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pergunta:

"Até quando vamos ter que aguentar a apropriação da ideia de 'liberdade de imprensa', de 'liberdade de expressão', pelos proprietários da grande mídia mercantil – os Frias, os Marinhos, os Mesquitas, os Civitas -, que as definem como sua liberdade de dizer o que acham e de designar quem ocupa os espaços escritos, falados e vistos, para reproduzir o mesmo discurso, o pensamento único dos monopólios privados?"

Emir Sader

1.10.14

teleSUR Agenda > Brasil Transformación urbana de Brasil


El programa Mi Casa Mi Vida ha logrado reducir el déficit habitacional en Brasil. (Foto: Archivo)

El programa Mi Casa Mi Vida ha logrado reducir el déficit habitacional en Brasil. (Foto: Archivo)

Con la implementación del programa de viviendas Mi Casa, Mi Vida, el Gobierno de Dilma Rousseff, espera entregar más de 3,1 millones de viviendas para el 2015. Este proyecto, impulsado en 2009 por Inácio Lula Da Silva, busca disminuir el déficit habitacional que enfrenta Brasil.

El déficit habitacional constituye una dimensión sustantiva de los problemas de población y desarrollo en algunos países latinoamericanos. En lo que corresponde a Brasil, tercer país más poblado del mundo, el problema se agudiza debido al crecimiento poblacional y la densidad, cuyos factores generan la necesidad de establecer estrategias para garantizar una adecuada transformación urbana.

Según la encuesta nacional de hogares de 2007, el déficit habitacional en Brasil fue de 7 mil 935 millones, en su mayoría concentrado en el área urbana. En tanto, en el área rural el déficit era del orden de los mil 342 millones de hogares brasileños, representando el 24 por ciento del total.

Es por ello que, durante los últimos seis años, la transformación urbana ha sido uno de los asuntos sociales que han sido tomados en cuenta por el Gobierno de Brasil.

De esta manera, se planteó generar mejores condiciones de vida de los habitantes y resolver el déficit habitacional con el lanzamiento en 2009 el programa "Mi Casa, Mi vida", por el entonces presidente Luis Inácio Lula Da Silva, el cual fue implementado con el objetivo de construir viviendas, reactivar el sector constructor y generar nuevos empleos.

"Mi Casa, Mi Vida" es un ambicioso proyecto impulsado desde el 2009, por el Gobierno Federal de Brasil. Según cifras oficiales han sido otorgadas más de un millón de viviendas a familias de bajos recursos.

La meta inicial apuntó a la entrega de viviendas para hogares cuyos ingresos no sumaban más de tres salarios mínimos mensuales y de esta manera contrarrestar los efectos recesivos derivados de la crisis financiera mundial en 2008 y aminorar el déficit habitacional de este país.

LA META: Con el programa Mi Casa, Mi Vida II, se espera construir 2,6 millones de hogares hasta 2014 y 3,1 millones para 2015.

Tercera etapa

En el marco de la campaña electoral, la mandataria brasileña, Dilma Rousseff lanzó la tercera etapa del programa "Mi Casa, Mi Vida" con la entrega simultánea de más de 5 mil unidades habitacionales en diez ciudades de siete estados.

La dignataria prometió la construcción de 3 millones de viviendas a partir de 2015.

"Nuestro objetivo es dejar claro que es posible construir tres millones de casas nuevas, porque lo que está saliendo bien, debe continuar".

Dilma Rousseff

Transformación urbana

Desde la segunda etapa del programa, se han ampliado los beneficios; y las acciones del programa están centradas también en la urbaniación de barrios, favelas y asentamientos informales considerados como zonas de riesgo.

Este proyecto generó una demanda que dio mayor valor a los terrenos en algunos suburbios de ciudades como Sao Paulo, Salvador, Brasilia, Fortaleza y Rio de Janeiro.

"Comienzan a surgir grandes emprendimientos en los márgenes de las favelas. Con el subsidio del programa 'Minha Casa, Minha Vida' (las personas) pueden soñar con salir de allí", explicó Romario Fonseca, gerente de la inmobiliaria Lopes, consultado por el periódico Folha do Sao Paulo. 

Otra de las mejoras consisitó en la reserva del 60 por ciento de las viviendas construidas para las familias más pobres y por ende las que necesitan mayor inclusión social.

En Cifras

*Se han entregado más de 1 millón de viviendas.

*Fueron contratadas para las dos primeras fases: 2 millones 17 mil 354 unidades habitacionales.

*Se esperan construir más de 3 millones de viviendas para 2015.

*El proyecto favorece a familias con ingresos inferiores a los 5 mil reales mensuales (unos 2 mil 270 dólares).

