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pergunta:

"Até quando vamos ter que aguentar a apropriação da ideia de 'liberdade de imprensa', de 'liberdade de expressão', pelos proprietários da grande mídia mercantil – os Frias, os Marinhos, os Mesquitas, os Civitas -, que as definem como sua liberdade de dizer o que acham e de designar quem ocupa os espaços escritos, falados e vistos, para reproduzir o mesmo discurso, o pensamento único dos monopólios privados?"

Emir Sader

21.12.11

Natal, um Natal outro

Natal, um Natal outro

 

Dom Pedro Casaldáliga

Bispo Emérito da Prelazia de São Félix do Araguaia

 

Por Felicitação Natal 2011 e Ano Novo 2012

 

Natal, um Natal outro:

para descobrir, acolher e anunciar

o Deus-conosco, hoje, aqui;

segundo Mateus, capítulo 25.

Quem se entende com os pobres

pode-se entender com Deus.

 

Somente assim, feito criança,

feito Deus vindo a menos,

poderíamos te encontrar,

diariamente nosso,

entre Belém e a Páscoa,

Jesus, o de Nazaré.

 

Ano Novo, Tempo Novo, alternativo

na Política, na Economia, na Religião.

Contra os grandes projetos de morte,

o grande projeto da Vida.

Contra o consumismo depredador

entre as armas e agrotóxicos,

consumamos indignação

com ternura e militância

 

Vivamos em Sumak Kawsay.

 

Terra e Paz para o Povo Palestino,

para o Povo Kaiowá-Guarani,

para todos os povos indígenas e quilombolas,

para todas as migrações do mundo,

para o bilhão de gente humana

condenada à fome.

 

Apesar de todas as crises,

se podemos balouçar a Deus

entre os braços de Maria e José,

não há motivo para ter medo.

Deus está ao alcance

da nossa Esperança.

 

 

Fonte: http://www.cimi.org.br/site/pt-br/?system=news&conteudo_id=6028&action=read

 

Artigos, textos y entrevistas de Pedro Casaldáliga:

http://servicioskoinonia.org/Casaldaliga/textos/

http://www.prelaziasaofelixdoaraguaia.org.br/poesias_pedro.htm

NATAL

Natal 2010

 

Dom Pedro Casaldáliga

 

É difícil detectar O Anúncio
em meio a tantos anúncios que nos invadem.

Ainda existe Natal?
Natal é a Boa Nova?
Natal é também Páscoa?

Sabemos que «não há lugar para eles».
Sabemos que há lugar para todos,
até para Deus...

O boi e a mula,
fugindo do latifúndio,
se refugiaram nos olhos desta Criança.

A fome não é só um problema social,
é um crime mundial.

Contra o Agro-Negócio capitalista,
a Agro-Vida, o Bem Viver.

Tudo pode ser mentira,
menos a verdade de que Deus é Amor
e de que toda a Humanidade
é uma só família.

Deus continua entrando por debaixo,
pequeno, pobre, impotente,
mas trazendo-nos a sua Paz.

A dona Maria e o seu José
continuam na comunidade.
A Veva continua sendo tapirapé.
O sangue dos mártires
continua fecundando a primavera alternativa.
Os cajados dos pastores
(e do Parkinson também),
as bandeiras militantes,
as mãos solidárias
e os cantos da juventude
continuam alentando a Caminhada.

As estrelas só se enxergam de noite.
E de noite surge o Ressuscitado.

«Não tenhais medo».

Em coerência, com teimosia e na Esperança,
sejamos cada dia Natal,
cada dia sejamos Páscoa.

Amém, Axé, Awire, Aleluia.

 

Pedro Casaldáliga,

 

 

 

Fonte:

http://www.cebi.org.br/noticia.php?secaoId=7&noticiaId=1652

 

Articulos, textos y entrevistas de èdro Casaldáliga:

http://servicioskoinonia.org/Casaldaliga/textos/

http://www.prelaziasaofelixdoaraguaia.org.br/poesias_pedro.htm

 

20.12.11

10 capas de revistas nacionais em versão sincera

10 capas de revistas nacionais em versão sincera

 

Autor: Cyndy

Fonte: http://imensuravel.com.br/2011/12/10-capas-de-revistas-nacionais-em-versao-sincera/

16 dez

 

 

Carta Maior - Blog do Emir Sader - América Latina 2011

 

20/12/2011

América Latina 2011

O ano foi de confirmação das tendências da década anterior, mesmo no marco do aguçamento da crise econômica internacional, cujos efeitos voltaram a sentir-se de maneira direta na economia dos países do continente.

