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pergunta:

"Até quando vamos ter que aguentar a apropriação da ideia de 'liberdade de imprensa', de 'liberdade de expressão', pelos proprietários da grande mídia mercantil – os Frias, os Marinhos, os Mesquitas, os Civitas -, que as definem como sua liberdade de dizer o que acham e de designar quem ocupa os espaços escritos, falados e vistos, para reproduzir o mesmo discurso, o pensamento único dos monopólios privados?"

Emir Sader

30.7.16

Quem desmoraliza a justiça brasileira é a própria justiça brasileira...

Quem desmoraliza a justiça brasileira é a própria justiça brasileira e não Lula. Por Paulo Nogueira

Postado em 30 Jul 2016
Moro cercado da Globo: uma vergonha

Moro cercado da Globo: uma vergonha

Quem desmoraliza a justiça brasileira é a própria justiça brasileira.

Ou, para sair do plano impessoal: são os juízes brasileiros.

Não adianta fingir indignação com Lula por recorrer a um tribunal internacional. É mais decente olhar para o espelho e dizer: "Onde foi que erramos? Que podemos fazer para recuperar a dignidade perdida?" 

São absurdos de todos os lados. Materiais, por exemplo. Privilégios, mordomias em doses copiosas. Nenhum respeito pelo dinheiro público. Quem não se lembra dos 90 mil reais que Joaquim Barbosa queimou para reformar os quatro, repito, quatro banheiros do seu apartamento funcional?

Isto, em si, conta uma história.

Passemos agora para o plano do comportamento. Em que sociedade minimamente avançada você vai ver um juiz tão descaradamente ativista de direita como Gilmar Mendes?

Gilmar Mendes chegou a ser flagrado num telefonema com Bonner para combinar uma pauta do JN. É uma coisa de um primitivismo brutal: não evidencia apenas a falta de ética da justiça mas, também, da imprensa.

A desenfreada militância política de Gilmar Mendes jamais foi objeto de um único editorial reprovador. Claro, mídia e justiça são aliados. Mas a ausência de fiscalização da imprensa não elimina o mal que Gilmar faz à imagem da justiça. Não põe sequer para baixo do tapete.

Consideremos Teori Zavascki, do STF. Ele demorou cinco meses para tomar providências sobre o gângster Eduardo Cunha. Teori tinha em mãos um documento que detalhava os crimes de Cunha, e mesmo assim deixou que este comandasse, absoluto, o processo de impeachment. Fico pensando como os historiadores do futuro explicarão a lentidão patológica de Teori.

E chegamos agora a Moro.

É um horror — não existe outra palavra — que Moro se deixe fotografar ao lado de João Dória, dos irmãos Marinhos, do autor de um livro de um jornalista da Globo que o glorifica e arrasa Lula.

É o triunfo do despudor. Você está dizendo qual é o seu lado, o que num juiz é intolerável.

De novo: as consequências para a reputação da justiça são monstruosamente negativas. É um ato de autodesmoralização fulminante. É algo que é aplaudido por fanáticos antipetistas e incentivado pela mídia plutocrata.

Mas de novo: nada disso altera o absurdo da situação.

E as parcerias de Moro e Lava Jato com Globo, Folha etc nas operações circenses que miravam invariavelmente o PT?

Em suma.

Você tem que se dar ao respeito antes que possa exigir que os outros o respeitem.

A justiça não se dá ao respeito.

É dentro desse quadro que Lula recorreu à ONU — com inteiro, total, monumental acerto.

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Paulo Nogueira
Sobre o Autor
O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

“O primeiro que vou fazer é restabelecer o direito de todos”

PELA DEMOCRACIA

"Uma Dilma otimista, bem disposta, pronta para retomar a Presidência do Brasil, consciente de que a derrota desta iniciativa do golpe não terminará a ofensiva da direita contra ela. Mas que as próximas ofensivas serão enfrentadas em condições muito menos favoráveis para a direita e com a democracia brasileira muito mais forte."

Leia o relato de Emir Sader após encontro com Dilma!






Dilma: "O primeiro que vou fazer é restabelecer o direito de todos"

28 de Julho de 2016


Pedi um encontro com a Dilma para lhe entregar um exemplar do livro O Brasil que queremos, que eu organizei, publicado pelo Laboratório de Politicas Publicas (LPP) da UERJ, e que vai ser lançado publicamente na Conferencia Nacional dos Bancários, dia 29, no Anhembi, em São Paulo.