Por la reelección

La presidenta Rousseff concluirá su mandato el próximo 1ero. de enero, peroespera ser reelegida para gobernar el país por los próximos cuatro años en los comicios que se celebrarán el próximo 5 de octubre.


http://www.telesurtv.net/telesuragenda/-Brasil-Decide-2014-20140923-0054.html


insustentável

PRETO NO BRANCOUM BLOG PARA CHECAR O QUE É DITO NA CAMPANHA ELEITORAL

Ana Amélia e dinheiro público

FLÁVIO ILHA01.10.2014 16h32m

No debate realizado na terça-feira, 30 de setembro, pela RBS TV, a candidata do PP ao governo do Rio Grande do Sul, Ana Amélia, acusou o governador Tarso Genro (PT), candidato à reeleição, de desperdiçar recursos públicos:

"Não se pode usar o dinheiro do povo para fazer maracutaias como essa, de usar o dinheiro do Fundeb, da merenda escolar, para um contrato, e o que é pior, de um evento que não foi executado, de um festival de gastronomia (...) um pagamento desaconselhado pela Cage".

 

O 1º Festival de Gastronomia do Rio Grande do Sul, marcado para ocorrer entre os dias 26 e 30 de junho de 2013, foi cancelado pelos organizadores dois dias antes do início "para manter a integridade do público esperado" devido às manifestações populares observadas no período.

O evento não foi bancado nem organizado exclusivamente pelo governo estadual. Não há referência de que a Contadoria e Auditoria-Geral do Estado (Cage) tenha desaconselhado o pagamento. Tampouco houve ressalvas do Tribunal de Contas do Estado (TCE) em relação ao evento na aprovação das contas do governo de 2013, ocorrida no dia 30 de julho deste ano.

Também não há qualquer indício de que recursos do Fundeb tenham sido utilizados para custear eventuais despesas do festival.

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http://oglobo.globo.com/blogs/preto-no-branco/posts/2014/10/01/ana-amelia-dinheiro-publico-551275.asp


Texto de Flávio Aguiar, pesquisador e professor

30/09/2014 - Copyleft 

O Rio Grande do Sul merece a eleição de Tarso e Olívio

É, mas tem que fazer por merecê-la. Isto é, tem que eleger Olívio para o Senado e reeleger Tarso Genro para o governo do estado

O Rio Grande do Sul e Porto Alegre já foram referência mundial. Porto Alegre foi o berço do Fórum Social Mundial, quando foi por várias vezes declarada "a capital do século XXI". Os programas sociais e de participação democrática do estado e da capital se tornaram referências planetárias. Receberam cumprimentos e prêmios da ONU.

Para ficarmos nos últimos cem anos, o estado só teve tal projeção no mundo quando engendrou a Revolução de 1930 que, com todas as contradições que teve, trouxe o Brasil para o século XX, e depois quando foi sede da Rede da Legalidade – única vez até então em que um golpe de direita foi barrado por uma mobilização popular na história do continente.

Já não falemos dos tempos em que Giuseppe Garibaldi, o "herói de dois mundos" lutava pela república em nosso rincão, antes de se tornar um dos líderes da independência definitiva do Uruguai e da unificação italiana, ao lado de Anita.

O Brasil está à beira de uma escolha histórica, entre a regressão ao passado de crescimento da desigualdade social e da submissão internacional, e a continuidade do projeto/processo de desenvolvimento com inclusão social. Aquela é representada pelas principais candidaturas de oposição; esta, pela possibilidade da reeleição de Dilma Rousseff, uma candidata nascida em Minas Gerais e literalmente renascida para a política em nosso estado, depois do fim da nefasta ditadura implantada em 1964.

O Rio Grande do Sul não é melhor do que nenhum outro estado brasileiro, nem pior. Também vicejaram e vicejam em nosso estado as ervas daninhas do autoritarismo e do conservadorismo, hoje mais ranhetas, rabugentas e chantagistas emocionais do que nunca. Onde houve progresso social, inclusão, soberania altiva no plano internacional, aquelas ervas daninhas só conseguem ver o caos, a desorganização e o rastro de uma destruição.

Destruição? Sim, do mundo em que se confundem direitos universais da cidadania com privilégios de castas auto-proclamadas por seus arautos como as únicas representantes do "mundo civilizado" entre nós. Estes arautos passaram o ano inteiro fazendo uma campanha insidiosa nào só contra o governo, também contra o Brasil e o povo brasileiro, inclusive no plano internacional. Proclamavam, em alto e bom som, que o Brasil – o Rio Grande do Sul incluído – era o país em que nada funcionava nem funcionaria, que a Copa do Mundo seria um colapso cardíaco nos aeroportos, nos transportes, nos estádios. A campanha pegou: grande parte da mídia internacional conservadora, na esteira da brasileira, alardeava aos quatro ventos que o Brasil – o Rio Grande do Sul inclusive – era um país de corruptos, de miseráveis sem saída, de eternos clientes das verbas públicas e dos favores de governos, país de rufiões, prostitutas e drogados, etc. Para este discurso não passávamos de um etcétera da história.

