não possuírem uma boa educação por falta de recursos; ou encontrarem professores desmotivados pela miséria que é paga todos os meses. Estes sim, são torturados.

 

 Senhora governadora, por todos esses motivos expostos nós, do Movimento Pela Abertura dos Arquivos da Ditadura, escrevemos esta carta com o objetivo de solicitar uma retratação pública da senhora, em frente às câmeras de televisão, para com todos os cidadãos brasileiros, que de uma forma ou de outra, sabem exatamente o que signifca o termo "torturado". Pedimos que a senhora tome essa atitude, em nome de todas as verdadeiras vítimas de crimes de tortura cometidos no Brasil, seja durante a ditadura civil-militar, seja ainda hoje em dia, pelo Estado.

 

Esta carta seguirá com cópia para órgãos de imprensa e endereços eletrônicos que quiserem publicá-la.


Assinado: MOVIMENTO PELA ABERTURA DOS ARQUIVOS DA DITADURA-RS

 

Porto Alegre, 17 de julho de 2009

23.7.09

DIREITOS HUMANOS em debate na CONFERÊNCIA Internacional de Teatro do Oprimido, dia 23/7

Conferência Internacional de Teatro do Oprimido

20 a 26 de Julho 2009 - Rio de Janeiro, Brasil

Um Tributo a Augusto Boal

Programação desta 5ª feira, dia 23/7

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LOCAL: Caixa Cultural - Teatro Nelson Rodrigues.
Av. República do Chile 230, Centro/RJ - tel. 2262-5483


9 às 11h - Conferência: O Teatro dos Direitos Humanos

Pronunciamento em vídeo de Augusto Boal

ESPAÇOS DE LIBERDADE ATRÁS DE MUROS DAS PRISÕES

Bárbara Santos - socióloga do Centro de Teatro do Oprimido, Brasil/Alemanha

JUVENTUDE, VIOLÊNCIA E TO NA ALEMANHA ORIENTAL

Till Baumann - TheaterDialog / Instituto Paulo Freire, Alemanha

CIDADANIA DE PAPELÃO, COMO ASSIM?

Adrian Jackson - Cardboard Citizens, Inglaterra

11:30 ás 13h - Mesa: Direitos Humanos: do que estamos falando?

Paulo Vannuchi - Ministro dos Direitos Humanos, Brasil

Cecília Coimbra - Grupo Tortura Nunca Mais, Brasil

13:30 às 14:30h - Mostra Internacional de Vídeos

Fábrica de Teatro Popular Nordeste - Brasil

Programa de formação de Multiplicadores do Teatro do Oprimido na região nordeste

Debate com Claudia Simone (psicopedagoga) e Cláudio Rocha (arte educador) - Centro de Teatro do Oprimido, Brasil

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LOCAL: Caixa Cultural - Teatro de Arena. Av. Almirante Barroso 25, Centro/RJ - tel. 2544-4080


15 às 16h - Mesa de Introdução: Ações Culturais nas Zonas de Conflito do Rio Maravilha

José Junior - Grupo Cultural Afroreagge, Brasil

Sérgio Andréia - Chefe de Gabinete - Secretaria de Ação Social de Direitos Humanos, Brasil

16:30 às 19h - Conferência: O Teatro do Oprimido em Zonas de Conflito

O TEATRO QUE ENFRENTA BLOQUEIOS

Iman Aoun - Grupo Ashtar, Palestina

MILITARES E SOCIEDADE CIVIL NO MESMO PALCO

José Carlos - GTO-Bissau, Guiné-Bissau

O TEATRO QUE CRIA PONTES

Chen Alon, Israel

O DIÁLOGO COMO DESAFIO

Justin Billy, Sudão

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LOCAL: Caixa Cultural - Teatro de Arena. Av. Almirante Barroso 25, Centro/RJ - tel. 2544-4080


20:30h - Mostra Internacional de Espetáculos

"Balaio de gado", do GTO Levante, Belo Horizonte/MG, Brasil

Duração 90 minutos. Classificação Livre. Ingressos R$10

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Transmissão AO VIVO pela INTERNET
A Conferência Internacional de Teatro do Oprimido será transmitida ao vivo pela internet.
Informações no site
www.ctorio.org.br.