Reencontrei a Dilma pela primeira vez desde que o golpe a afastou da presidência. Pudemos conversar ontem, quarta-feira 27, por duas horas, no Palácio da Alvorada, a sós, conversa solta, sobre passado, presente e futuro. Quando lhe perguntei qual será a primeira coisa que ela vai fazer voltando a assumir plenamente a Presidência da Republica, e ela não hesitou:

"Vou restabelecer os direitos de todos, que estão sendo tirados". É a decisão coerente com suas declarações nas distintas manifestações e entrevistas em que ela tem participado.

Quando lhe perguntei como ela se sente mais discriminada: como mulher, como esquerdista ou como mulher não casada, cuja família é composta por ela, a filha e os netos, ela tampouco vacilou: "Como mulher, embora os outros aspectos possam acentuar essa discriminação".

Esse aspecto se reflete mais diretamente no grande apoio político, com enorme carga afetiva, que ela tem recebido do povo em geral, mas das mulheres em particular, e das mulheres jovens, em especial, o que a tem emocionado muito.

Eu conheci a Dilma ainda na clandestinidade, nos anos 1960, na Polop, onde militávamos juntos. Era uma primeira imagem dela, jovem, super militante, hiper dinâmica, característica que ela nunca deixou de ter.

Só voltei a retomar contato com ela já como secretária do governo do PT, no Rio Grande do Sul, na época dos Fórum Social Mundial. Não é que fosse outra, mas tinha outra fisionomia, como provavelmente também eu. Era uma super competente secretária, super profissional executiva, característica que ela incorporou para sempre.

Depois ja foi cruzar com a Dilma como ministra do Lula, coordenadora do governo como chefe da Casa Civil, colocando em prática toda sua competência e exigência no cumprimento das tarefas, aquelas qualidades que a levaram a ser escolhida pelo Lula para sucedê-lo.

Ai voltei a cruzar mais vezes com ela, naquele momento de ter sido escolhida, mas ainda uma incógnita se sua candidatura vingaria ou não. Depois foi a campanha, a virada sensacional, incluindo o ato com os intelectuais e artistas que eu organizei no Teatro Casa Grande, como um dos momentos que marcariam aquela virada.

Nos últimos meses foram muitos os encontros, pela mobilização popular contra o golpe, sempre marcados pela tensão que a crise tem provocado em todos nós. Não sabia como a encontraria agora.

Ela chegou, simpática como sempre, nos acomodamos na sala em que ela recebe as pessoas e logo retomamos a conversa pelo passado, que necessariamente passa pelas referências a meu irmão, o Eder, com quem ela recordava os pontos de encontro que teve, em Pinheiros, quando ele lhe passou um pacote de documentos e depois os discutiu com ela.

Falamos de algumas características da Polop, da referencia teórica central à Rosa Luxemburgo, da admiração que mantivemos por ela, e da forma terrível em que ela morreu – pelas mãos da polícia da social democracia alemã.

A conversa se aproximou do presente, com a América Latina como tema recorrente – Cristina, Pepe Mujica, Rafael Correa, Evo Morales, Hugo Chavez, Maduro -, mas também dos Brics. Ela ressaltou a ausência sumamente significativa dos presidentes dos Brics, o principal eixo de rearticulação da geopolítica mundial, em que seu governo nos incluiu. Dilma expressou a relação muito próxima que ela mantem com o Putin, assim como com o governo da China. Fica claro que, voltando à Presidência, vai ser um objetivo central do seu governo.

Dilma faz uma lista das principais atrocidades que o governo interino está cometendo, a que se somam todo dia iniciativas negativas novas, como a retirada do FGTS da Caixa Econômica para dar mais um presente para os bancos privados.

A principal dimensão que a Dilma incorporou na crise, foi a prática constante da palavra – nos discursos, nas entrevistas, nas reuniões públicas com representantes de movimentos, com parlamentares e com intelectuais e artistas. Ela, que era, sobretudo, uma dirigente que coloca em prática os programas do governo, se deu conta do papel indispensável do convencimento das palavras, da reiteração dos argumentos.