Mas a realidade era outra. Não só tudo funcionou a contento (exceto o nosso time...), como o que se revela hoje é que o Brasil está em disputa porque virou uma fruta apetitosa para o capitalismo especulativo – o mesmo que hoje quer dobrar a Argentina através das artimanhas legais dos fundos abutres, o mesmo que está transformando a Europa do bem-estar social num monte de escombros onde a pobreza cresce de modo ameaçador, enquanto diminui na América Latina, na do Sul em particular.

O Brasil tem estas escolhas pela frente. E o Rio Grande do Sul tem a escolha entre participar da preferência pelo progresso inclusivo, pela ampliação das conquistas sociais, econômicas e políticas que tivemos, pela afirmação dos direitos e da cultura da cidadania, com as correções de rumo que se fizerem necessárias e que forem democraticamente debatidas e escolhidas pela vontade do povo soberano, ou de se acomodar à chantagem dos que querem renegar tudo isto e reentregar nosso país à sanha dos que querem nossas riquezas apenas para a satisfação do seu próprio apetite.

A escolha por Tarso e Olívio deixará o Rio Grande do Sul no mapa-mundi da cidadania. Sua derrota nos deixaria no verso deste mapa, apagados e submissos.


O discurso de ódio na campanha de Ana Amélia

O discurso de ódio na campanha de Ana Amélia

Published junho 28, 2014

O Partido Progressista (PP) do Rio Grande do Sul lançou oficialmente nesta sexta-feira (27) a candidatura da senadora Ana Amélia Lemos para o governo do Rio Grande do Sul. Embora tenha escolhido a palavra "esperança" como símbolo de sua campanha e tenha entoado cânticos e orações em nome de Deus e da Família, a candidatura da senadora foi lançada ao som de muitos discursos de ódio que apresentaram seus oponentes como a personificação do mal. O jornalista Samir Oliveira, do jornal eletrônico Sul21, relatou o clima do encontro do PP e alguns desses discursos carregados de ódio.

"Não tem como as pessoas do mal ficarem a vida inteira no governo do estado. Chegou a hora das pessoas do bem", disse o vereador Cláudio Janta, presidente do partido Solidariedade no Rio Grande do Sul.

O deputado estadual pelo PP, Frederico Antunes, conclamou os militantes a "combater a política nefasta, mentirosa e enganadora praticada por quem está governando o Rio Grande do Sul".

Enquanto que seus apoiadores fizeram esse tipo de pronunciamento, Ana Amélia prometeu "trazer a paz de volta ao Estado" e que sua candidatura irá "mostrar uma nova cara ao Rio Grande".

A julgar pelo discurso maniqueísta raivoso os apoiadores de Ana Amélia pretendem fazer uma espécie de guerra fundamentalista contra quem não pensa como eles. Essa postura tem alguns antecedentes preocupantes. O deputado federal Luís Carlos Heinze, do PP gaúcho, virou notícia nacional quando foi divulgado um vídeo de uma audiência pública realizada no interior do Rio Grande do Sul em 2013, quando ele disse que  índios, quilombolas, gays e lésbicas eram "tudo que não presta". Mais recentemente, na convenção nacional de seu partido, Heinze disse ter saudades dos tempos da ditadura quando a Arena era governo. Será essa a nova cara que a senadora pretende mostrar ao Rio Grande?


http://luizmullerpt.wordpress.com/2014/06/28/o-discurso-de-odio-na-campanha-de-ana-amelia/


Sartori, Marina, o Pré-Sal e o Polo Naval de Rio Grande

Sartori, Marina, o Pré-Sal e o Polo Naval de Rio Grande

Published setembro 22, 2014

plataforma-petrobras-1Sartori é o candidato da Marina do Rio Grande do Sul. Marina explicitou em seu programa de governo que é CONTRA o Pré-Sal. é também contra a obrigação da industria naval comprar percentual de peças e produtos fabricados no Brasil. Por isto quer mudar as regras. O POLO NAVAL de RIO GRANDE existe por causa desta obrigação das empresas comprarem boa parte dos seus componentes e até a produzirem Plataformas e navios aqui no Brasil. Se mudarem as regras do Pré-Sal, o Polo de Rio Grande produzirá menos. Ou nem produzirá. Milhares de empregos serão perdidos. A "Metade Sul do Rio Grande", dita "Pampa Pobre", mudou muito nestes últimos anos, de governos do PT aqui no RS e também Federal. O que era pobre e puxava o PIB do Rio Grande do Sul para baixo, agora ajuda a alavancá-lo para cima, gerando muitos empregos e continuará fazendo, desde que o Governo Federal não abra mão de explorar esta riqueza e continuar gerando desenvolvimento e empregos aqui mesmo. 

