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pergunta:

"Até quando vamos ter que aguentar a apropriação da ideia de 'liberdade de imprensa', de 'liberdade de expressão', pelos proprietários da grande mídia mercantil – os Frias, os Marinhos, os Mesquitas, os Civitas -, que as definem como sua liberdade de dizer o que acham e de designar quem ocupa os espaços escritos, falados e vistos, para reproduzir o mesmo discurso, o pensamento único dos monopólios privados?"

Emir Sader

5.8.10

CNT/Sensus: Dilma 41,6%, Serra 31,6%

Pesquisa CNT/Sensus divulgada há pouco em Brasília mostra a candidata Dilma (PT) com 41,6%, José Serra (PSDB) com 31,6% e Marina Silva (PV) com 8,5% das intenções de votos.
Votos nulos ou não souberam responder representa 14,3%.
Neste levantamento foram considerados todos os candidatos que disputam a sucessão de Lula.
Na pesquisa espontânea, Dilma tem 30,4%, Serra 20,2%, Marina 5% e Zé Maria 3%. Lula também foi citado por 5% dos entrevistados. E 31,7% disseram não ter candidato.
Na última pesquisa de maio o quadro apontava Dilma com 19,8%, José Serra 14,4% e Marina 2,7%.
Em um cenário de segundo turno entre Dilma e Serra a pesquisa da CNT/Sensus de hoje aponta Dilma com 48,3%, Serra com 36,6%.
Em comparação com a última pesquisa de maio, Dilma subiu 6,5% e Serra caiu 3,9%.
Em uma possível disputa no segundo turno entre Dilma e Marina, a candidata do PT tem 55,7% e a candidata do PV 23,3%.
Em cenário de disputa entre Serra e Marina no segundo turno, ele tem 50% e ela 27,8%.
Segundo a pesquisa de hoje, Serra apresenta o maior índice de rejeição com 30,8%, Marina 29,7% e Dilma 25,3%.
A margem de erro é de 2,2% para mais ou para menos.
De acordo com o levantamento, o governo Lula apresenta uma avaliação positiva de 77,5% e negativa de 4,6%.
A pesquisa encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e realizada entre os dias 31 de julho e 2 de agosto em 24 estados. Foram feitas 2mil entrevistas.

Diferença de Dilma sobre Serra sobe para 10 pontos porcentuais, aponta CNT/Sensus - politica - Estadao.com.br

Dilma aparece, nesta pesquisa, com 41,6% das intenções de voto contra 31,6% do candidato tucano; Marina Silva, do PV, tem 8,5%
 
05 de agosto de 2010 | 10h 45
 
Carol Pires / BRASÍLIA - Estadão.com.br

A vantagem da candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, sobre o adversário do PSDB, José Serra, passou de 2 para 10 pontos percentuais na pesquisa Sensus divulgada nesta quinta-feira, 5, pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT).

Dilma aparece, nesta pesquisa, com 41,6% das intenções de voto contra 31,6% do candidato tucano. Marina Silva, do PV, tem 8,5%. A pesquisa foi feita entre os dias 31 de julho a 2 de agosto com 2 mil pessoas de todo o país. A margem de erro é de 2% para mais ou para menos.

Zé Maria, do PSTU, tem 1,9% das intenções de voto. Plínio de Arruda Sampaio, do PSOL, 1,7%. José Maria Eymael (PSDC) aparece com 0,5%, Ivan Pinheiro (PCB), Levy Fidelix (PRTB) e Rui Costa Pimenta (PCO) aparecem com 0,1% cada. Brancos e nulos somam 3,4% e 10,9% não souberam responder.

Na última pesquisa CNT/Sensus, divulgada há três meses, Dilma tinha 35,7%, José Serra 33,2%, e Marina Silva 7,3%. O resultado foi considerado empate técnico entre os candidatos do PT e do PSDB.

Segundo turno

A CNT também apurou um cenário em que Dilma e Serra disputariam o segundo turno. Neste caso, a petista venceria com 48,3%, contra 36,6% do tucano. Na última pesquisa, em maio, Dilma tinha 41,8% e Serra 40,5%. Em janeiro, o candidato do PSDB ainda aparecia como vencedor do segundo turno com 44% contra 37,1% de Dilma.