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Release:

De 20 até 26 de Julho acontece no Rio de Janeiro à Conferência Internacional de Teatro do Oprimido. 52 representantes de 25 países dos 5 continentes, mais representantes de 16 estados brasileiros participam do evento que ocupa três espaços no Centro do Rio: CAIXA Cultural RJ (Teatro Nelson Rodrigues e Teatro de Arena) e Centro de Teatro do Oprimido - CTO.

Austrália, Israel, Palestina, Nepal, Paquistão, Índia, Suécia, Holanda, Áustria, Alemanha, Inglaterra, França, Itália, Espanha, Portugal, Senegal, Guiné-Bissau, Sudão, Moçambique, Angola, Canadá, EUA, Porto Rico, Argentina, Uruguai e Brasil integram painéis de discussão sobre o impacto do Teatro do Oprimido em diferentes áreas temáticas (cultura, política, educação, saúde mental, direitos humanos, zonas de conflito etc) e regiões do mundo, desafios para o desenvolvimento de projetos locais e planejamento de ações de cooperação internacional.

O evento é um tributo ao teatrólogo Augusto Boal e marco histórico para a continuidade de sua obra, tendo como objetivos: ratificar os fundamentos políticos, filosóficos, estéticos e pedagógicos do Método do Teatro do Oprimido; analisar o impacto da aplicação do Método em diferentes áreas temáticas, nas diversas regiões do mundo; estimular a reflexão sobre o Movimento Internacional de Teatro do Oprimido e as perspectivas de sua organização; estruturar o Encontro Internacional que acontecerá em Julho de 2010, em Belém, dentro do Congresso Mundial IDEA.

Entre os participantes dos painéis de discussão, destacam-se: o estadunidense Doug Paterson, da universidade de Nebraska, que realiza a Conferência anual da Pedagogia e Teatro do Oprimido; o indiano Sanjoy Ganguli, que há 20 anos faz Teatro do Oprimido com o Grupo de Teatro do Oprimido Janna Sanscrit; o israelense Chen Alon, ex-militar, que se tornou praticante de Teatro do Oprimido de uma organização chamada Combatentes Pela Paz; o moçambicano Alvim Cossa, que espalhou o Teatro do Oprimido por todo o país e que agora se tornou uma estratégia nacional na luta contra a Aids; o sudanes Justin Billy, que atua com Teatro do Oprimido em zonas de conflito; os palestinos Iman Aoun e Edward Muallen, integrantes do Grupo Asthar, que há 10 anos fazem Teatro do Oprimido nos territórios palestinos ocupados; o alemão Till Baumann, que faz Teatro do Oprimido em presídios com jovens oriundos de áreas extremamente marcadas pela presença neo-nazista.

Como programação paralela acontece: Mostra Internacional de Espetáculos, Mostra Internacional de Vídeos, Encontro de Praticantes, exposição a Estética do Oprimido e Sarau Cultural.

A Conferência Internacional de Teatro do Oprimido é uma realização do Centro do Teatro de Oprimido - CTO, com patrocínios do Departamento Nacional de SESC e do Ministério da Cultura por intermédio do Programa Cultura Viva com apoio da Caixa Econômica Federal, e integra o Programa Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto.

O press-release e a programação completa estão disponíveis no site
www.ctorio.org.br

Ney Motta | Centro de Teatro do Oprimido - CTO
Assessoria de Comunicação e Imprensa
tels. (21) 2246-4532, 2539-2873 e 8718-1965
e-mail/skype:
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www.ctorio.org.br

Na batalha pelo RS, a verdade sobre a fábrica da Ford

publicada quinta, 23/07/2009 às 00:30 e atualizado quinta, 23/07/2009 às 01:44  

Em 2010, a disputa pelo governo do Rio Grande do Sul promete ser uma das mais sangrentas em todo o país.