É justamente isto que Dilma propõe, como pode ser lido no link. Mas Dilma não é a candidata do Sartori. A candidata dele é a…Marina. E o Sartori fala muito de Caxias do Sul. Não fala quase nada desta "metade sul", que já foi vista com olhos de preconceito pela tal metade norte mais abastada. O Rio Grande do Sul não é uma "grande" prefeitura. Mas o que o Sartori fala, tem a ver com gerir uma…Prefeitura. E quando as grandes questões aparecerem, o que faria Sartori se a Marina for a Presidenta? Não dá pra descolar a política Estadual da Política Nacional. Quem tenta fazer isto, como Sartori faz, prejudica o Rio Grande. O que esta permitindo o Grande Desenvolvimento que TODO o Rio Grande esta tendo, inclusive a "Metade Sul", é justamente a interação das políticas Federais com as Estaduais. É Dilma a Presidenta que fortaleceu o Rio Grande e é Tarso o Governador que ela apóia. Simples assim. Pra Desenvolver ainda mais o Rio Grande do Sul, mas por inteiro, e não em partes.


http://luizmullerpt.wordpress.com/2014/09/22/sartori-marina-o-pre-sal-e-o-polo-naval-de-rio-grande/


Ana Amélia foi CC do marido no Senado enquanto era diretora da RBS

11/set/2014, 20h14min

Ana Amélia foi CC do marido no Senado enquanto era diretora da RBS

 | Foto: Ramiro Furquim/Sul21

Senadora no comício da campanha no Gigantinho, em Porto Alegre| Foto: Ramiro Furquim/Sul21

Da Redação

A senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS) foi Cargo em Comissão (CC) do próprio marido, já falecido, o senador biônico Octávio Omar Cardoso, em 1986, acumulando essa função com o cargo de diretora da Sucursal do Grupo RBS, em Brasília. A portaria nº 256, de 9 de junho de 1986, assinada pelo então Primeiro-Secretário do Senado, senador Enéas Faria, designou Ana Amélia de Lemos "para exercer a função de Secretária Parlamentar, do gabinete do vice-líder do Partido Democrático Social, Senador Octávio Cardoso, a partir de 1º de abril do corrente ano".

Portaria de nomeação da  hoje senadora Ana Amélia Lemos em cargos em comissão do Senado

Portaria de nomeação da hoje senadora Ana Amélia Lemos em cargos em comissão do Senado

Segundo Ato da Comissão Diretora do Senado nº12, de 1978, a função de Secretária Parlamentar exercida pela então jornalista tinha como tarefa prestar "apoio administrativo ao titular do Gabinete, preparar e expedir sua correspondência, atender as partes que solicitam audiência, executar trabalhos datilográficos, realizar pesquisas, acompanhar junto às repartições públicas assuntos de interesse do Parlamentar e desempenhar outras atividades peculiares à função".

Pelo exercício dessas funções, o ato em questão definia o salário mensal de Cr$ 9 mil, (cerca de R$ 8.115,00 em valores atualizados), sujeito o contratado ao regime de 40 horas semanais de trabalho, sendo de 8 horas a jornada diária, devendo a frequência ser atestada, quinzenalmente, pelo titular do Gabinete.

Normas do exercício da função de secretário parlamentar de Gabinete de senador

Normas do exercício da função de secretário parlamentar de Gabinete de senador

Na época, Ana Amélia era diretora da sucursal da RBS, em Brasília, assinando uma coluna no jornal Zero Hora. A jornalista mudou-se para Brasília em 1979, acompanhando seu então marido Octávio Omar Cardoso, suplente do senador biônico Tarso Dutra (falecido em 1983), e efetivado no cargo em 1983, exercendo-o até 1987. Na capital federal atuou como repórter e colunista do jornal Zero Hora, da RBS TV, do Canal Rural e da rádio Gaúcha. Em 1982, foi promovida à diretora da Sucursal em Brasília.

As preocupações com a informática cópia1

Coluna de Ana Amélia no dia 09/06/1986

No dia em que a portaria de nomeação era publicada (09/06/1986), Ana Amélia Lemos assinava sua coluna no jornal Zero Hora, com o título principal: "As preocupações com a informática".

Moralidade cópia (1)

Editorial de ZH em 09/06/1986

Neste mesmo dia, um editorial de ZH defendia a moralidade nas nomeações de cargos públicos.

"A obrigatoriedade do concurso para provimento efetivo de cargos públicos é constantemente ignorada pela política do nepotismo, do apadrinhamento e do favorecimento", afirmava então o editorial do jornal.

