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pergunta:

"Até quando vamos ter que aguentar a apropriação da ideia de 'liberdade de imprensa', de 'liberdade de expressão', pelos proprietários da grande mídia mercantil – os Frias, os Marinhos, os Mesquitas, os Civitas -, que as definem como sua liberdade de dizer o que acham e de designar quem ocupa os espaços escritos, falados e vistos, para reproduzir o mesmo discurso, o pensamento único dos monopólios privados?"

Emir Sader

28.3.10

La Memoria

León Gieco

Los viejos amores que no están,
la ilusión de los que perdieron,
todas las promesas que se van,
y los que en cualquier guerra se cayeron.

Todo está guardado en la memoria,
sueño de la vida y de la historia.

El engaño y la complicidad
de los genocidas que están sueltos,
el indulto y el punto final
a las bestias de aquel infierno.

Todo está guardado en la memoria,
sueño de la vida y de la historia.

La memoria despierta para herir
a los pueblos dormidos
que no la dejan vivir
libre como el viento.

Los desaparecidos que se buscan
con el color de sus nacimientos,
el hambre y la abundancia que se juntan,
el mal trato con su mal recuerdo.

Todo está clavado en la memoria,
espina de la vida y de la historia.

Dos mil comerían por un año
con lo que cuesta un minuto militar.
Cuántos dejarían de ser esclavos
por el precio de una bomba al mar.

Todo está clavado en la memoria,
espina de la vida y de la historia.

La memoria pincha hasta sangrar,
a los pueblos que la amarran
y no la dejan andar
libre como el viento.

Todos los muertos de la Amia
y los de la Embajada de Israel,
el poder secreto de las armas,
la justicia que mira y no ve.

Todo está escondido en la memoria,
refugio de la vida y de la historia.

Fue cuando se callaron las iglesias,
fue cuando el fútbol se lo comió todo,
que los padres palotinos y Angelelli
dejaron su sangre en el lodo.

Todo está escondido en la memoria,
refugio de la vida y de la historia.

La memoria estalla hasta vencer
a los pueblos que la aplastan
y que no la dejan ser
libre como el viento.

La bala a Chico Méndez en Brasil,
150.000 guatemaltecos,
los mineros que enfrentan al fusil,
represión estudiantil en México.

Todo está cargado en la memoria,
arma de la vida y de la historia.

América con almas destruidas,
los chicos que mata el escuadrón,
suplicio de Mugica por las villas,
dignidad de Rodolfo Walsh.

Todo está cargado en la memoria,
arma de la vida y de la historia.

La memoria apunta hasta matar
a los pueblos que la callan
y no la dejan volar
libre como el viento.

 

"Bandidos rurales", 2001

27.3.10

OS ANJOS

Legião Urbana

Hoje não dá
Hoje não dá
Não sei mais o que dizer
E nem o que pensar

Hoje não dá
Hoje não dá
A maldade humana agora não tem nome
Hoje não dá

Pegue duas medidas de estupidez
Junte trinta e quatro partes de mentira
Coloque tudo numa forma
Untada previamente
Com promessas não cumpridas
Adicione a seguir o ódio e a inveja
Dez colheres cheias de burrice
Mexa tudo e misture bem
E não se esqueça antes de levar ao forno temperar
Com essência de espirito de porco
Duas xícaras de indiferença
e um tablete e meio de preguiça

Hoje não dá
Hoje não dá
Está um dia tão bonito lá fora
E eu quero brincar

Mas hoje não dá
Hoje não dá
Vou consertar a minha asa quebrada
E descansar

Gostaria de não saber destes crimes atrozes
É todo dia agora e o que vamos fazer?
Quero voar pra bem longe mas hoje não dá
Não sei o que pensar e nem o que dizer
Só nos sobrou do amor
A falta que ficou

26.3.10

Doc no Ordovás: "Lá e Cá - Livramento e Caxias"

