Páginas

pergunta:

"Até quando vamos ter que aguentar a apropriação da ideia de 'liberdade de imprensa', de 'liberdade de expressão', pelos proprietários da grande mídia mercantil – os Frias, os Marinhos, os Mesquitas, os Civitas -, que as definem como sua liberdade de dizer o que acham e de designar quem ocupa os espaços escritos, falados e vistos, para reproduzir o mesmo discurso, o pensamento único dos monopólios privados?"

Emir Sader

27.8.11

sobre como age a VEJA, e outros "meios de comunicação"...

Repórter da revista Veja é flagrado em atividade criminosa

Publicado em 26-Ago-2011

Depois de abandonar todos os critérios jornalísticos, a revista Veja, por meio de um de seus repórteres, também abriu mão da legalidade e, numa prática criminosa, tentou invadir o apartamento no qual costumeiramente me hospedo em um hotel de Brasília. O ardil começou na tarde dessa 4a. feira, quando o jornalista Gustavo Nogueira Ribeiro, repórter da revista, se registrou na suíte 1607 do Hotel Nahoum, ao lado do quarto que tenho reservado. Aproximou-se de uma camareira e, alegando estar hospedado no meu apartamento, simulou que havia perdido as chaves e pediu que a funcionária abrisse a porta. O repórter não contava com a presteza da camareira, que não só resistiu às pressões como, imediatamente, informou à direção do hotel sobre a tentativa de invasão. Desmascarado, o infrator saiu às pressas do estabelecimento, sem fazer check out e dando calote na diária devida.

Depois de abandonar todos os critérios jornalísticos, a revista Veja, por meio de um de seus repórteres, também abriu mão da legalidade e, numa prática criminosa, tentou invadir o apartamento no qual costumeiramente me hospedo em um hotel de Brasília.

O ardil começou na tarde dessa quarta-feira (24/08), quando o jornalista Gustavo Nogueira Ribeiro, repórter da revista, se registrou na suíte 1607 do Hotel Nahoum, ao lado do quarto que tenho reservado. Alojado, sentiu-se à vontade para planejar seu próximo passo. Aproximou-se de uma camareira e, alegando estar hospedado no meu apartamento, simulou que havia perdido as chaves e pediu que a funcionária abrisse a porta.

O repórter não contava com a presteza da camareira, que não só resistiu às pressões como, imediatamente, informou à direção do hotel sobre a tentativa de invasão. Desmascarado, o infrator saiu às pressas do estabelecimento, sem fazer check out e dando calote na diária devida, ainda por cima. O hotel registrou a tentativa de violação de domicílio em boletim de ocorrência no 5º Distrito Policial.

A revista não parou por aí.


O jornalista voltou à carga. Fez-se passar por assessor da Prefeitura de Varginha, insistindo em deixar no meu quarto "documentos relevantes". Disse que se chamava Roberto, mas utilizou o mesmo número de celular que constava da ficha de entrada que preencheu com seu verdadeiro nome.  O golpe não funcionou porque minha assessoria estranhou o contato e não recebeu os tais “documentos”.

Os procedimentos da Veja se assemelham a escândalo recentemente denunciado na Inglaterra. O tablóide News of the World tinha como prática para apuração de notícias fazer escutas telefônicas ilegais. O jornal acabou fechado, seus proprietários respondem a processo, jornalistas foram demitidos e presos.

No meio da tarde da quinta-feira, depois de toda a movimentação criminosa do repórter Ribeiro para invadir meu apartamento, outro repórter da revista Veja entrou em contato com o argumento de estar apurando informações para uma reportagem sobre minhas atividades em Brasília.

Invasão de privacidade


O jornalista Daniel Pereira se achou no direito de invadir minha privacidade e meu direito de encontrar com quem quiser e, com a pauta pronta e manipulada, encaminhou perguntas por e-mail já em forma de respostas para praticar, mais uma vez, o antijornalismo e criar um factóide. Pereira fez três perguntas:

1 – Quando está em Brasília, o ex-ministro José Dirceu recebe agentes públicos – ministros, parlamentares, dirigentes de estatais – num hotel. Sobre o que conversam? Demandas empresariais? Votações no Congresso? Articulações políticas?

2 – Geralmente, de quem parte o convite para o encontro – do ex-ministro ou dos interlocutores?