Caso Marina Silva disputasse o segundo tuno com Dilma a vitória da petista seria ainda maior: 55,7% contra 23,3%. Em maio o placar tinha ficado em 51,7% contra 21,3%. Na última lista, Marina Silva disputaria o segundo turno com José Serra. Neste caso, sairia eleito o candidato do PSDB com 50% contra 27,8% da candidata verde. Em maio este cenário era: 50,3% x 24,3%.

Espontânea

Na pesquisa espontânea - quando o entrevistado responde em quem pretende votar para presidente sem ter os nomes dos candidatos disponíveis – a maioria, 30,4%, respondeu que votará em Dilma Rousseff. José Serra foi lembrado por 20,2% dos entrevistados e Marina Silva por 5%. O presidente Lula, que não pode disputar um terceiro mandato, também foi citado por 5%.

Rejeição

A candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff, tem 63,4% na lista da pesquisa CNT/Sensus que aponta o limite de voto dos candidatos. Nesta opção, Dilma foi apontada como única candidata em quem o entrevistado votaria por 34,6% e como candidata que "poderia votar" por 28,8%. A taxa de rejeição dela é de 25,3%. Em maio, Dilma tinha 60% de teto de voto e 26,1% de rejeição.

A maior taxa de rejeição é de José Serra: 30,8%. Em maio era de 29,5%. Em contrapartida o limite de votos dele, entre os que o tem como único candidato ou possível candidato, é de 58,1%, contra 61,5% apurados em maio. Marina Silva tem teto de votos de 51,6% e taxa de rejeição de 29,7%. Em maio esses índices eram de 43,6% e 34,4%.

Apesar de Dilma Rousseff ser apontada como candidata de 41,6% dos entrevistados da pesquisa CNT/Sensus, é maior o número de eleitores que acreditam na vitória dela: 47,1%. José Serra, apontado como candidato de 31,6%, é citado como provável vitorioso das eleições por 30,3%. Marina Silva deve ser eleita para 2,2% dos entrevistados. Ela é indicada como candidata por 8,5%.

Atualizada às 11h15

http://www.estadao.com.br:80/noticias/nacional,diferenca-de-dilma-sobre-serra-sobe-para-10-pontos-porcentuais--aponta-cntsensus,590776,0.htm

4.8.10

Tarso Genro, dia 6 de agosto, em Caxias e Farroupilha

 

6 de agosto, sexta

Tarso Genro

em Farroupilha e Caxias

 

 

 

17 horas

Farroupilha

Palestra na Câmara Indústria e Comércio de Farroupilha,

sobre o tema Desenvolvimento Econômico

 

(Rua da República, n.º 425 – (54) 3261.3460 e 91021795)

 

 

19 horas

Caxias do Sul

Ato público da Candidatura Tarso Genro Governador,

firmando compromisso com a sociedade gaúcha,

de rever o modelo atual de concessão pública

das estradas pedagiadas, não renovando os contratos vigentes,

estabelecendo um novo modelo de acordo dos interesses da comunidade, e

anunciando o fim do pedágio entre Caxias e Farroupilha no término do contrato.

 

(Salão da Igreja Nossa Senhora de Lourdes, na Rua Angelina Michelon, nº 936, Bairro Lourdes)

 

 

Vídeo: Crianças gritam “Lula” para Serra na favela | Conversa Afiada

Ele é um jenio

O Conversa Afiada reproduz post publicado no blog do amigo navegante Ademir, o Divino:

A farsa do carisma

Por Ademir

http://www.conversaafiada.com.br/video/2010/08/04/video-criancas-gritam-lula-para-serra-na-favela/

http://www.youtube.com/watch?v=VcAHF0gEhpw&feature=player_embedded

Quando você assiste a uma daquelas inserções comerciais (propaganda) de alguma obra ou benefício 'concedido' pelo prefeito, governador ou presidente de plantão saiba que aquilo é uma peça publicitária. Produzida por publicitários, encenada por atores e recheadas de figurantes. Minhas filhas mesmo já fizeram teste para uma dessas peças publicitárias. Tenho um amigo que já apareceu elogiando uma obra do Kassab, mesmo sendo Lulista de carteirinha. Acontece que como os atores e figurantes são contratados eles recebem para isso.