Neste segundo ciclo da prolongada crise econômica internacional, os países que privilegiam a integração regional, da mesma forma que em 2011, conseguiram resistir e não entrar em recessão, apesar de que tiveram que diminuir seus ritmos de crescimento, pela diminuição da demanda dos mercados do centro do capitalismo e pela diminuição dos créditos.

A novidade foi que, se em 2008, surpreendidos pela crise, os países trataram de defender-se dos seus efeitos em nível nacional, desta vez se avançou na coordenação das políticas regionais, especialmente através da Unasul, para coordenar o uso das suas divisas, avançar na desdolarização do comércio regional e intensificar seus centros de financiamento regional, como o Banco do Sul e a Coordenação Andina de Fomento.

Do ponta de vista político geral, a eleição de Ollanta Humala como presidente do Peru foi o acontecimento politico novo, confirmando as tendências gerais na região. A reeleição de Cristina Kirchner consolida os governos progressistas na Argentina. No primeiro caso, um país que tinha assinado um Tratado de Livre Comércio com os EUA, se desloca da esfera de influência prioritária de Washington, para aproximar-se dos processos de integração regional. No segundo, a confirmação das tendências gerais na região de que, governos progressistas, que centram sua política no desenvolvimento econômico e social, com eixo em políticas sociais redistributivas, conseguem amplo apoio popular e tem sido reeleitos ou tem eleito seus sucessores.

Se estende assim a gama de governos progressistas, incorporando agora o Peru e desarticulando a tentativa norteamericana de construir um eixo do Pacifico – com Peru, Chile, Colombia a que se uniria o México – como contraponto ao Mercosul e à Unasul.

Unasul teve avanços importantes, sob direção colombiana, demonstrando como a Colombia estendeu um dos seus bracos para os processos de integração regional, enquanto continua seus tramites para assinar um TLC com os EUA.

Este fenômeno, junto ao movimento novo do Peru e às manifestações no Chile contra Pinera, diminuíram ainda mais a influência dos EUA na região, ainda mais que o desgaste do governo do México e o clima pre-eleitoral que passa a se instalar nesse país, com certas possibilidades de vitória do candidato de esquerda – Lopez Obrador – nas eleições de julho do próximo ano 2012.

Os governos progressistas tiveram que enfrentar conflitos internos, menos com a direita – em geral derrotada, embora seu segmento midiático continue forte – e mais com contradições dentro do campo popular. O caso boliviano foi o mais agudo, embora, o tema esteja presente em outros países, como o Equador, a Argentina, o Brasil.

Esses novos conflitos, dentro do campo popular, se dão em torno do problema não resolvido entre desenvolvimento econômico e equilíbrio ecológico, que afeta a construção de estradas, de represas, de usinas de energia, entre outros. Quando se estremam as posições, resta um desenvolvimentismo tecnocrático por um lado, um preservacionismo conservador por outro, tornando antagônicas contradições que o campo popular não tem conseguido resolver através do diálogo.

No caso da Bolivia, somando-se ao fracassado “gasolinazo” de dezembro de 2010 e outros conflitos setoriais, representou reveses para o governo Evo, que trata agora de recuperar sua liderança, um dos baluartes do fundamental processo de transformações boliviano. Nos outros países permanecem tensões, que as vezes se expressam em conflitos políticos, as vezes não, mas que permanecem sem solução ou com soluções pelas vias de fato – ou obras que terminam avançando ou outras, inviabilizadas, sem discussão e acordo politico, sobre um tema que so’ tende a se agudizar.

A perspectiva para 2012 é a de projeção do marco econômico atual, com diminuição do ritmo de crescimento das economias, mas sem cair na recessão. Do ponto de vista político, as eleições no México e na Venezuela são os dois acontecimentos de maior projeção. Na Venezuela, Hugo Chavez é o favorito para mais um mandato, com a recuperação da economia, novos programas sociais, enquanto a oposição, apesar da promessa de unificação, continua sem uma liderança com hegemonia e apoio popular. Dez pré-candidatos se apresentam, facilitando provavelmente a vitória de Hugo Chavez.