A atual governadora tucana, Yeda Crusius, chegará desmoralizada à eleição, sem força pra disputar um novo mandato.

Desde a aprovação da reeleição, os gaúchos nunca reconduziram um governador ao cargo. Antonio Brito perdeu a reeleição para Olivio Dutra em 1998. O petista não disputou novo mandato (foi derrotado nas prévias do partido), e o candidato do PT (Tarso Genro) acabou derrotado nas urnas, em 2002, por Germano Rigotto; que, por sua vez, também fracassou na tentativa da reeleição, perdendo para Yeda Crusius.

O campo está aberto para o velho embate PMDB x PT, sem um favorito claro.

Tarso Genro já foi lançado candidato pelo PT para 2010. Do lado peemedebista, há dois postulantes: o atual prefeito José Fogaça, e o ex-governador Germano Rigotto.

Para apoiar Dilma na eleição federal, o PMDB tentará arrancar de Lula o compromisso de não subir no palanque de Tarso.  Difícil imaginar que Lula deixe de apoiar explicitamente seu atual ministro da Justiça. Talvez, o faça de forma discreta.

O maior trunfo das froças que tentarão derrotar Tarso é o anti-petismo. O PT se desgastou no Estado (em parte, por seus próprios erros), e Lula não é tão popular lá, em comparação com outras regiões do país.

A direita gaúcha também conta com a força da dupla RBS/Zero Hora, poderosíssima no Estado. Essa máquina de comunicação ajudou a colar no governo Olivio a pecha de ter "perdido investimentos" para outros EStados. O grande exemplo: a fábrica da Ford, que teria desistido de implantar uma unidade no Rio Grande do Sul para se instalar na Bahia.

Esse é um dos fantasmas que serão reavivados na campanha do ano que vem.

Só que a turma do DEM acaba de entregar o ouro!

O site do partido "contou" a verdade: o DEM confessou que tirou a fábrica dos gaúchos, graças a uma chantagem de ACM contra FHC.    

Vejam o que o blog Partisan publicou sobre isso - http://partisanrs.blogspot.com/.

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DEM confessa que foi o responsável pela saída da FORD do RS

http://3.bp.blogspot.com/_7Iu6s1xPt7c/SmNEUi7b1bI/AAAAAAAABYs/XC1b24YW4R4/s400/ACM+e+neto.jpgNesta segunda-feira, dia 20, a Bahia lembra com saudades do senador Antonio Carlos Magalhães, quando são completados dois anos de sua morte. O polêmico e maior líder político da Bahia será homenageado pela família e por seus admiradores e seguidores, durante cerimônia religiosa. Será apresentado ao povo baiano o novo mausoléu onde estão os restos mortais de ACM, no cemitério Campo Santo. A benção ao mausoléu vai acontecer às 9h desta segunda-feira. O deputado ACM Neto (DEM) estará presente e vai discursar, agradecendo ao carinho dos baianos.

"É uma data para homenagear o senador e também fazer uma reflexão. ACM colocou a Bahia no mapa do desenvolvimento do Brasil, quando o estado assumiu o protagonismo na região nordeste. E hoje, no governo Jaques Wagner (PT), a Bahia retrocedeu. O que vemos é o estado perder investimentos, ser tomado de assalto pela violência, ter a pior educação do Brasil e perder investimentos", declarou o parlamentar. ACM Neto lembrou que o senador era amado por muitos e tinha desafetos. Mas, entre os que o amavam e os seus desafetos, uma coisa era unanimidade: a razão de viver de ACM era a Bahia, e sua luta incansável em defesa dos baianos resultou em conquistas e o transformaram no maior político do estado nos últimos 50 anos. "Hoje, o que vemos é o governo tentando acabar, por incompetência ou má-fé, marcas deixadas por ACM. Uma delas é o Centro Histórico de Salvador, entregue aos bandidos, à sujeira e à escuridão. Centro Histórico que foi restaurado no terceiro governo de ACM e que hoje o governo quer destruir".