Ficha técnica
 
Documentário "Lá e Cá - Livramento e Caxias"
Roteiro: Jeferson Ageitos
Produção: Ângelo Quilante, Jeferson Ageitos, Juliane Stecker, Lilian Ferrari, Rafael Poletto
Orientação: profa. Marliva Gonçalves
Duração: 46 min
 
Sinopse:
Caxias do Sul tem hoje um grande contingente de trabalhadores migrantes, vindos de outras cidades do Rio Grande do Sul, especialmente da região da campanha. Estas pessoas chegam ao município em busca de sucesso profissional, uma vida melhor, ou apenas uma chance de prover o sustento da família de forma digna. Com esse movimento de migração, muitos olhares e discursos afloram nas conversas entre os moradores da cidade. Um deles, por exemplo, é o do trabalhador que vê Caxias como uma cidade próspera, na qual é possível encontrar o sucesso e o bem-estar.
O documentário "Lá e Cá: Livramento e Caxias" apresenta um pouco dessa realidade, por meio de entrevistas concedidas por trabalhadores de Santana do Livramento que buscaram em Caxias uma "vida nova". O vídeo traz também entrevistas com santanenses que estiveram um tempo na serra gaúcha e escolheram voltar para sua terra natal.

Convite

 

Secretaria ganha status de ministério e muda de nome

25/03/2010 - 18:43

A partir desta quinta-feira (25),  a  Secretaria Especial dos Direitos Humanos tem novo nome: Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e,  novo status: de ministério. O Diário Oficial da União  de hoje  publica a Medida Provisória  (MP)  483 que oficializa as mudanças. 

A SEDH ganha maior autonomia institucional e peso político. Não haverá aumento de despesa nem de cargos. A MP equipara o status de todos os órgãos ligados diretamente à Presidência da República, eliminando as diferenças na estrutura anterior.

Agora,  as quatro subsecretarias - Promoção e Defesa dos Direitos Humanos, Direitos da Criança e Adolescente, Direitos da Pessoa com Deficiência e de Gestão - passam a secretarias nacionais.

A Secretaria Adjunta foi transformada em Secretaria Executiva. Além disso, o  cargo de secretário especial dos Direitos Humanos passa a ser de ministro de Estado chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.  

As alterações valem com a publicação no Diário Oficial, mas ainda estão sujeitas à aprovação  da Medida Provisória pelo Congresso Nacional. 

25.3.10

Governo Fogaça - cadê os 10 milhões desviados da saúde?

 

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Yeda não existiria se não fosse o PMDB

Osmar Terra, deputado federal do PMDB, é o secretário de Saúde do governo Yeda desde o primeiro dia da administração tucana. Em sua gestão, os gaúchos enfrentaram dengue e febre amarela e o Ministério da Saúde constatou que o RS é o estado brasileiro que menos investe em Saúde. Recentemente, o Denasus descobriu que boa parte das verbas federais que o governo Lula manda para o RS vinha sendo aplicada em operações financeiras e não na saúde dos gaúchos. Nada disso, porém, afetou a permanência do peemedebista Terra no governo tucano e ele continua mais secretário de Yeda do que nunca.

Marco Alba, deputado estadual do PMDB, é o secretário de Habitação de Yeda. Embora seu nome esteja envolvido nas fraudes das grandes obras públicas investigadas pela Operação Solidária e ele tenha sido indiciado pela Polícia Federal, foi mantido no cargo por Yeda. A governadora ainda bombou a pasta de Alba ao retirar a Corsan do âmbito da secretaria de Obras e passar para a Secretaria de Habitação que, por causa disso, passou a se chamar também de secretaria de Saneamento. Importante: há tempos o faturamento da Corsan chegou à casa do bilhão…

Márcio Biolchi era nada menos do que o líder do PMDB na Assembleia Legislativa quando Yeda resolveu oferecer-lhe a Secretaria de Desenvolvimento e Assuntos Internacionais em substituição a outro peemedebista, Luiz Fernando Zachia que, por sua vez, já havia ocupado um dos cargos mais importantes do governo, a chefia da Casa Civil. É tão profunda a relação de Biolchi com Yeda que ele, recentemente, disse que a considerava como uma espécie de "mãe-política".