Uma Dilma otimista, bem disposta, pronta para retomar a Presidência do Brasil, consciente de que a derrota desta iniciativa do golpe não terminará a ofensiva da direita contra ela. Mas que as próximas ofensivas serão enfrentadas em condições muito menos favoráveis para a direita e com a democracia brasileira muito mais forte.

A referência permanente, mais importante, em quem também para ela, repousam as maiores esperanças sobre o futuro do pais, é o Lula, o eterno presidente e líder de todos

Terminamos a conversa, depois dela folhear o livro e inteirar-se dos seus temas e autores, quando chegou a hora dela sair para acupuntura. Eu saí muito contente do encontro e da longa conversa, mais confiante ainda de que derrotaremos o golpe.

http://www.brasil247.com/pt/blog/emirsader/246374/Dilma-%E2%80%9CO-primeiro-que-vou-fazer-%C3%A9-restabelecer-o-direito-de-todos%E2%80%9D.htm

Livro reúne 83 autores que se declaram contra o golpe parlamentar brasileiro

DEMOCRACIA

Livro reúne 83 autores que se declaram contra o golpe parlamentar brasileiro

Lançamento será na reitoria da UFPR. Obra conta com prefácio de Adolfo Peres Esquivel.

Curitiba (PR), 27 de Julho de 2016 às 13:29
"O ataque à democracia cometido pela oposição exige de cada cidadão uma postura clara de defesa das instituições", afirma Cleusa Slaviero, organizadora do livro. / Divulgação

Para debater o golpe parlamentar no Brasil, suas repercussões e impactos sobre o povo brasileiro, a editora ComPactos lança no dia 28 de julho o livro "Crônicas da resistência 2016 – Narrativas de uma democracia ameaçada", no Teatro da Reitora da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Curitiba (PR), com a presença de movimentos populares, a exemplo do movimento Cultura Resiste.

A obra reúne artigos e crônicas de 83 intelectuais, jornalistas, professores, economistas, entre outros, de diferentes regiões do Brasil e do exterior, declaradamente contrários à ruptura institucional representada pelo afastamento da presidenta Dilma Rousseff.

A organizadora do livro, a editora Cleusa Slaviero, defende que a obra pode contribuir no debate sobre os rumos da democracia brasileira, servindo de contraponto à mídia empresarial. "O ataque à democracia cometido pela oposição exige de cada cidadão uma postura clara de defesa das instituições", afirma.

O livro é prefaciado pelo prêmio Nobel da Paz, Adolfo Pérez Esquivel, queesteve em Curitiba no dia 29 de abril, para os atos em memória de um ano do "Massacre do Centro Cívico". À época, o ativista já incluía a situação brasileira dentro da ofensiva neoliberal em curso na América Latina.

O lançamento terá o formato de um "ato de resistência", de acordo com a organização. A abertura do evento será com o espetáculo "Os Semeadores de Sonhos", dos artistas João Bello e Susi Monte Serrat. A dupla também conta uma crônica publicada no livro. Na avaliação de Bello, o trabalho um ato de resistência contra o golpe:        

"O livro reúne autores de todo o país, indignados com o golpe que nossa pátria está sentindo. Nos rebelamos e não aceitamos o governo ilegítimo", declara.    



Serviço:

Livro Crônicas da resistência 2016 – Narrativas de uma democracia ameaçada

Editora ComPactos 230 pg   R$ 30,00                                                                                    

Local: Teatro da Reitora UFPR 

Horário: 18h

Dia: 28 de julho

Endereço: Rua XV de Novembro, 1299 – Centro – Curitiba (PR)                          

Contato:cleusaslaviero@hotmail.com 

https://brasildefato.com.br/2016/07/27/livro-reune-83-autores-que-se-declaram-contra-o-golpe-parlamentar-brasileiro/?platform=hootsuite



Neste domingo, dia 31 de julho!!

Neste domingo, dia 31 de julho!! 