Em uma campanha política não é muito diferente. Atores são contratados e pessoas comuns são recrutadas para falarem bem de candidato X ou mesmo para falarem mal de candidato Y. São pagos para isso, recebem um 'cachê' (pagamento) pelo trabalho executado.

Há, porém, outras situações onde não é possível se fazer o pagamento pela participação, onde o grande número de participantes inviabiliza o pagamento. São as externas em comícios, visitas, passeatas, carreatas. As imagens são tomadas e, no máximo, se pede a autorização dos participantes para que cedam o direito de sua imagem ser exibida no programa eleitoral do candidato.

A coisa funciona, mais ou menos, da maneira que relatei acima. Isso acontece porque nem todo mundo apóia o candidato que está em determinado bairro, por exemplo. Por isso, é necessário 'buscar' as melhores imagens, os gritos de apoio, os beijos, os abraços. Mas, nem tudo são flores, pois há candidatos mais e candidatos menos populares. Aqueles que com seu carisma dispensam ensaios e aqueles que mesmo com ensaios não conseguem empolgar os 'eleitores' que lá estão.

Foi o que aconteceu com o candidato Serra. Ao visitar uma escola (Escola Técnica Estadual – ETEC – em Heliópolis, zona sul da capital, no dia de ontem – 3/08/2010), o candidato Demo/Tucano foi supreendido pela pureza das crianças. Logo após acenarem para Serra as crianças começaram a gritar em coro o nome do presidente Lula: "Lula! Lula! Lula!" e "olê, olê, olá, Lula, Lula".  [vídeo acima]

Isso mostra primeiro, que carisma não é para qualquer um; e, segundo, que – no mínimo – a lei eleitoral foi desrespeitada.

O pior dessa história é que, provavelmente, as imagens com as crianças aos gritos de Serra (e Alckmin) serão utilizadas pelo programa eleitoral de ambos, depois do ensaio, do 'falhou' do adulto (seria professor ou assessor?), configurando uma verdadeira farsa.

Espero, que – pelo menos – tenham pago o cachê para a garotada.

Clique aqui para ler:  "O que Serra e Bush têm em comum: não gostam de pobre"

“Uma vitória de Serra seria um inferno para nós”, afirma Stédile, do MST

O Caxiense
 

Com discurso afiado, João Pedro Stédile não se esquivou ao apresentar sua posição política e dos movimentos dos quais faz parte – o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), do qual foi um dos fundadores, e a Via Campesina. O ativista disse na terça-feira (3), durante a aula inaugural do curso de História da Universidade de Caxias do Sul (UCS), que apoiará Dilma Rousseff (PT) como candidata à presidência da República.

"Como movimento não temos partido, não devemos aderir ou se opor a um projeto. No entanto, temos que ter a clareza de que uma vitória de Serra (PSDB) seria um inferno para nós, o fim do mundo. Devemos derrotar sua candidatura e incentivar a base para vetar o avanço da direita. Temos que impedir o avanço da direita. Nesse momento, isso significa a eleição de Dilma."

O palestrante começou sua exposição, cujo tema foi Os Movimentos Sociais e a Conjuntura na Latino América, afirmando que existe uma luta de classes permanente nas sociedades capitalistas. Stédile fez uma retomada histórica, mencionando a não-concretização da Área de Livre Comércio das Américas (Alca) como avanço para os movimentos sociais, antes de apresentar sua opinião sobre a conjuntura atual.

Para o ativista, existem três rumos possíveis para os governos latino-americanos atualmente. O primeiro seria o retorno do domínio norte-americano sobre a região. Outros seriam o da integração do capital do continente e um plano de fortalecimento de governos populares, com a concretização da Alternativa Bolivariana para as Américas (Alba). Para o ativista, Serra e Marina Silva (PV) representariam a primeira alternativa, enquanto o plano de governo de Dilma contemplaria parcialmente as duas últimas.