No México, o fracasso do governo Calderon marca o fim dos dois mandatos do PAN e uma disputa entre o velho PRI e o PRD. Pena Nieto, pelo PRI e Lopez Obradoz, pelo PRD, polarizam a disputa, com favoritismo, por enquanto do PRI, pela força da estrutura nacional recomposta do partido, pelos governos estaduais que detem e pelo monopólio da mídia. Lopez Obrador conta com um trabalho de base desenvolvido ao longo de cinco anos e com a imagem de democratização e luta contra a corrupção, podendo surpreender, o que fará com que as atenções dos EUA estejam voltadas no próximo ano centralmente nas eleições mexicanas.

Postado por Emir Sader às 07:55

 

http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=1&post_id=845

 

programas na tv

TV Brasil

Canal 4 ou http://tvbrasil.org.br/webtv/

 

Samba na Gamboa

Mário Lago: homenagem ao compositor, poeta, escritor e ator. Às 23h

 

4 anos de TV Brasil

Relembre os melhores momentos da emissora pública

 
Alcântara na tela do Expedições

Mergulho na história cultural e natural dessa cidade, preciosa jóia do Maranhão. Terça, às 19h30

 
Ser Saudável sobre o AVC

Hipertensão e tabagismo podem levar ao acidente vascular cerebral. Quarta, às 19h30

 
Brasil Clássico Caipira

Cinco episódios com os grandes clássicos do cancioneiro caipira. Estreia dia 26

Episódio seg, 26/12/2011 - 22h00

As tradicionais músicas caipiras em uma nova leitura > No final de ano, a TV Brasil presenteia seu público com o especial: Brasil Clássico Caipira. A partir de segunda (26), às 22h, a série, dividida em cinco episódios, apresenta 22 das mais significativas músicas do cancioneiro caipira de todos os tempos. Entre os clássicos estão Cabecinha no Ombro, Beijinho Doce, Chalana e Disco Voador. Uma nova leitura orquestral com Pereira da Viola, Genésio Tocantins, Dércio Marques e as Irmãs Galvão, com participação especial do instrumentista Rildo Hora, que também assina a direção musical.

Apresentados pelo ator Antônio Grassi, os episódios, além dos números musicais, trazem depoimentos dos artistas, público e textos inspirados na música caipira brasileira. Uma orquestra de câmara, formada por músicos reconhecidos e com arranjos do maestro Joaquim França, promove um encontro melódico harmonioso entre a tradição e a erudição. A direção da série é de Ronaldo Duque e Nilson Rodrigues e, em cada capítulo, interpretação das canções no teatro com a participação do público, além de imagens dos bastidores do show.

Cada dia será apresentado um tema diferente. O primeiro episódio intitulado Tradição e Erudição vai promover um grande encontro da música rural brasileira com a música clássica. Na terça (27),  Os cantores do projeto, suas histórias, suas raízes e suas paixões pela música caipira. Já na quarta (28),  A geografia e a natureza na poesia do Brasil caipira. Em seguida, na quinta (29), o tema é Tragédias e fé religiosa na música caipira brasileira.  E para finalizar a semana, na sexta (30), O amor e as grandes paixões na música caipira.

Em 2009, comemorou-se 80 anos da gravação do primeiro disco de moda caipira no Brasil. Para resgatar um pouco desta história brasileira, surgiu o projeto da Série Brasil Clássico Caipira que, com originalidade , vai abordar os aspectos da música caipira em associação a recortes da história do país.

 

Sem Censura: Alcione lança CD/DVD 'Duas faces'

Escritora Regina Zappa mostra o livro 'Para seguir minha jornada – Chico Buarque'. Às 16h

 
3 a 1 especial Joãosinho Trinta

Na conversa, em fevereiro de 2010, ele conta sobre sua vida e a inovação no carnaval carioca. Quarta, às 22h

mais destaques »

 

Filmes + Doc

 
Estamira

Sex, dia 23, 22h

Documentário levanta questões de saúde pública, vida nos aterros cariocas e a miséria brasileira

O premiado documentário Estamira, dirigido por Marcos Prado, é a atração desta sexta (23), às 22h. O filme conta a história do personagem de mesmo nome que, por mais de 20 anos, sobreviveu num lixão do Rio de Janeiro. Ela morreu em julho deste ano, por falta de atendimento médico imediato para tratar uma infecção no braço.