Em outra coluna, de 11 de abril de 1986, a jornalista comentou "a repercussão crítica feita pelo senador Octávio Cardoso ao presidente do Senado, José Fragelli, que desrespeitando acordo de lideranças sobre encerramento de atividades do Senado no dia do jogo Brasil-Argélia apareceu na TV como se fosse o único senador presente naquele dia em Brasília".

Quase um ano depois da nomeação, em 17 de março de 1987, a Diretoria da Subsecretaria de Administração de Pessoal do Senado convocou Ana Amélia e um grupo de servidores que exerciam a função de Secretário Parlamentar "a fim de formalizarem a rescisão contratual". Três dias depois, em 20 de março de 1987, os servidores em questão foram novamente convocados, por edital, publicado no Diário do Congresso Nacional,do dia 17 de Março de 1987, para, num prazo de três dias úteis, formalizarem a rescisão.

Edital de convocação para rescisão contratual

Edital de convocação para rescisão contratual

A reportagem do Sul21 procurou contato com a senadora Ana Amélia Lemos, por intermédio de sua assessoria de imprensa, na tarde desta quinta-feira (11), em várias oportunidades, para que ela confirmasse os dados apurados. No início da noite, a assessoria informou que ela estivera em atividades de campanha  e não teria tido intervalo em sua agenda para tratar do tema.


http://www.sul21.com.br/jornal/ana-amelia-foi-cc-do-marido-no-senado-enquanto-era-diretora-da-rbs/


A RBS quer “ocupar o estado diretamente, e não mais por terceiros”

A RBS quer "ocupar o estado diretamente, e não mais por terceiros"


Em entrevista à Carta Capital, Tarso Genro coloca os pingos nos iis .
Para governador, a RBS quer "ocupar o estado diretamente, e não mais por terceiros" com candidaturas de Ana Amélia e Lasier Martins
Tarso Genro
"A nossa democracia está em implementação. Os partidos são pouco valorizados e o sistema político é deformado por relações regionais e oligárquicas. Não há um sistema político que dê coesão aos partidos por identidade ideológica e programática. A pauta da nação brasileira é feita pela Globo." 

O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), chega ao fim do seu mandato de governador em uma disputa apertada pela reeleição. Empatado tecnicamente com a senadora Ana Amélia (PP-RS), ele diz que espera melhorar nas pesquisas com o início do horário eleitoral.

Em entrevista a CartaCapital, Genro fez críticas ao grupo RBS, emissora gaúcha afiliada da Rede Globo. "Há uma marcada sensação política de que eles querem ocupar o estado diretamente, e não mais por terceiros", diz o governador, referindo-se a Ana Amélia e Lasier Martins, que é líder na disputa ao Senado. Ambos são ex-jornalistas da emissora.Tarso ainda cobrou uma postura unitária do PT em temas como a reforma política, a taxação de grandes fortunas e a votação de um marco regulatório da mídia.

A entrevista faz parte de uma série com os candidatos do estado. Na terça-feira 26, foi publicada a entrevista com Ana Amélia. Ainda serão publicadas as entrevistas com os dois candidatos mais bem colocados na disputa ao Senado Federal, Olívio Dutra (quinta 27) e Lasier Martins (sexta 28).

Leia, a seguir, trechos da conversa com o candidato:

CartaCapital: Como o senhor avalia os quatro anos em que esteve à frente do Palácio Piratini? E o que pretende fazer caso seja reeleito?

Tarso Genro: Para responder a isso, tenho de dizer o seguinte: o debate aqui no estado é sobre dois modelos de gestão e desenvolvimento completamente diferentes. Minha adversária (Ana Amélia Lemos) defende o enxugamento da máquina pública, redução de gastos públicos e uma visão de organização financeira do Estado muito próxima do Estado mínimo, de um desenvolvimento econômico espontâneo originário nas relações do mercado.

Nós defendemos algo diferente, que o Estado abata parte da dívida e utilize esse novo espaço fiscal para obter novos aportes para investir em infraestrutura, além de guardar os recursos próprios para cuidar da questão salarial e investir em áreas fundamentais como saúde e segurança.

No nosso próximo período, queremos aumentar os gastos em infraestrutura e colocar mais ênfase nos programas sociais. E alavancar a base produtiva local, na agricultura familiar e em pequenas e médias empresas.

O estado estava na UTI, e agora ele está em recuperação. Agora pretendemos aprofundar todos os projetos que estão em andamento.

CC: O Rio Grande do Sul tem, relativamente, a maior dívida do País, que supera 50 bilhões de reais. O governo federal finalmente propôs votar a renegociação da dívida dos estados com a União em novembro deste ano. Esta já era uma questão da eleição passada, um pleito do senhor quando foi eleito. Por que a renegociação demorou tanto?