"Hoje percebemos que Lula só ganhou as eleições porque parte da burguesia se dividiu. Ele ganhou as eleições na hora errada. O ideal teria sido ter ganho em 1989, se unindo ao PDT. Depois do governo FHC, Lula ganhou no momento de refluxo dos movimentos sociais. Agora, a burguesia se dividiu novamente. Graças a Deus, senão o Serra estava na frente. Os ventos ainda sopram para nosso lado. Daqui para frente, a discussão será mais ideológica."

Stédile afirmou que a imprensa é "o braço ideológico da direita no Brasil."

"A mídia no Brasil tem um poder de oligopólio da direita nacional. Todo trabalhador que lutar, a mídia vai contra", discursou.

Ele também comentou a posição que o MST e a Via Campesina tomaram em relação ao governo atual.

"Muitos nos chamaram de pelego. Acreditamos que os movimentos sociais devam manter a autonomia. Quando o governo erra, pau neles, quando acerta, palmas. Mas, pergunto, e quem foi para a oposição de Lula, acumulou vitórias?"

Depois da palestra, em entrevista, Stédile afirmou que ocorreram mudanças na demanda pela reforma agrária.

"A luta mudou de patamar. Até o governo Lula, a disputa estava entre o agronegócio e os sem-terra. Agora é por um modelo agrícola."

Foto: João Pedro Stédile palestrou na aula inaugural de História, na UCS, terça-feira (3) | Crédito: Roque Jr., Divulgação/O Caxiense

Publicado às 16h48 de 4 de agosto de 2010.

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COMPROMISSO CONTRA A RENOVAÇÃO DOS COTRATOS DAS CONCESSIONÁRIAS

CONVITE

 

É NESTA 6ª FEIRA

18.30 no SALÃO DE LOURDES

PARTICIPE

ACONTECE NESTA 6ª FEIRA DIA 6 MAIS UM EVENTO DA LUTA HISTÓRICA PELO FIM DOS PEDÁGIOS. TODOS NÓS SABEMOS QUE ESTÁ POR UM FIO A NÃO RENOVAÇÃO DOS CONTRATOS COM AS CONCESSIONÁRIAS

EM REUNIÃO  COM TODAS AS ENTIDADES DO ESTADO DO RS QUE COMPÕE A LUTA CONTRA A PRORROGAÇÃO DOS CONTRATOS REALIZADA NO ÚLTIMO DIA 7 DE AGOSTO,  O CANDIDATO TARSO GENRO DA UNIDADE POPULAR PELO RIO GRANDE, PROPÕS UMA REUNIÃO PARA ASSUMIR PUIBLICAMENTE COMPROMISSO COM AS ENTIDADES.

PORTANTO A REUNIÃO ACONTECERÁ DIA 6 DE AGOSTO, 6ª FEIRA, AS 18.30 HORAS NO SALÃO DA IGREJA NOSSA SENHORA DE LOURDES (Caxias do Sul),  COM A PRESENÇA DO SENADOR PAIM, TARSO GENRO E BETO GRILL ,DA COMUNIDADE  E DO MOVIMENTO SOCIAL ORGANIZADO.

É NESTA 6ª FEIRA

PARTICIPE

18.30 no SALÃO DE LOURDES

Rua Angelina Michelon, nº 936, Bairro Lourdes)

ASSURCON-SERRA; Forum dos "COREDES"; SETCERGS - Sindicato das Empresas de Transportes de Carga no Estado do Rio Grande do Sul; SIRECOM - Sindicato dos Representantes Comerciais; CUT; CTB; SINDILIMP; Sindicato dos Metalúrgicos de Caxias do Sul; OAB/RS; Câmara de Vereadores de Caxias e Farroupilha; Sindicatos rurais; FETAG; FETRANSUL; SINDIMADEIRA; FEGAM; CONAM; Sindicato dos Trabalhadores nos Serviços Portuários de Rio Grande).