"Quem não se lembra que ACM ameaçou romper com o então presidente Fernando Henrique Cardoso, caso o governo federal não ajudasse que a Ford fosse instalada na Bahia, como de fato aconteceu? Hoje, o que vemos é um governador aliado do presidente da República e que deixa o estado perder investimentos para Pernambuco. Um governador que deveria seguir os bons exemplos de ACM, que deveria, pelo menos, amar mais a Bahia", complementou ACM Neto.

 

Artigo publicado na página dos DEMOs(http://www.dem.org.br) - http://www.blogdemocrata.org.br/?scroller=Y&id=%7B36887400-FED7-4AE8-B50C-9822A64C27DE%7D 

Está lá para quem quiser ver. Os DEMOs confessam que tiraram a Ford do RS através de um acordo do ACM com FHC. E se orgulham disso publicamente.

Esse seria um bom tema para o grupo RBS, poderia ter o título "DEMOs assumem que tiraram a FORD do RS".

Se houvesse alguma isenção ou coerência jornalística desse grupo, o assunto renderia por vários dias manchetes e programas de debates na rádio e televisão. As principais lideranças dos DEMOs no Estado (Paulo Feijó, Onix Lorenzoni, Germano Bonow) seriam cobradas publicamente. A responsabilidade do governo Rigotto, integrado pelos DEMOs, e dos governos Fogaça e Yeda, do qual o partido participa ativamente, não seria esquecida ou relativizada. Mas isso nós podemos ficar esperando sentados.

O importante é que, a partir de agora, esse é um fato incontroverso. Está lá declarado na página do partido. O político gaúcho que afirmar o contrário pode ser abertamente chamado de mentiroso sem meias palavras.

Quanto ao velho ACM não é necessário tecer qualquer comentário. Basta ler a matéria e cuidar para não ter uma forte azia.

Ainda sobre o caso DEMOs/FORD

 

http://4.bp.blogspot.com/_7Iu6s1xPt7c/SmUBb03phHI/AAAAAAAABY8/_p4ij8T3bTk/s400/ACM+Ford+FHC.jpgAinda sobre o caso DEMOs/FORD, por indicação do nosso leitor Noiran, reproduzo o artigo de Beatriz Fagundes que está publicado na página da Assembléia Legislativa (http://www.al.rs.gov.br/ag/Clipagem/noticias.asp?txtIDMATERIA=160939&txtIdTipoMateria=8&txtIdVeiculo=26). Lendo esse artigo mais a declaração publicada na página dos DEMOs não há como questionar a armação DEMO/Tucana.
 

A verdade sobre a Ford.

A versão de que Olívio Dutra "correu" com a Ford daqui é fantasiosa e não corresponde aos fatos. Se alguém pode explicar em detalhes a operação este alguém é Yeda Crusius, que votou a favor dos baianos.

A grande acusação contra o candidato Olívio Dutra, sem qualquer dúvida, é a decisão tomada pela Ford de não instalar sua fábrica em Guaíba. Para o Estado, foi uma perda lamentável. Temos aí o resultado positivo da GM em Gravataí, que não permite sequer um comentário que desconsidere o peso econômico de uma montadora instalada em qualquer região do planeta. Apenas um papalvo não sabe disso. Abstraindo a tragédia, temos que trabalhar com a realidade. Ela é bem diferente do que apregoam monotonamente as "viúvas" da Ford. Olívio Dutra não mandou a Ford embora, como se ela fosse um empresinha de fundo de quintal e que, portanto, pudesse ser enxotada aos pontapés, não. Ficamos aqui prisioneiros, fundamentalmente, da versão antipetista do fato.