TG: Eu liderei com outros governadores essa movimentação, e nós tivemos a proposta desse projeto que a presidenta Dilma enviou ao Congresso Nacional. Articulamos a aprovação na Câmara e depois nas comissões do Senado.

Quando o projeto chegou ao plenário do Senado, os efeitos da crise econômica já haviam chegado aqui. E aí a equipe econômica do governo achou que a votação desse projeto poderia rebaixar a nota do Brasil nas agências de risco, e não queriam votá-lo.

Nós organizamos uma pressão para que viesse do governo uma proposta para votar o projeto integralmente em novembro. Aceitei esse acordo, porque eu acredito na palavra da presidenta Dilma.

As consequências desse projeto são extraordinárias. Para você ter uma ideia desse efeito, ele abate 16 bilhões da nossa dívida, nos autoriza a ter um espaço fiscal de 6 bilhões ou 7 bilhões para fazer financiamentos e investimentos em infraestrutura. É uma coisa que há mais de 20 anos tentávamos realizar e não conseguíamos.

CC: O senhor aparece empatado tecnicamente com a candidata Ana Amélia, numericamente atrás dela, na pesquisa Ibope. Na pesquisa do Instituto Methodus, aparece atrás dela. A que o senhor atribui esse resultado nas pesquisas?

TG: Pelo que sabemos, o Instituto Methodus é ligado ao PP aqui no RS. E a metodologia que eles usam é muito prejudicial, semelhante à da Datafolha.

Há pesos diferentes para regiões do estado, que têm maior ou menor volume de voto. E o Ibope considera que a região metropolitana no estado tem 42% dos votos, e isso reporta tradicionalmente todas as pesquisas que deram certo no estado. Os outros institutos, não. Por isso eu acho que temos empate técnico.

Nós tratamos com muita prudência todas essas pesquisas, mas o que nos posiciona positivamente são duas coisas: primeiro, o alto grau de aprovação do governo que nós vamos ter uma grande possibilidade de vitória. E o fato de nós termos um terço da população dizendo que nosso governo é bom e ótimo.

De outra parte, nós sempre fomos muito prejudicados pelo sistema de mídia daqui, que tem um predomínio de centro-direita. Ela cobre exclusivamente os problemas, ela não cobre as soluções. Procuramos reverter isso com o horário eleitoral.

 

CC: O senhor acha que esse tratamento da imprensa acontece independentemente de quem está no governo?

TG: Independente de quem for o governo, mas é muito agravado no nosso, que eles não têm nenhuma simpatia por razões explicáveis.

Isso nos deu uma desvantagem muito grande, porque para mostrarmos o que estávamos fazendo, tínhamos de pagar. E aqui nós não fazemos campanhas tão grandes como se faz em outros estados, porque não é uma tradição (do Rio Grande do Sul).

CC: Além de Ana Amélia, o candidato Lasier Martins, que lidera a disputa ao Senado, também era apresentador da Rede Globo. Qual a particularidade que faz o Rio Grande ter eles dois como líderes nas pesquisas? O senhor vê alguma diferença para outros estados?

TG: O que é diferente é o governo, que os leva a exacerbar determinadas posições. A nossa democracia está em implementação. Os partidos são pouco valorizados e o sistema político é deformado por relações regionais e oligárquicas. Não há um sistema político que dê coesão aos partidos por identidade ideológica e programática. A pauta da nação brasileira é feita pela Globo. E os partidos políticos não desafiam isso, nem o meu consegue.

 

CC: O PT desistiu do marco regulatório da mídia mais uma vez e o retirou do programa de governo de Dilma à reeleição.

TG: Esse é um exemplo. Não existe uma força partidária interna que compreende esse fenômeno novo: o de que os grandes partidos políticos do conservadorismo hoje não são os partidos tradicionais, são os grupos de mídia.

Ali se condensa um grupo de relações políticas, de pautas, de interesses econômicos, de visão da globalização e de distribuição dos interesses do capital financeiro que fazem a pauta da nação.

Isso se reflete aqui no estado. O grupo midiático mesmo diz "nós defendemos um projeto para o Estado". E o programa deles para o estado está muito mais caracterizado pelo que foi o governo Britto (1995-1998) e o governo Yeda Crusius (2007-2010), que foi um governo falido pelas suas contradições internas, e não pela sua relação com a mídia.

Isso nunca gerou um antagonismo pessoal. Mas há uma marcada sensação política no estado de que agora, com esses dois candidatos, eles querem ocupar o estado diretamente, e não mais por terceiros.

CC: Nos últimos dez anos, o PT não fez as reformas necessárias para mexer nos interesses que o senhor critica. Além do marco regulatório, há diversos exemplos como o projeto que o senhor enviou, no Ministério da Justiça, de reforma política. Após quase 12 anos do partido na Presidência, ainda é possível esperar que o PT faça essas reformas?