Jornal Nacional está retirando Lula do noticiário


Em abril, as sonoras do presidente no JN estão 60% abaixo da média (0,40), em junho, cai para 64% abaixo da média (0,36) e em julho para 77% abaixo da média (0,23). Dito de outra forma, tirando os meses com distorção do noticiário sobre Irã (março e maio), o JN vinha dando uma sonora do presidente a cada 4 ou cinco edições do telejornal. Em abril e junho, vai para uma a cada 6,5 edições. Em julho, vai para uma a cada 9 edições. No mesmo período, os demais telejornais analisados fizeram praticamente o caminho inverso.

Data: 03/08/2010

Do Blog Nas Retinas

É evidente o esforço do Jornal Nacional para evitar que a candidata Dilma Roussef seja reconhecida pelo público como a candidata do presidente Lula. A medida que Lula aparece ao lado de Dilma, sua popularidade se cola a candidata. Um presidente com mais de 80% de aprovação popular pode sim impulsionar seu sucessor, apesar da mídia brasileira não querer e agora cobrar do presidente imparcialidade nas eleições. Para atacar o presidente, espalhando preconceitos, a mídia não o trata como o titular do mais alto cargo público do país. Basta lembrar o bando de cachorros loucos que o entrevistou no Roda Viva em 2005, durante a mais grave crise de seu governo.

Recebi de profissionais de mídia, especializados em clipping e acompanhamento de telejornais, tabelas comparativas que mostram como o Jornal Nacional está limando Lula do notíciário em 2010 enquanto em outros jornais, a média de aparições do presidente muda pouco. Isso não é falta de pauta relevante, pois os outros jornais continuam com cobertura frequente dos atos da Presidência.

Em junho de 2010, Lula teve 4 citações no JN Nacional contra 9 em 2009. Em julho foram 3 em 2010 contra 13 em 2009. Aqui você pode baixar a
Planilhas de visibilidade do PR nos telejornais. E aqui baixe a tabela padrão de discordância do JN. Veja explicação mais detalhada dos dois arquivos:

De janeiro a julho de 2009, o presidente Lula apareceu falando no JN 57 vezes. No mesmo período deste ano, foram 44. Uma redução acima de 20%. No entanto, se descontarmos as sonoras relacionadas ao Irã, que foram 12 no período, aqueda seria de 44%, perto da metade. Na comparação apenas dos dois meses mais recentes, a diferença é impressionante:

junho de 2009, 9 sonoras do Lula no JN (mais de 2 por semana);

junho de 2010, 4 sonoras (uma por semana);

julho de 2009, 13 sonoras (mais de 3 por semana);

julho de 2010, apenas 3 sonoras (menos de uma por semana).


Na comparação com os principais telejornais das emissoras concorrrentes (Planilha 2) o JN está sempre abaixo da média, mas a divergência mais grosseira ocorre nos últimos quatro meses, tirando maio, quando o assunto Irã distorceu a curva. Em abril, as sonoras do presidente no JN estão 60% abaixo da média (0,40), em junho, cai para 64% abaixo da média (0,36) e em julho para 77% abaixo da média (0,23). Dito de outra forma, tirando os meses com distorção do noticiário sobre Irã (março e maio), o JN vinha dando uma sonora do presidente a cada 4 ou cinco edições do telejornal.

Em abril e junho, vai para uma a cada 6,5 edições. Em julho, vai para uma a cada 9 edições. No mesmo período, os demais telejornais analisados fizeram praticamente o caminho inverso, aumentando a frequência das sonoras do presidente: Repórter Brasil – de uma sonora a cada 2,5 edições em janeiro para uma a cada 2 em julho; Jornal da Record – de uma a cada 5 em janeiro para uma a cada 1,6 em julho; Band – de 3,1 para 1,7 e SBT de 4,2 para 1,8.