3 – Com quais ministros do governo Dilma o ex-ministro José Dirceu conversou de forma reservada no hotel? Qual o assunto da conversa?

Preparação de uma farsa

Soube, por diversas fontes, que outras pessoas ligadas ao PT e ao governo foram procuradas e questionadas sobre suas relações comigo. Está evidente a preparação de uma farsa, incluindo recurso à ilegalidade, para novo ataque da revista contra minha honra e meus direitos.

Deixei o governo, não sou mais parlamentar. Sou cidadão brasileiro, militante político e dirigente partidário. Essas atribuições me concedem o dever e a legitimidade de receber companheiros e amigos, ocupem ou não cargos públicos, onde quer que seja, sem precisar dar satisfações à Veja acerca de minhas atividades. Essa revista notoriamente se transformou em um antro de práticas antidemocráticas, a serviço das forças conservadoras mais venais.

 

Confira abaixo as imagens do B.O. em detalhes; para ler os documentos em pdf clique nas imagens:

Image

Clique aqui para ler o pdf do documento

 

 

Image

clique aqui para ler o pdf do documento

 

 

 

Image

clique aqui para ler o documento

http://www.zedirceu.com.br/a_94562986/7482.pdf

http://www.zedirceu.com.br/a_94562986/7483.pdf

http://www.zedirceu.com.br/a_94562986/7484.pdf

 

http://www.zedirceu.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13040&Itemid=2

mais uma da VEJA

Tentativa de "manobra política"

PT e Farc: até os EUA duvidaram de denúncia da Veja

publicada quinta-feira, 25/08/2011 às 12:54 e atualizada quinta-feira, 25/08/2011 às 13:37

http://www.rodrigovianna.com.br/wp-content/uploads/2011/08/farc.jpg“Reportagem" não convenceu nem a embaixada americana

Wikileaks: Para EUA, Veja fabricou proximidade do PT com as FARC por objetivos políticos
Por Thaís Romanelli, do Opera Mundi

No dia 16 de março de 2005, a revista semanal Veja publicou a matéria “Os Tentáculos das FARC no Brasil”, em que detalhava uma possível relação entre membros do PT (Partido dos Trabalhadores) com a guerrilha colombiana. O caso, porém, foi relatado pela embaixada dos Estados Unidos em Brasília como um exagero, além de uma tentativa de “manobra política”. O documento da embaixada com o relato foi divulgado pelo Wikileaks.

Segundo a matéria, candidatos petistas teriam recebido 5 milhões de dólares da guerrilha durante uma reunião no ano de 2002, em uma fazenda próxima a Brasília. Na ocasião, membros do PT teriam se encontrado com o representante da organização colombiana no país, Francisco Antonio Cadenas, e acertado os detalhes. O objetivo seria financiar a campanha de reeleição do ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010).

O partido, porém, negou as acusações e a Veja não conseguiu provas documentais sobre a transferência de dinheiro.

Para embaixada norte-americana, a revista “exagerou o real nível das relações entre as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e o PT”, segundo o documento datado de março de 2005. Isso porque, após as acusações, membros da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) em Brasília, que de acordo com a revista, estavam infiltrados no encontro, não obtiveram provas concretas sobre o recebimento de dinheiro.

Citado pela embaixada norte-americana, o general Jorge Armando Felix, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Abin e que acompanhou a investigação, afirmou que os documentos internos da agência citados pela Veja como provas foram “forjados”, já que não estavam nas formatações da agência.

“O que foi publicado é uma mistura de meias verdades e meias mentiras. Nós não temos qualquer documento oficial que prove que o encontro ocorreu”, afirmou o delegado e chefe da Abin, Mauro Marcelo, também citado no despacho.

No documento, fica explícito o estranhamento do embaixador norte-americano em relação a demora de três anos para divulgação do possível financiamento. “A história mais parece uma manobra política. O que é incontestável é que os membros do PT e representantes das FARC estiveram juntos em um encontro, mas não há provas de colaboração financeira”, disse.