TG: O PT não pode ser visto em abstrato fora da crise programática da esquerda mundial. Eu acompanhei tudo isso, tenho 67 anos. Aconteceu uma destruição dos valores mais fortes originários da Revolução Bolchevique, que é um marco extraordinário, e uma desagregação do projeto social democrata. Essa dupla desagregação democrática e social da via socialista impactou todos os partidos de esquerda. E não deixou de impactar o PT.

O PT hoje não tem unidade sobre questões fundamentais, nem sequer relacionadas com a questão social-democrata. Mas eu chamo atenção de que o PT, apesar dessa crise, foi o partido que melhor se saiu. Na Presidência, desenvolveu políticas neossocial-democratas, políticas que mudaram o País nesses dez anos.

Essa mudança importante modificou a estrutura de classes, aquilo que se chama erroneamente de nova classe média e que exige um partido de novo tipo. O PT está tentando acompanhar isso, mas não consegue de maneira integral fazê-lo.

Você pode ver que há pessoas muito distintas no PT. Você tem o Paulo Teixeira e você tem o Cândido Vaccarezza (deputados federais). São pessoas que têm posições distintas sobre a questão de economia no Brasil, rumos do desenvolvimento e formas de relacionamento com as grandes empresas. Isso determina que o PT seja um partido que ainda não superou essa crise de valores da social-democracia e do bolchevismo.

Vai superar ou não? Isso é indeterminado. Esses temas, que são uma coisa de princípio hoje, como a regulamentação das concessões da mídia e a questão do imposto sobre as grandes fortunas, são questões que o partido deveria enfrentar de maneira unitária. Mas não enfrenta em razão das suas limitações.

Então, eu te digo o seguinte: apesar de o PT ser o partido que melhor está transitando nessa crise, esse trânsito ainda não terminou.

CC: Uma das pessoas que não acreditam que o PT poderia fazer essas mudanças é a sua filha, Luciana Genro, hoje candidata à Presidência pelo PSOL. Ela chegou a falar que não votaria no senhor, já que está em outro projeto. Imagino que o senhor não vai votar nela…

TG: Claro que não (risos). Todo mundo sabe que nós temos uma relação de pai e filha, uma relação amorosa. Convivemos todas as semanas, e inclusive ironizamos um com outro a respeito das questões políticas.

A minha filha é uma pessoa muito coerente, eu tenho admiração por ela. Ela entende que o PSOL pode reconstruir um projeto nacional, um projeto de desenvolvimento socialista. Mas eu acho que isso é um profundo equívoco.

Esse não é um equívoco pessoal dela, mas do PSOL. Que todo mundo sabe que é originário de correntes trotkistas, e tem uma avaliação que é economicista e corporativista da luta de classes.

A dificuldade que partidos como o PSOL têm para crescer é entender os momentos de crise como criadores da base de massas para uma transformação social. Isso é um engano, as tensões passam e as massas refluem. Só tem condições de gerar um processo de mudanças, seja qual for, um partido que tem um programa e um convívio com a sua base de massas, que se integre na vida cotidiana e na produção. Esse partido não tem essa projeção.

Por isso, eles apostam em ser centelhas quando existem movimentos sociais. É uma experiência válida, mas isso não deu certo historicamente porque tem um equívoco de fundo. E é por isso que esse partido não cresce. Não é porque eles são radicais, como dizem alguns críticos da direita. Radical é pegar as coisas pela raiz, e acho que isso é precisamente o que eles não fazem. A história está mostrando o que eles estão enganados.

CC: Voltando à questão da imprensa, seu assessor Guilherme Gomes enviou uma mensagem ao diretor de jornalismo da Bandeirantes, depois publicada pela emissora. Pelo WhatsApp, ele dizia que a divulgação da pesquisa Methodus acarretaria "uma nova relação" entre o governo estadual e a emissora. O senhor autorizou aquela atitude?

TG: A mensagem do Guilherme é fruto de uma relação pessoal dele com os dirigentes da Band. Isso é uma coisa normal entre pessoas. O que foi surpreendente, para mim, foi ver que a Band fez uma matéria sobre isso. Você pode ver que ele também publicou uma mensagem da Band fazendo um diálogo a respeito de financiamento. (Nela, o diretor da Band o questionava sobre anúncios na rede).

Da minha lavra não saiu nenhuma orientação para o Guilherme fazer qualquer menção a respeito disso. E nem uma ameaça. Se fosse, seria uma contra-ameaça. Considero isso um incidente menor e não vai mudar minha relação com a Band.

CC: O que o senhor falou com o assessor?