Sérgio Buarque de Holanda e Darcy Ribeiro estarão nas ruas amanhã, gritando ‪#‎ForaTemer‬. E tu? Vídeo: https://www.facebook.com/oburrista/?fref=ts

Convite de Maria Do Rosário Nunes, deputada federal: https://www.facebook.com/dspessoa/videos/o.1044951445558487/10154241031807367/?type=2&theater

PELA DEMOCRACIA: "Uma Dilma otimista, bem disposta, pronta para retomar a Presidência do Brasil, consciente de que a derrota desta iniciativa do golpe não terminará a ofensiva da direita contra ela. Mas que as próximas ofensivas serão enfrentadas em condições muito menos favoráveis para a direita e com a democracia brasileira muito mais forte." Leia o relato de Emir Sader após encontro com Dilma! > http://www.brasil247.com/pt/blog/emirsader/246374/Dilma-%E2%80%9CO-primeiro-que-vou-fazer-%C3%A9-restabelecer-o-direito-de-todos%E2%80%9D.htm







O_Burrista: O trabalhador que por ventura não souber desse fato ou, em casos mais graves, negá-lo apesar das evidências, caso continue alheio a tudo, quando sentir os efeitos poderá ser tarde demais para reclamar do agudo e contundente rompimento dos seus direitos.

"Cuando la pátria está en peligro todo está permitido, excepto no defenderla." José de San Martin


Justiça condena IstoÉ e concede direito de resposta à presidenta Dilma

Justiça condena IstoÉ e concede direito de resposta à presidenta Dilma

30 DE JULHO DE 2016

A presidenta Dilma Rousseff ganhou o direito de resposta na Justiça Cível de Brasília, em ação movida pela Advocacia-Geral da União, contra a revista IstoÉ, semanal publicada pela Editora Três. Trata-se da primeira vitória da presidenta Dilma contra IstoÉ que, em 1º de abril deste ano, deu capa para a reportagem "Uma presidente fora de si", assinada por Débora Bergamasco e Sérgio Pardellas. A Justiça condenou IstoÉ emprocesso que corre no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios.

A revista ainda publicou, na mesma edição, o editorial "Hora da xepa no Planalto", em que consta que a presidenta teria transformado o Planalto "numa casa de tolerância", e que "a mandatária já havia transferido informalmente suas funções ao padrinho investigado Lula". A revista terá de conceder o mesmo destaque, espaço, diagramação e publicidade, conforme o dispositivo da Lei 13.188/15.

"Sem prejuízo do direito inalienável à opinião e à crítica, quando a imprensa divulga, em seu espaço destinado a notícias, informações fidedignas e previamente verificadas, presta um serviço fundamental à democracia e à cidadania. No entanto, quando distorce ou inventa fatos e ofende pessoalmente aqueles que acusa, incorre em crime contra a honra e, no limite, contra o Estado Democrático de Direito", afirma a presidenta Dilma Rousseff.

"É o que julgo ter acontecido com a 'reportagem' veiculada pela revista IstoÉ, em sua edição que veio a público no dia 1º de abril de 2016. Utilizo aspas na palavra reportagem porque entendo que aquilo que foi publicado é menos do que isso. O texto, a edição e a escolha das fotos revelam uma estória falsa, eivada de agressões misóginas e machistas", critica a presidenta.

"A 'reportagem' de capa desta revista me ofende, sem dúvida, por me atribuir comportamento que não condiz com minha atitude pessoal e meu temperamento. Insulta a figura institucional da Presidência da República. Estende a agressão a todas as mulheres brasileiras, guerreiras que, no seu dia a dia, enfrentam duras batalhas, muitas vezes em jornadas de trabalho duplicadas pela necessidade de cuidar da família e dos filhos, em busca de sua autonomia e de seu justo espaço na sociedade", afirma Dilma Rousseff.

A juíza Tatiana Dias da Silva, da  18ª Vara Cível de Brasília, deu ganho de causa à presidenta Dilma Rousseff, reconhecendo o direito de resposta que a revista será obrigada a conceder.  "O direito de resposta é garantido constitucionalmente no art. 5º, V: 'é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem'", destaca a juíza.

Na sentença, a juíza Tatiana Dias da Silva destaca que embora o alvo de IstoÉ seja a presidenta da República, isso "não autoriza qualquer meio de comunicação a divulgar deliberadamente quaisquer informações escondendo-se sob o manto do direito de informação, uma vez que tal direito tem que ser guiado pela veracidade do conteúdo publicado". Segundo a juíza, "o direito de resposta é pautado tanto pela ampla defesa quanto pelo direito público à informação verídica".