O fato

O prazo do Regime Automotivo Especial para serem concedidos novos incentivos fiscais às montadoras no Nordeste havia terminado em maio de 1997. Para agradar o então poderoso Antonio Carlos Magalhães (presidente do Congresso Nacional), FHC aceitou dar a Ford de presente aos baianos, em detrimento dos gaúchos. O Jornal Gazeta Mercantil, de 21 de outubro de 2001, afirmava: "O fato porem, é que a Bahia não mais contava, naquele momento, com condições de atrair uma montadora de automóveis"; e continuava: "para viabilizar a instalação da Ford na Bahia, o deputado federal Jose Carlos Aleluia (PFL-BA), relator da MP 1740, que tratava de ajustes no sistema automotivo brasileiro, incluiu no documento a prorrogação, por alguns meses, da vigência do Regime Especial do Nordeste". Foi aprovado o projeto por voto simbólico das bancadas, transformando-se em lei, no dia 29 de junho de 1999.

Ação e votos

Na mesma sessão em que a prorrogação foi aprovada, o PT de Olívio Dutra apresentou um destaque pedindo votação em separado para o artigo 11, que favorecia diretamente a instalação da Ford na Bahia. Mas os deputados aliados de ACM não quiseram discutir o assunto e rejeitaram o requerimento em votação nominal. O jornal Gazeta Mercantil também revelou que o então secretário executivo do Ministério da Fazenda Pedro Parente, outro tucano, foi decisivo para garantir a Ford na Bahia. A versão, repetida à exaustão pelos antipetistas, não resiste a uma mínima pesquisa histórica a respeito do fato. Insistem na versão fantasiosa de que Olívio Dutra "acordou", numa madrugada qualquer, e por capricho simplesmente mandou a Ford embora. Nem uma criança acreditaria que uma transnacional do porte da Ford poderia ser tratada com tamanha arrogância. Os fatos estavam se desenrolando em Brasília e atendiam a interesses políticos dos grandes caciques. A hoje candidata Yeda Crusius votou a favor da Bahia e contra os interesses do Rio Grande à época. Isto é fato histórico, ninguém pode desmentir. Podem apresentar versões, justificativas, mas não podem apagar o que está gravado nos anais do Congresso Nacional.

O que atraiu a Ford para a Bahia

Bilhões em subsídios e renúncia fiscal patrocinados pelo Estado da Bahia. Não nos cabe entrar na discussão sobre as vantagens ou não de implantar uma fábrica do porte de uma montadora como a Ford. Seria desperdício. Podemos trabalhar com dados. O governo baiano, através de incentivos, renúncias fiscais, investimentos e empréstimos para a instalação da montadora dispôs R$ 3 bilhões de reais, o que significa que para cada uma das 2 mil vagas abertas foram destinados R$ 1,5 milhão. Nos contratos conhecidos entre a Ford e o governo baiano não há nenhuma exigência de transferência de tecnologia, formação, nível salarial ou geração de empregos. Propagandeia-se apenas a geração de 5 mil postos diretos e 50 mil indiretos. A decisão da Ford de não se instalar em Guaíba, no Rio Grande do Sul, nem de longe passou pelos maus bofes do governo, mas, sim, pelas generosas vantagens que recebeu do Congresso Nacional ao aprovar fora do prazo um destaque de uma MP do governo de FHC. A versão de que Olívio Dutra "correu" com a Ford daqui é fantasiosa e não corresponde aos fatos. Se alguém pode explicar em detalhes a operação este alguém é Yeda Crusius, que votou a favor dos baianos. Yeda e outros políticos gaúchos foram os que realmente mandaram a Ford embora daqui. Olívio Dutra e o PT nada puderam fazer contra a decisão. Essa é a verdade, o mais é manipulação.

www.rodrigovianna.com.br

Casos suspeitos de gripe A em Caxias aumentam para 92

Saúde | 22/07/2009 | 19h24min

Números foram confirmados na tarde desta quarta

No fim da tarde desta quarta-feira, a Secretaria Municipal da Saúde de Caxias do Sul divulgou que, em 24 horas, o número de casos casos de síndrome respiratória aguda, suspeitos de gripe A, saltou de 79 para 92.