Para ele, o que deveria ser uma denúncia importante tornou-se uma ferramenta arquitetada pela Veja para minar a candidatura de Lula ao segundo mandato. “Enquanto os opositores e a outros veículos de comunicação estão notavelmente desinteressados em prosseguir com as acusações e investigações, parece que a Veja está exagerando os fatos”, conclui o embaixador.

http://www.rodrigovianna.com.br/outras-palavras/pt-e-farc-ate-os-eua-duvidaram-da-veja.html

 

Hugo Chávez habla del cáncer y la crisis capitalista en España y Europa, con Juan Carlos Monedero - YouTube

"Hay un despertar de los pueblos contra el capitalismo"

 

VTV: Presidente Chávez habla de la situación política en Europa, y de su salud

 

Por: Agencias / Aporrea.org

Fecha de publicación: 13/07/11

 

13 julio 2011 –

 

Este miércoles, En un contacto telefónico con el programa Toda Venezuela,de Venezolana de Televisión (VTV), el presidente Hugo Chávez alentó al viejo continente a emprender un proceso de transición con democracia verdadera y con la participación popular.

 

"En la actualidad en el mundo hay un despertar de los pueblos en contra de los intereses del capitalismo y una esperanza de un nuevo y mejor mundo", destacó este miércoles el presidente de la República, Hugo Chávez Frías, en referencia a la crisis económica que vive Europa.

 

En su intervención el Jefe de Estado saludó al sociólogo y politólogo español Juan Carlos Monedero, quien destacó que el movimiento de los indignados en la nación ibérica está tomando como ejemplo el modelo político y económico de la Revolución Bolivariana.

 

http://www.youtube.com/watch?v=lGdVwpdCWoc&feature=share

 

25.8.11

Reimpressão - Marxismo tardio, de Fredric Jameson

Marxismo tardio

 

Adorno, ou a persistência da dialética

 

Fredric Jameson

Autor de uma das mais complexas obras filosóficas do século XX, Theodor W. Adorno (1903-1969) dedicou grande parte de sua trajetória intelectual ao estudo do conceito de totalidade e da “vida administrada” na sociedade capitalista. Sua análise do sistema econômico (ou modo de produção) é hoje considerada contribuição indispensável para a filosofia contemporânea. É a partir das três principais obras de Adorno (Dialética do esclarecimento, Dialética negativa e Teoria estética), que o filósofo e crítico literário norte-americano Fredric Jameson investiga o “marxismo tardio”. Jameson também se apóia em outros escritos de Adorno, como Notas de literatura, Mínima Moralia e o ensaio sobre Wagner para analisar a contribuição do filósofo alemão ao marxismo e propor que este, assim como outros fenômenos culturais, também desenvolve variações de acordo com o contexto socioeconômico.

 

“Adorno foi o analista de nosso próprio período, o qual ele não viveu pra ver, e no qual o capitalismo tardio esteve a ponto de eliminar os últimos resquícios da natureza e do Inconsciente, da subversão e da estética, da práxis individual e coletiva e, com um impulso final, a ponto de eliminar qualquer vestígio de memória do que não mais existia na paisagem daí em diante pós-moderna”, escreve Jameson. “Parece-me possível, hoje, que o marxismo de Adorno, que não foi de grande ajuda nos períodos anteriores, pode revelar-se exatamente como o que necessitamos em nossos dias”, completa.

Publicado originalmente em 1990, o livro foi lançado no Brasil em 1997, traduzido por Luiz Paulo Rouanet, em coedição da Boitempo Editorial com a Editora UNESP. Após ter esgotada a primeira edição, a obra ganha reimpressão com nova capa em 2011. Para o sociólogo Emir Sader, que assina a orelha do livro, Jameson propõe um modelo dialético para a compreensão do mundo atual, fazendo renascer com toda sua força a noção de teoria crítica como negatividade permanente e crítica social implacável. “Se ‘sem teoria revolucionária, não há prática revolucionária’, a ausência de teoria também se torna força material, mas para aprisionar as massas. Esse é o sentido de tardio no marxismo, para Jameson: ‘antes tarde do que nunca!’”.

Trechos do livro

“A relevância de Adorno para o pós-modernismo deve ser buscada nas polêmicas filosóficas e sociológicas. De fato, o que Adorno chamava positivismo é precisamente o que hoje chamamos pós-modernismo, apenas num estágio mais primitivo. A mudança terminológica é, com certeza, importante: uma tacanha filosofia da ciência pequeno-burguesa republicana do século XIX, surgindo do casulo de sua cápsula de tempo com o esplendor iridescente da vida consumista cotidiana no veranico do super-Estado e do capitalismo multinacional.”