Os advogados da presidenta pretendem mover outras ações contra a revista IstoÉ, por novas publicações consideradas ofensivas contra a honra de Dilma e da família Rousseff, que foram alvo de duas outras reportagens publicadas em julho sobre supostas mordomias. Segundo a revista, a família de Dilma Rousseff teria recebido ilegalmente segurança e carros, no que consistira um abuso.

Na realidade, o dispositivo de segurança extensivo à família da presidenta e do vice-presidente da República é uma exigência da lei. Por conta dessas duas últimas reportagens, IstoÉ será processada cível e criminalmente por ofensa, infâmia e calúnia, infâmia, ofensa e calúnia.


http://dilma.com.br/istoe-condenada-pela-justica-por-causa-de-dilma/




CCS PREFEITURA DE CAXIAS DO SUL

Marcelo Santos:
A festa dos CCs da prefeitura vejam a evolução:
‪#‎voltaPepe‬
PREFEITURA DE CAXIAS DO SUL
1997-2004 Governo Pepe (PT): 159 CC´s
2005-2012 Governo Sartori (PMDB): 281 CC´s
2013-2016 Governo Alceu (PDT): 288 CC´s

Gérard Duménil | A crise do neoliberalismo

"A crise do neoliberalismo: origens, desenvolvimento e perspectivas"

Gérard Duménil | A crise do neoliberalismo | Boitempo Editorial
O economista francês Gérard Duménil esteve no Brasil em maio de 2014 para um ciclo de eventos de lançamento de "A crise do neoliberalismo" (http://bit.ly/TpqThh).

Esta é uma das palestras que o especialista em neoliberalismo deu em Porto Alegre. Realizada no Auditório da Fundação de Economia e Estatística (FEE), no dia 8 de maio de 2014, a conferência foi introduzida pelo presidente da FEE, o economista Adalmir Marquetti, e o sociólogo Carlos Roberto Winckler.

Publicado em 27 de jun de 2014
https://www.youtube.com/watch?v=fimm70rysi0#t=15


Zygmunt Bauman

Zygmunt Bauman - Democracia global

Zygmunt Bauman, filósofo polonês, compara o conceito de democracia para Aristóteles na Atenas antiga e como este conceito foi adaptado às necessidades do Estado-nação.

Publicado em 7 de mar de 2013
https://www.youtube.com/watch?v=HCfVjGNLozM





Zygmunt Bauman - A amizade Facebook

Zygmunt Bauman, filósofo polonês, faz uma reflexão sobre os laços humanos nos dias de hoje.

Publicado em 18 de fev de 2013

https://www.youtube.com/watch?v=5Lm2O3Q56Wg





Zygmunt Bauman - Segurança e liberdade: uma dicotomia?

Zygmunt Bauman, filósofo polonês, analisa o que considera a dicotomia da liberdade, com base no psicanalista Sigmund Freud: a civilização é sempre uma troca - ao escolher a liberdade, é preciso abrir mão de certa segurança; ao escolher a segurança, é preciso abrir mão de certa liberdade. Tal dilema seria, na visão de Bauman, insolucionável.

Publicado em 9 de jul de 2013
https://www.youtube.com/watch?v=Q3TdhIjBW5Q





Observatório da Imprensa entrevista o sociólogo Zygmunt Bauman

O Observatório da Imprensa apresenta uma entrevista de Alberto Dines com o sociólogo polonês Zygmunt Bauman

TV Brasil - Publicado em 15 de out de 2015
https://www.youtube.com/watch?v=kM5p8DqgG80



Cancion con todos

Salgo a caminar
Por la cintura cosmica del sur
Piso en la region
Mas vegetal del viento y de la luz
Siento al caminar
Toda la piel de america en mi piel
Y anda en mi sangre un rio
Que libera en mi voz su caudal.

Sol de alto peru
Rostro bolivia estaño y soledad
Un verde brasil
Besa mi chile cobre y mineral
Subo desde el sur
Hacia la entraña america y total
Pura raiz de un grito
Destinado a crecer y a estallar.

Todas las voces todas
Todas las manos todas
Toda la sangre puede
Ser cancion en el viento
Canta conmigo canta
Hermano americano
Libera tu esperanza
Con un grito en la voz