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pergunta:

"Até quando vamos ter que aguentar a apropriação da ideia de 'liberdade de imprensa', de 'liberdade de expressão', pelos proprietários da grande mídia mercantil – os Frias, os Marinhos, os Mesquitas, os Civitas -, que as definem como sua liberdade de dizer o que acham e de designar quem ocupa os espaços escritos, falados e vistos, para reproduzir o mesmo discurso, o pensamento único dos monopólios privados?"

Emir Sader

28.10.21

Convite - Lançamento de Livro Hoje

A Editora Expressão Popular, a Edufrn (editora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN), o LABEPECS (Laboratório de ensino, pesquisa e extensão em Ciências Sociais - UFRN) e o Departamento de Ciências Sociais (DCS), convidam para o lançamento do livro O trabalho nos clássicos da sociologia: Marx, Durkheim e Weber, de autoria do professor Cesar Sanson.



Link para participação

https://www.youtube.com/watch?v=PCR8puieO34 


A atividade – com transmissão ao vivo pelas redes da Expressão Popular – acontece dia 28 de outubro, às 19h, com a participação de Cesar Sanson – autor do livro e professor da UFRN – e dos convidados Roberto Véras, professor Associado da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e Lucília Machado, professora titular aposentada da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O evento será mediado por Ana Patrícia Dias, professora adjunta do curso de Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e do Programa de Pós-Graduação em Estudos Urbanos e Regionais (PPEUR). 


 

Sobre o livro


Este livro – O trabalho nos clássicos da sociologia: Marx, Durkheim e Weber, de Cesar Sanson – é uma primorosa introdução à teoria social clássica. A partir da categoria trabalho, o autor apresenta valiosas chaves de leitura à compreensão das teorias de Marx, Durkheim e Weber acerca do "maior evento da modernidade: o capitalismo". Com um duplo esforço, que revela a sua formação junto aos movimentos sociais populares e o seu compromisso acadêmico, o autor articula um estilo literário a um só tempo, descomplicado e meticuloso no que se refere à temática do livro.

 

Sobre o autor:


Cesar Sanson – Professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Ex-coordenador do Curso de Licenciatura Ciências Sociais PRONERA-NE. Área de docência e pesquisa: sociologia do trabalho e sociologia do Brasil. Possui graduação em Filosofia e História pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-PR - 1981) com especialização em Economia e Trabalho pela UFPR (1997), mestrado (2003) e doutorado (2009) na área da sociologia do trabalho pela UFPR.



21.10.21

Vota no Plebiscito Popular!!

Olá!

Está em andamento o Plebiscito Popular sobre as Privatizações.

É rápido e fácil votar, basta clicar em:

https://decidimrs.com.br/processes/privatizacoes/f/13/

Participa!!!

Divulga!!! 





8.10.21

O dia em que Dorival encarou a guarda

O dia em que Dorival encarou a guarda

Direção: Jorge Furtado e José Pedro Goulart; 14 min, 1986.
A história da luta desigual de um homem contra um sistema sem lógica e sem humanidade. E como resume Dorival: "Se não sabe de onde vem as ordens e obedece, não é homem, é um boneco".



14.9.21

Fwd: Lançamento | O Trabalho nos clássicos da Sociologia: Marx, Durkheim e Weber

O Trabalho nos clássicos da Sociologia: Marx, Durkheim e Weber, de Cesar Sanson, é uma primorosa introdução à teoria social clássica. A partir da categoria trabalho, o autor apresenta valiosas chaves de leitura à compreensão das teorias de Marx, Durkheim e Weber acerca do "maior evento da modernidade: o capitalismo".



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De: Editora Expressão Popular <livraria@expressaopopular.com.br>
Subject: Lançamento | O Trabalho nos clássicos da Sociologia: Marx, Durkheim e Weber


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SETEMBRO/2021

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Editora Expressao Popular

NA BATALHA DAS IDEIAS

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O Trabalho nos clássicos da Sociologia: Marx, Durkheim e Weber

O Trabalho nos clássicos da Sociologia: Marx, Durkheim e Weber, de Cesar Sanson, é uma primorosa introdução à teoria social clássica. A partir da categoria trabalho, o autor apresenta valiosas chaves de leitura à compreensão das teorias de Marx, Durkheim e Weber acerca do "maior evento da modernidade: o capitalismo".

No livro, o autor se pretende uma hermenêutica não muito simples, que se trata de uma tentativa de responder à seguinte questão: o que pensa­riam esses autores da sociedade do trabalho hoje? Como conclusão, empreendemos um esforço em articular um possível diálogo entre os autores, tendo a categoria trabalho como referência.

Uma obra necessária, pertinente e acessível àqueles que almejam compreender os alicerces que sustentam a teoria social a partir de uma abordagem autêntica e ousada.