Na Planilha 1 tem um estudo comparado de mais de 600 matérias ou notas noticiadas pelos telejornais analisados. A cor vermelha indica uma matéria com sonora do presidente, a amarela uma matéria ou nota em que ele é mencionado como protagonista, mas não há sonora, a azul é quando a nota ou matéria só faz referência a ele e a cinza indica que o telejornal não deu nenhuma informação sobre o assunto noticiado nos demais. Em 24 ocasiões entre janeiro e julho, o JN usou um critério jornalístico que subavaliou o assunto em relação a todos os demais. Destes 24 casos, destacamos 15 exemplos berrantes, que estão na tabela de padrão de discordância e falam por si mesmos.

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16845

Nota Pública - Deputada Maria do Rosário

 

NOTA PÚBLICA

 

Diante da decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) em rejeitar as contas da Frente Popular da campanha de 2008 à prefeitura de Porto Alegre e em não homologar minha candidatura à deputada federal, venho a público manifestar:

 

1. Minha profunda indignação frente às decisões absolutamente injustas e que tolhem o direito de me candidatar e, assim, colocar a prova o meu trabalho frente à população gaúcha.

 

2. Informo que estou imediatamente recorrendo ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde tenho plena confiança de que as decisões aqui tomadas serão revertidas.

 

3. A decisão de não homologar minha candidatura em decorrências da campanha de 2008 contraria o princípio da Lei 12.034/2009, que determina a aprovação das contas quando elas forem apresentadas regularmente. Não só apresentamos regularmente as contas, como reconhecemos a existência de dívidas que, assumidas pelo Partido dos Trabalhadores, estão sendo pagas ainda hoje. Irregular seria se não as reconhecêssemos formalmente e jogássemos tais débitos na informalidade. Por fazer o certo, por atender à Lei, estou sendo punida.

 

4. A decisão do TRE gaúcho contraria as decisões dos Tribunais Regionais Eleitorais do resto do país que, em sua totalidade, estão concedendo o direito de concorrer a candidatos ou candidatas em situação semelhante à minha.

 

5. Para qualquer parlamentar a pena máxima, capital, é o impedimento de disputar eleições. Traçando um paralelo, a punição contida na decisão do TRE do Rio Grande do Sul é tão desproporcional que se compara a hipótese de um cidadão que deve a algum comércio ser punido com 30 anos de cadeia.

 

6. Assistimos usualmente no país decisões de absolvição daqueles que abusaram do poder econômico em eleições. Mais que isso, o mesmo TRE gaúcho acaba de liberar por unanimidade para disputar as eleições os deputados que mantinham albergues. Eu, que representei uma campanha modesta, estou sendo punida de forma injusta, afinal as dívidas não são minhas, mas do partido, que as assumiu e negocia sua quitação.

 

7. Na certeza de contar com a reparação do TSE, informo que darei continuidade à minha campanha eleitoral. A democracia em nosso país foi duramente conquistada. Trabalho de forma séria e responsável em defesa daquilo que é justo e digno. É por isso que seguirei dialogando de forma muito honesta com a população gaúcha, prestando contas sobre a nossa atuação e apresentando minhas propostas para um novo mandato.

 

8. Nunca fiz política como forma de promoção pessoal. Ao contrário, minha atuação sempre se pautou por uma relação direta com as pessoas, dialogando e interagindo para construir conquistas coletivas. Esse trabalho encontra respaldo popular. É isso que me fortalece e me faz confiar na justiça para seguir em frente.

 

 

Porto Alegre, 03 de agosto de 2010.

 

 

 

Maria do Rosário

Deputada Federal



Cancion con todos

Salgo a caminar
Por la cintura cosmica del sur
Piso en la region
Mas vegetal del viento y de la luz
Siento al caminar
Toda la piel de america en mi piel
Y anda en mi sangre un rio
Que libera en mi voz su caudal.

Sol de alto peru
Rostro bolivia estaño y soledad
Un verde brasil
Besa mi chile cobre y mineral
Subo desde el sur
Hacia la entraña america y total
Pura raiz de un grito
Destinado a crecer y a estallar.

Todas las voces todas
Todas las manos todas
Toda la sangre puede
Ser cancion en el viento
Canta conmigo canta
Hermano americano
Libera tu esperanza
Con un grito en la voz