TG: Quando olhei aquela pesquisa, eu falei: essa é uma pesquisa completamente manipulada. Ela está fora da margem de erro de todas as pesquisas. Diz lá para a Band que nós não acreditamos nessa pesquisa. O resto foram incidentes entre duas pessoas que tinham uma relação de confiabilidade e eu espero que possam recuperar.

 

CC: Beto Albuquerque (PSB), antigo aliado do PT no estado, desistiu da  candidatura ao Senado para ser vice de Marina Silva (PSB). Qual a avaliação que o senhor faz dessa chapa na disputa à Presidência?

TG: Eu me recusei a falar sobre isso por causa da postura necrófila que alguns jornais vinham fazendo a respeito da morte do Eduardo Campos, uma pessoa que eu presava e tinha relações de companheirismo político. Agora, esse assunto já foi transformado em questão política.

Primeiro, Marina é uma pessoa que eu admiro e respeito. Mas, do ponto de vista eleitoral, eu não vejo possibilidade de ela crescer a ponto de ameaçar a candidatura da presidenta Dilma.

Eu acho que ela pode ameaçar o Aécio, porque o Aécio é um candidato da espontaneidade. E reproduz aquela visão que é muito rejeitada pelo povo brasileiro, elitista e neoliberal.

Marina aparece já nesse choque emocional como a novidade, e essa novidade sempre tem um impacto positivo. Mas eu acho que isso aí vai para os caminhos normais. Por exemplo, Marina tem uma resistência muito grande em diversos setores do nosso empresariado desenvolvimentista.

CC: Mas Beto Albuquerque, que é ligado ao agronegócio, não ajudaria a minar essa resistência?

TG: Acho que não. Porque Beto é vice, e os grupos sociais, as classes sociais se reportam ao presidente.

CC: José Alencar não fez isso para Lula em 2002?

TG: Alencar foi uma confiabilidade para os empresários em abstrato. Mas tanto Lula quanto ele eram desenvolvimentistas. Marina e Beto têm visões diferentes, até contraditórias.

E a comoção causada pela morte de Eduardo sempre gera unanimidade em torno da pessoa. É natural que gere, porque a morte é um acontecimento tão absoluto, tão dramático, que repara todas as divergências. Então agora parece que ele era unanimidade, mas ele não era. Por isso, o impacto causado na morte dele também vai ser dissolvido ao longo do processo político.

Em segundo lugar, a entrada de Beto para a chapa da Marina resolve um problema do Beto, e não de estado. Ele estava em terceiro lugar, numa situação desconfortável e certamente não se elegeria.

Agora, como quadro político, ele valoriza a chapa da Marina? Me parece que sim. Mas do ponto de vista eleitoral, me parece que não.


http://luizmullerpt.wordpress.com/2014/08/28/a-rbs-quer-ocupar-o-estado/

Propriedade de Ana Amélia é beneficiada com emenda parlamentar que era destinada a bairro pobre em Canela

Propriedade de Ana Amélia é beneficiada com emenda parlamentar que era destinada a bairro pobre em Canela


PREFEITO DO PP USA VERBA DOS POBRES PARA BENEFICIAR CONDOMÍNIO DE ANA AMÉLIA
 Originalmente Publicado no Cloaca News.
Você vai ver a seguir mais um caso escandaloso envolvendo a candidata da RBS ao governo gaúcho, Ana Amélia Lemos. Como é sabido, Miss Inteligência de Lagoa Vermelha possui dois imóveis geminados no Residencial Morada dos Plátanos, um condomínio de luxo na cidade de Canela, na Serra Gaúcha. Os cafofos foram comprados diretamente do empreendedor, Pedro Bertolucci, vulgo Pedro Bala, ex-prefeito cassado da vizinha Gramado e ex-presidente estadual do Partido Progressista. O atual prefeito de Canela também é do PP, o partido de Ana Amélia.

Veja o que acontece quando essa curriola se junta.

https://www.youtube.com/watch?v=PljmLJCHGYY


http://luizmullerpt.wordpress.com/2014/09/30/propriedade-de-ana-amelia-e-beneficiada-com-emenda-parlamentar-que-era-destinada-a-bairro-pobre-em-canela/




Cancion con todos

Salgo a caminar
Por la cintura cosmica del sur
Piso en la region
Mas vegetal del viento y de la luz
Siento al caminar
Toda la piel de america en mi piel
Y anda en mi sangre un rio
Que libera en mi voz su caudal.

Sol de alto peru
Rostro bolivia estaño y soledad
Un verde brasil
Besa mi chile cobre y mineral
Subo desde el sur
Hacia la entraña america y total
Pura raiz de un grito
Destinado a crecer y a estallar.

Todas las voces todas
Todas las manos todas
Toda la sangre puede
Ser cancion en el viento
Canta conmigo canta
Hermano americano
Libera tu esperanza
Con un grito en la voz