FICHA TÉCNICA

221 páginas

Formato: 14 x 21 cm

Preço: R$40

Coleção Trabalho e Emancipação

ISBN: 9786558910343

Editora Expressão Popular

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9.9.21

“Deus, Pátria, Família”: Bolsonaro usa lema da Ação Integralista Brasileira em carta à nação

"Deus, Pátria, Família": Bolsonaro usa lema da Ação Integralista Brasileira em carta à nação

Presidente assinou o documento com a expressão do movimento fundado na década de 1930

Brasil de Fato | São Paulo (SP) |
09 de Setembro de 2021 às 17:48
Não é a primeira vez que o presidente Bolsonaro, ou pessoas de seu círculo de confiança, utilizam símbolos e expressões que os conectam com o integralismo, o fascismo ou o nazismo - Marcos Corrêa/PR

Em sua declaração à nação, publicada na tarde desta quinta-feira (9), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) assina o documento com a expressão "Deus, Pátria, Família", que é o lema da Ação integralista Brasileira (AIB), movimento com inspiração no fascismo italiano, fundado em 1932 por Plínio Salgado.

Os integralistas brasileiros usavam símbolos e rituais que os aproximavam dos similares europeus, como o uso do verde na indumentária, a letra grega sigma no logotipo do movimento e a saudação anauê.


Na assinatura do documento, Bolsonaro usa expressão do integralismo brasileiro / Foto: Reprodução


Não é a primeira vez que o presidente Bolsonaro, ou pessoas de seu círculo de confiança, utilizam símbolos e expressões que os conectam com o integralismo, o fascismo ou o nazismo.

No dia 24 de março, o assessor internacional da Presidência da República, Filipe Martins, aparecia na TV Senado, atrás do presidente da Casa, o senador Rodrigo Pacheco, quando fez um gesto de "OK" com as mãos, mas com três dedos retos, em forma de W. O gesto é classificado pela Liga Antidifamação (ADL), entidade com sede nos Estados Unidos, que combate o antissemitismo, como forma de identificação entre supremacistas brancos.

O caso mais emblemático é do ex-secretário especial de Cultura, Roberto Alvim, que em janeiro de 2020, copiou uma citação do ministro de propaganda da Alemanha nazista, Joseph Goebbels, em um discurso para as redes sociais, para divulgar o Prêmio Nacional das Artes.

Em um de seus discursos, Goebbels afirmou: "A arte alemã da próxima década será heroica, será ferreamente romântica, será objetiva e livre de sentimentalismo, será nacional com grande páthos e igualmente imperativa e vinculante, ou então não será nada".

Na adaptação de Alvim, ficou assim: "A arte brasileira da próxima década será heroica e será nacional. Será dotada de grande capacidade de envolvimento emocional e será igualmente imperativa, posto que profundamente vinculada às aspirações urgentes de nosso povo, ou então não será nada."

Em 17 de maio de 2020, ex-companheiros de armas de Bolsonaro, quando o presidente era paraquedista das Forças Armadas, foram até o Palácio do Planalto saudar o mandatário. Porém, no momento do cumprimento, estenderam o braço direito para o alto e gritaram "Bolsonaro somos nós".

O episódio foi encarado por especialistas como uma alusão ao nazismo. Entre eles, Lilia Moritz Schwarcz, historiadora, doutora em antropologia e professora titular da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. Em um artigo publicado na Revista Zum, ela faz a relação entre o gesto e o movimento alemão.

"Paraquedistas, vestidos com roupas militares, entoam uma variação de Heil Hitler a partir do grito de 'Bolsonaro somos nós', selando uma espécie de compromisso coletivo, na base do 'nós comum', em torno dos ideais do presidente. No caso, porém, o gesto não evoca um ritual religioso, mas reforça um compromisso bélico numa nação que não está em guerra. Nesse sentido, indica uma possível guerra no horizonte político, e sinaliza lealdade ao dirigente", explicou Shwarcz.

Para outros exemplos, leia: Cinco vezes que Bolsonaro ou pessoas ligadas a ele recorreram a símbolos nazistas

Edição: Leandro Melito





Cancion con todos

Salgo a caminar
Por la cintura cosmica del sur
Piso en la region
Mas vegetal del viento y de la luz
Siento al caminar
Toda la piel de america en mi piel
Y anda en mi sangre un rio
Que libera en mi voz su caudal.

Sol de alto peru
Rostro bolivia estaño y soledad
Un verde brasil
Besa mi chile cobre y mineral
Subo desde el sur
Hacia la entraña america y total
Pura raiz de un grito
Destinado a crecer y a estallar.

Todas las voces todas
Todas las manos todas
Toda la sangre puede
Ser cancion en el viento
Canta conmigo canta
Hermano americano
Libera tu esperanza
Con un grito en la voz