O fotógrafo carioca Marcos Prado se dedicava havia seis anos a documentar, em fotos, o cotidiano do lixão do Jardim Gramacho, em Duque de Caxias (RJ). Nesse período, ele conheceu uma personagem especial que acabou virando a protagonista de seu longa de estréia como diretor. No filme, ele traça um perfil dessa interessante mulher, colocando em pauta assuntos como a saúde pública, a vida nos aterros cariocas e a miséria brasileira.

Estamira tem 63 anos. Com problemas mentais, ela trabalha há mais de duas décadas no Aterro Sanitário de Jardim Gramacho, local que recebe os resíduos produzidos na cidade do Rio de Janeiro. Com um discurso eloquente, a personagem do documentário levanta de forma íntima questões de interesse global, como o destino do lixo produzido pelos habitantes de uma metrópole e os subterfúgios que a mente humana encontra para superar uma realidade insuportável de ser vivida.

É visível, pelo filme, que é muito grande a relação de confiança entre o diretor e a retratada. Estamira é acompanhada desde o início de seu dia, quando sai de sua casa em Campo Grande de madrugada, num longo trajeto, primeiro de ônibus, depois a pé, em direção ao lixão, um gigantesco complexo onde são depositadas diariamente 9.000 toneladas de lixo.

Chegando ao lixão, ela junta-se a um grupo que inclui velhos, mulheres e, eventualmente até crianças, que procuram obter objetos e até alimentos em estado razoável no meio do lixo, não raro, disputando o espaço com urubus.

O documentário correu o mundo, obtendo 25 prêmios em festivais nacionais, como a Mostra Internacional de São Paulo e o Festival do Rio, e internacionais, como os festivais de Marselha, Karlovy Vary (República Tcheca), Havana, Viena, Londres e Miami. Reprise. 127 min.

Título original: Estamira. Ano: 2004. Gênero: Documentário. Direção: Marcos Prado.

Livre

Horário: sexta, às 22h.

 

Um presente para Winky

Sáb, dia 24, 22h

Longa infantil é baseado na lenda holandesa de São Nicolau

No sábado (24), véspera de Natal, às 22h, a TV Brasil exibe o longa Um presente para Winky. Voltado para o público infantil, a produção holandesa conta a história de Winky Wong, uma menina chinesa que, junto com sua mãe, acaba de mudar-se para uma cidadezinha no litoral da Holanda, onde seu pai tem um restaurante.

No começo, a mudança não é fácil para Winky. A menina encontra dificuldades em aprender uma nova língua e fazer amigos. Até que, depois de um dia ruim na escola, a garota encontra um lindo pônei, que ela passa a visitar todos os dias. Infelizmente, os pais de Winky não compartilham essa afeição pelo bichinho.

Quando o animal adoece e precisa ser sacrificado, Winky decide ter o seu próprio pônei. Sabendo que seus pais nunca lhe dariam um, ela escuta na escola a história de São Nicolau, um velhinho de barba branca que anda a cavalo e dá presentes para crianças que se comportam bem.

Quando São Nicolau chega à escola e dá um brinquedo de presente para Winky, a menina fica decepcionada. Ela sai correndo da sala de aula, e então descobre, amarrado à sua bicicleta no jardim da escola, um lindo cavalo branco. Feliz com o presente de Nicolau, ela leva o animal para casa, sem saber dos problemas que viriam a acontecer em seguida.

O filme é fiel à celebração holandesa do dia de São Nicolau que, apesar de se referir à mesma pessoa, difere um pouco do Papai Noel como é conhecido no Brasil. Nessa outra versão, São Nicolau anda a cavalo e deixa presentes para as crianças no dia 5 de dezembro, dia do seu aniversário. Historicamente, São Nicolau teria sido o bispo de Myra, na Turquia, e teria vivido durante o século III. Reprise. 90 min.

Título Original: Het Paard van Sinterklaas. País: Holanda, 2005. Direção: Mischa Kamp, com Ebbie Tam, Aaron Wan, Hanyi Han, Betty Schuurman e Jan Decleir.

Livre

Horário: 22h

 

Ópera do Malandro

Dom, dia 25, 23h30

Um filme sobre um controvertido personagem real da vida brasileira, um “malandro” encantador

Chico Buarque se inspirou no clássico de John Gray e no musical A Ópera dos Três Vinténs, de Berthold Brecht e Kurt Weill, para desenvolver, junto com Ruy Guerra e Orlando Senna, o filme Ópera do Malandro, atração do Cine Ibermedia deste domingo (25), às 23h30. O longa, que leva a direção de Ruy Guerra, trata da vida de um controvertido personagem real da vida brasileira nos anos 40, tido como um “malandro” encantador.