Sobre o autor

Fredric Jameson foi aluno de Erich Auerbach, professor de literatura francesa em Yale e diretor do programa de pós-graduação em literatura da Duke University na Carolina do Norte (EUA). Entre suas publicações destacam-se Marxismo e forma, publicado pela Hucitec; O inconsciente político e Pós-modernismo – a lógica cultural do capitalismo tardio, ambos pela Ática; e Espaço e Imagem, pela UFRJ.

Ficha técnica

Título: Marxismo tardio
Subtítulo: Adorno, ou a persistência da dialética
Título original: Late Marxism – Adorno, or, the Persistence of Dialectic
Autor: Fredric Jameson
Tradução: Luiz Paulo Rouanet
Orelha: Emir Sader
Páginas: 336
Preço: R$ 45,00
ISBN: 978-85-7559-175-8
Editora: Boitempo e Editora Unesp


Boitempo Editorial
Conheça o site da Boitempo
Conheça o blog da Boitempo
Siga o perfil da Boitempo no Twitter
Acompanhe a página da Boitempo no Facebook

 

Vida de Estagiário

 

22.8.11

1º Debate Caros Amigos sobre a esquerda no Brasil

MST ocupa área grilada da Cutrale

Do sítio do jornal Brasil de Fato:

 

Cerca de 400 integrantes do MST ocupam desde as 6h, desta segunda-feira (22/8), a Fazenda Santo Henrique, de 2,6 mil hectares, no município de Iaras, na região de Bauru.

 

A ocupação realizada no município de Iaras reivindica a arrecadação da área para fins de reforma agrária e denuncia a indevida e criminosa utilização da área pela empresa Cutrale.

 

A área utilizada pela Cutrale tem origem pública e, de acordo com a lei, deve ser destinada à reforma agrária.

 

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) tem estudos que comprovam que a área é devoluta e disputa na Justiça a posse da Fazenda Santo Henrique.

 

O processo tramita na 1ª Vara da Justiça Federal de Ourinhos desde agosto de 2006. A fazenda faz parte do Grupo Colonial Monção, um conjunto de fazendas comprado pela União em 1909 para projeto de colonização de mais de 100 anos. Juntas, somavam cerca de 40 mil hectares abrangendo terras em Agudos, Lençóis Paulista, Borebi, Iaras e Águas de Santa Bárbara.

 

Em negociação com o órgão federal, a Cutrale admitiu que a área não é regular e fez o compromisso de repassar uma área para o assentamento das famílias acampadas na região. No entanto, a empresa não cumpriu e o Incra até agora não tomou nenhuma atitude.

 

Em 2009,o então superintendente do Incra em São Paulo, Raimundo Pires Silva, afirmou que a fazenda "é um patrimônio público, pertence ao povo".

 

A Cutrale, desde a década de 1980, está envolvida em crimes contra o trabalho e a economia brasileira, sempre se utilizando da ausência e da complacência do Estado.

 

A ação faz parte da Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária, que acontece a partir de hoje em vários estados onde o MST está organizado e também em Brasília

 

O movimento participa do Acampamento Nacional da Via Campesina, com o objetivo de pressionar o governo frente à paralisia no atendimento da pauta dos trabalhadores e das trabalhadoras rurais.

 

Postado por Miro às 16:12

 

http://altamiroborges.blogspot.com/2011/08/mst-ocupa-area-grilada-da-cutrale.html?spref=tw

 


Cancion con todos

Salgo a caminar
Por la cintura cosmica del sur
Piso en la region
Mas vegetal del viento y de la luz
Siento al caminar
Toda la piel de america en mi piel
Y anda en mi sangre un rio
Que libera en mi voz su caudal.

Sol de alto peru
Rostro bolivia estaño y soledad
Un verde brasil
Besa mi chile cobre y mineral
Subo desde el sur
Hacia la entraña america y total
Pura raiz de un grito
Destinado a crecer y a estallar.

Todas las voces todas
Todas las manos todas
Toda la sangre puede
Ser cancion en el viento
Canta conmigo canta
Hermano americano
Libera tu esperanza
Con un grito en la voz