Na campanha eleitoral, Yeda deu grande ênfase à irrigação e, quando assumiu, chegou mesmo a criar uma secretaria específica para tratar do tema. Para a importante pasta, nomeou o peemedebista Rogério Porto que acabou indiciado por suspeita de fraudes nas obras de grandes barragens. Porto fez alguns açudes que nem de longe autorizam a governadora dizer que cumpriu a promessa. Mas ele permanece à frente da secretaria até hoje.

No Banrisul, jóia da coroa, a presidência está, desde sempre, nas mãos de Fernando Lemos, afilhado número 1 do senador Pedro Simon, presidente estadual do PMDB. Lemos comandou a venda de ações do Banrisul num processo que a oposição classificou como privatização branca ou maquiada. Prestou, portanto, um grande serviço ao novo jeito de governar de Yeda. E mesmo que a liquidação do patrimônio do Estado não tenha nada de novo, Yeda sente-se tão grata a Lemos que deve oferecer-lhe uma vaga no Tribunal de Justiça Militar, ou seja, uma aposentadoria vitalícia com salário superior a 20 mil reais.

E por falar em Simon, ele foi, e ainda é um dos aliados mais importantes da governadora. Em momentos delicados como a votação do impeachment, Simon garantiu os votos da bancada do PMDB a favor de Yeda. Outro amigo de primeira hora de Yeda é o ex-ministro de FHC e deputado federal Eliseu Padilha, um dos chefões do PMDB gaúcho. Foi ele quem, na famosa reunião do Centro Administrativo cuja pauta incluía até uma possível renúncia da governadora, tomou as rédeas e ajudou a inventar o tal gabinete para gerenciar a crise. Como se sabe, o tal gabinete não deu em nada além de um punhado de intenções, mas Yeda e Padilha conseguiram mudar a pauta daqueles dias e, desde então, o PMDB se alinhou definitivamente à governadora.

Vale ainda lembrar que quando o governo Yeda tentou empurrar goela abaixo dos gaúchos uma prorrogação sem licitação dos atuais contratos de pedágios por mais 20 anos, os secretários Biolchi e Alba estavam dispostos a retomar seus mandatos na Assembleia para garantir a aprovação. Mas a reação popular foi tão forte que o projeto nem foi à votação e o auxílio dos peemedebistas fiéis foi dispensado.

Por tudo isso, não há como olhar para o governo Yeda sem enxergar, no centro dele, o PMDB. Então, estejamos vacinados (só para ficar num termo simpático ao secretário Terra): daqui a alguns dias, Terra, Alba, Biolchi, Zachia, Simon e Padilha aparecerão na campanha ao lado de José Fogaça dizendo que querem fazer o melhor para o Rio Grande. Difícil acreditar nesta gente: ou Yeda não faz o melhor para o Estado e, neste caso, eles também não; ou os peemedebistas acreditam realmente que o governo Yeda é bom. Se for isso, estamos autorizados a pensar que vão fazer com Fogaça o que Padilha fez com Rigotto, ou seja, pular fora do barco assim que começar a fazer água. (Maneco)


Cancion con todos

Salgo a caminar
Por la cintura cosmica del sur
Piso en la region
Mas vegetal del viento y de la luz
Siento al caminar
Toda la piel de america en mi piel
Y anda en mi sangre un rio
Que libera en mi voz su caudal.

Sol de alto peru
Rostro bolivia estaño y soledad
Un verde brasil
Besa mi chile cobre y mineral
Subo desde el sur
Hacia la entraña america y total
Pura raiz de un grito
Destinado a crecer y a estallar.

Todas las voces todas
Todas las manos todas
Toda la sangre puede
Ser cancion en el viento
Canta conmigo canta
Hermano americano
Libera tu esperanza
Con un grito en la voz