Um imigrante alemão, prostitutas, traficantes de drogas e, acima de tudo, um “malandro” elegante e encantador, figura popular do boêmio bairro carioca da Lapa, são os personagens que tecem essa história real e imaginária. O filme, de gênero tipicamente hollywoodiano, combina habilmente com a crítica política e a realidade brasileira da época. Uma adaptação da peça homônima musical de Chico Buarque.

Ópera do Malandro tem como trilha sonora as músicas de Chico Buarque de Hollanda, entre elas A Volta do Malandro, Las Muchachas de Copacabana, Desafio do Malandro, Pedaço de Mim, Tema de Geni, O Meu Amor, e o Tango do Covil. No ano de seu lançamento, ganhou o Prêmio Coral de Melhor Música Original, Edição e Prêmio Especial do Júri, no Festival Internacional do Novo Cinema Latino-americano. Inédito. 105 min.

Título original: Ópera do Malandro. País: Brasil, 1986. País Coprodutor: França. Gênero: Drama. Direção: Ruy Guerra. Roteiro: Chico Buarque de Hollanda, Orlando Senna, Ruy Guerra. Música: Chico Buarque de Hollanda. Elenco: Edson Celulari, Claudia Ohana, Elba Ramalho, Ney Latorraca, Fabio Sabag, J.C. Violla, Wilson Grey.

Não recomendado para menores de 18 anos

Horário: 23h30

 

Boleiros II

Dom, dia 25, 01h30

Uma comédia sobre futebol com muito drama e criatividade

Dirigido por Ugo Giorgetti, o filme se passa em um bar, reduto de “boleiros” famosos, prestes a ser reinaugurado com a entrada de um novo sócio, o herói do penta, Marquinhos. Ali, várias histórias se cruzam, tendo o futebol como tema central das conversas.

Aproveitando o dia em que o famoso jogador está visitando seu novo investimento, o filme é quase um documento das transformações pelas quais passou o futebol e seus protagonistas nos últimos anos. Tudo se passa nas novas instalações do velho bar agora “repaginado” de acordo com o gosto dos novos donos. Restou no local, porém, um pequeno canto onde ainda se reúnem os velhos ex-jogadores que continuam conversando sobre futebol, contando histórias e experiências.

Segundo filme de Ugo Giorgetti sobre futebol, Boleiros II – Vencedores e Vencidos é um filme fracionado, quase em episódios, com muita comédia, muito drama e muita criatividade.

O filme foi premiado no ano do seu lançamento no Festival Internacional de Nova York, no Festival Internacional de Miami, no Festival de Recife e na Mostra de Cinema de Tiradentes, Minas Gerais. Reprise. 86 min.

Ano: 2006. Gênero: Comédia. Direção: Ugo Giorgetti, com Jose Trassi, Flavio Migliaccio, Adriano Stuart, Denise Fraga, Lima Duarte, Cássio Gabus Mendes, Otávio Augusto, Paulo Miklos, Andréa Tedesco.

Não recomendado para menores de 12 anos

Horário: 1h30

inicio de obra

Convite para Cerimônia de Ordem de Inicio de Serviços das Obras da escola Estadual Desvio Rizzo de Caxias do Sul, a realizar-se no dia 21 de dezembro, às 11 horas na Av. Borges de Medeiros, 1501- 18 andar- POA.

 

Ainda, cumpre informar o anúncio de investimentos no Instituto Estadual Cristovão de Mendonza, como escola referência de estrutura para a educação pública do Rio Grande do Sul, que acontecerá amanhã dia 21/12  no 20º andar do CAFF- POA às 11 hoas.


Cancion con todos

Salgo a caminar
Por la cintura cosmica del sur
Piso en la region
Mas vegetal del viento y de la luz
Siento al caminar
Toda la piel de america en mi piel
Y anda en mi sangre un rio
Que libera en mi voz su caudal.

Sol de alto peru
Rostro bolivia estaño y soledad
Un verde brasil
Besa mi chile cobre y mineral
Subo desde el sur
Hacia la entraña america y total
Pura raiz de un grito
Destinado a crecer y a estallar.

Todas las voces todas
Todas las manos todas
Toda la sangre puede
Ser cancion en el viento
Canta conmigo canta
Hermano americano
Libera tu esperanza
Con un grito en la voz