Desse total, contabilizado desde 10 de junho, 44 permaneciam internados em hospitais da cidade até a tarde e cinco morreram.

http://www.clicrbs.com.br/pioneiro/rs/plantao/10,2589476,Casos-suspeitos-de-gripe-A-em-Caxias-aumentam-para-92.html

proibição do amianto avança!

Amianto, mesmo embalado, é perigoso

Diário Oficial

Temporão proíbe amianto na Saúde

Atualizado em 22 de julho de 2009 às 14:47 | Publicado em 22 de julho de 2009 às 13:41

por Conceição Lemes

O que defensores do banimento do amianto no Brasil aguardavam há muito tempo, aconteceu: o ministro José Gomes Temporão proibiu por completo no Ministério da Saúde e órgãos vinculados o uso e a compra de quaisquer produtos e subprodutos que contenham amianto ou suas fibras na composição. É o segundo ministro a proibir o amianto na sua área. O primeiro foi o Carlos Minc, do Meio Ambiente. Todos os tipos de amianto -- inclusive, a crisotila brasileira -- são comprovadamente cancerígenos aos seres humanos.

"É algo mais do que esperado e necessário", festeja a engenheira Fernanda Giannasi, fundadora da Abrea -- Associação Brasileira dos Expostos ao Amianto -- e coordenadora da Rede Virtual Cidadã pelo Banimento do Amianto na América Latina. "Esperamos que a decisão do ministro Minc e agora do ministro Temporão seja reproduzido pelos outros ministros e parlamento brasileiro." 
 
A portaria foi assinada segunda-feira, 20 de julho, pelo ministro Temporão e publicada no Diário Oficial da União de ontem. Ela já está em vigor.
 

http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/temporao-proibe-amianto-na-saude/

21.7.09

Honduras: antes e depois do golpe

O golpe militar contra o presidente Mel Zelaya em Honduras colocou um problema novo para o continente, a partir de velhos procedimentos. Apoiado na unidade das elites dominantes em torno das FFAA, do Judiciário e do Parlamento, foi dado um golpe que tirou do poder a um presidente legalmente eleito, que havia proposto ao país uma Assembléia Constituinte – que incluía o direito a reeleição do atual presidente.

A reação popular de apoio ao presidente deposto foi clara e maciça, ao mesmo tempo que os golpistas conseguiam manter – até agora, pelo menos – a unidade das elites tradicionais, com apoios de setores da população. Ao mesmo tempo, a condenação internacional ao golpe foi unânime, com algumas repercussões no plano econômico – como a suspensão da venda subsidiada de petróleo venezuelano e acordos com o BID, conforme o país foi suspenso da OEA.

Mas a condenação internacional tem se mostrado insuficiente, diante da atitude do governo golpista. Zelaya aceitou as propostas do mediador, o presidente da Costa Rica, mesmo se elas impediriam que ele retomasse a proposta de convocação da Assembléia Constituinte, demonstrando sua disposição de pacificação e deixando claro que a intransigência vem dos golpistas.

Diante do impasse, Zelaya anuncia seu retorno ao país para buscar, pela via da luta de massas – ele fala mesmo de insurreição -, o mandato que lhe foi outorgado pelo povo. Demonstra combatividade e confiança no apoio popular. Pode voltar à presidência de forma similar a que retornou Hugo Chavez.

Uma solução política permitiria que Zelaya ou um candidato diretamente vinculado a ele – fala-se de sua mulher, dado que não existe reeleição na super remendada constituição, agora rasgada pelos golpistas. Zelaya tem o direito de submeter ao povo hondurenho seu governo e as propostas de aprofundamento das reformas que apenas começou a colocar em pratica no país – o suficiente para que as elites tradicionais, responsáveis pela situação de país mais pobre do continente, junto como Haiti, reagissem com o golpe militar.

Para a América Latina, é o momento de mostrar que os tempos mudaram, que tal como a Venezuela inaugurou, os golpes militares serão derrotados pelo povo organizado. O golpe deve abrir um caminho novo em Honduras, cansadas de ser a "republica bananeira", como foi caracterizada por um escritor norteamericano. Houve um antes e um depois do golpe na Venezuela, deve haver um antes e um depois do golpe em Honduras.

Postado por Emir Sader - 20/07/2009  às 13:37

http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=1&post_id=334

Jantar-Baile: transferido!

Jantar-Baile é transferido para 12 de setembro

Previsto para este sábado 25 de julho, o 4º Jantar-Baile de Kerb da ACGC* foi adiado, em função de recomendação das

autoridades de Caxias de que se evite, por enquanto, aglomeração de pessoas, para frear a disseminação da gripe A. 

Se você adquiriu ingresso, não precisa perder o evento nem o dinheiro, mas precisa entrar em contato com a pessoa com quem você o adquiriu, informando sua confirmação ou desistência. 

A diretoria da ACGC* pede desculpas pelo transtorno e agradece pela compreensão. 

(*) Associação Cultural Germânica de Caxias do Sul

17.7.09

debate

TV Educativa do Paraná recebe Stedile em debate sobre crise

09/07/2009

Nesta sexta-feira (17/7), às 22h, a TV Educativa do Paraná exibe mais uma edição do Programa Projeto Popular. Produzido, elaborado, e conduzido pelos movimentos sociais brasileiros, o programa se dispõe a debater os grandes temas da sociedade mundial, latino-americana e brasileira de forma interdisciplinar a partir do movimento social brasileiro com vistas à elaboração de um projeto popular de nação é o objetivo desse programa.

No episódio de estréia, que foi ao ar na semana passada, o programa teve a participação de Antonio Carlos Spis, da direção da Central Única dos Trabalhadores (CUT), que falou sobre o papel dos movemntso sociais atualmente. Nesta semana, o integrante da direção nacional do MST, João Pedro Stedile, fala sobre a crise mundial.

O Programa Projeto Popular é exibido às sextas-feiras, sempre às 22h. A iniciativa vem de uma parceria dos movimentos sociais brasileiros com a TV Educativa do Paraná (Canal 9 da TV aberta - somente naquele estado -, ou 115 da SKY).

Próximas edições:

Dia 10 de julho - Antonio Carlos Spis (CMS) – em debate o papel dos mov. sociais

Dia 17 de julho - João Pedro Stédile (Via Campesina) – em debate a crise mundial

Dia 24 de julho - Aldemir Caetano (FUP) – em debate o Pré-Sal

Dia 31 de julho - Washington Uranga (mov. social argentino) – em debate a integração latino-americana

Os programas também podem ser vistos pela internet:

http://www.aenoticias.pr.gov.br/tv-aovivo.php

ou

http://www.rtve.pr.gov.br/modules/programacao/tv_ao_vivo.php


Informações: projetopopular@quemtv.com.br

Roda Viva - segunda-feira, 20 de julho de 2009 às 22h10

 
* Edição GRAVADA. Não aceita perguntas.
Gay Talese
Jornalista e escritor

Há mais de 50 anos Gay Talese vive entre o jornalismo e a literatura. Ele foi responsável pela mais famosa reportagem sobre Frank Sinatra sem ter conseguido entrevistá-lo. Como o cantor estava gripado e não queria falar com jornalistas, Talese procurou outros personagens do cotidiano dele e revelou o mundo de Sinatra de uma forma que dificilmente conseguiria sem ter o pedido de entrevista recusado.

Gay Talese é um dos responsáveis por criar o estilo de fazer reportagens combinando técnicas jornalísticas com recursos literários. Ele trabalhou em jornais e revistas escrevendo reportagens como se fossem textos literários e livros e uma autobiografia como se fossem reportagens.

O trabalho de Talese virou uma das marcas do novo jornalismo surgido nos Estados Unidos na década de 60 e o transformou em um dos maiores expoentes do movimento que teve também grandes nomes como Norman Mailer, Tom Wolfe e Truman Capote, entre outros.

Participam como convidados entrevistadores:
Carlos Eduardo Lins da Silva, ombudsman do jornal Folha de S. Paulo; Regina Echeverria, jornalista; Humberto Werneck, jornalista e escritor; Caio Túlio Costa, jornalista e professor de jornalismo na Cásper Líbero e consultor de novas mídias.
Twitters no estúdio: Rosana Hermann, jornalista (http://twitter.com/rosana); Jeanne Callegari, jornalista e escritora (http://twitter.com/jeannecallegari) e Ana Rusche, escritora (http://twitter.com/anarusche)
Fotógrafo convidado: Natalie Gunji, fotógrafa (www.flickr.com/photos/nat_gunji)

Apresentação: Paulo Markun

O Roda Viva é apresentado às segundas a partir das 22h10.
Você pode assistir on-line acessando o site no horário do programa.
http://www2.tvcultura.com.br/rodaviva

Nota Oficial

                                                            Nota Oficial

A direção do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul e a Associação Riograndense de Imprensa (ARI) repudiam a atitude da Brigada Militar no trato com a Imprensa. Várias equipes de reportagens tiveram seu trabalho cerceado na manhã dessa quinta-feira, durante o episódio ocorrido em frente ao número 806, da Rua Araruama, Vila Jardim, residência da governadora Yeda Crusius. No entendimento destas entidades, a ação dos policiais que retiraram e isolaram os profissionais durante o manifesto promovido pelo Sindicato dos Professores do Rio Grande do Sul nos remete aos anos de chumbo, quando jornalistas eram proibidos de exercerem seu trabalho.

              Foto: Roberto Vinicius / Agência Freelancer

Entendemos que vivemos em um estado democrático de direito e que nenhuma autoridade pode tentar calar a imprensa. Lembramos ainda que episódios como este tem se tornado rotineiro no Estado, em especial na cobertura dos movimentos sociais. O Sindicato e a ARI esclarecem ainda que muitos profissionais, apesar de não estarem vinculados aos veículos da grande mídia, integram a categoria profissional e também não podem ser impedidos de exercerem suas atividades, seja como free-lance, ou assessor de imprensa.

                    Foto: Roberto Vinicius / Agência Freelancer

Este tipo de ocorrência fere a todos os profissionais em exercício no Rio Grande do Sul, pois tem o objetivo de cercear a liberdade de informar. As entidades cobram providências do Comando da Brigada Militar para que não se repitam mais atos como esse contra profissionais que estão a serviço da sociedade e da qualidade de informação. Num momento em que se debate a liberdade de expressão, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul e a Associação Riograndende de Imprensa querem que os jornalistas tenham o direito da liberdade profissional.

                     Foto: Roberto Vinicius / Agência Freelancer

* Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS

* Associação Riograndense de Imprensa


Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul
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Cancion con todos

Salgo a caminar
Por la cintura cosmica del sur
Piso en la region
Mas vegetal del viento y de la luz
Siento al caminar
Toda la piel de america en mi piel
Y anda en mi sangre un rio
Que libera en mi voz su caudal.

Sol de alto peru
Rostro bolivia estaño y soledad
Un verde brasil
Besa mi chile cobre y mineral
Subo desde el sur
Hacia la entraña america y total
Pura raiz de un grito
Destinado a crecer y a estallar.

Todas las voces todas
Todas las manos todas
Toda la sangre puede
Ser cancion en el viento
Canta conmigo canta
Hermano americano
Libera tu esperanza
Con un grito en la voz